Economia
Orçamento 2011
Irlanda avança com pedido de ajuda à União Europeia e FMI
A Irlanda avançou com o pedido de ajuda financeira à União Europeia e ao FMI. A decisão foi tomada depois de consultas telefónicas com os ministros das Finanças da Zona Euro e de representantes do G7.
A ajuda destas instituições a Dublin pode chegar até perto dos 100 mil milhões de euros. O plano de ajuda vai ser activado amanhã.
Esta tarde, o conselho de ministros extraordinário decidiu aprovar o plano de austeridade antes de activar a ajuda internacional.
O empréstimo será utilizado não só para resolver o problema da banca, mas também garantir que o Estado poderá financiar-se sem recorrer ao mercado nos próximos anos.
O ministro irlandês das Finanças acredita que a Irlanda não irá utilizar todo o dinheiro a disponibilizar pelo Fundo Europeu de Estabilização Financeira, que implicará a entrada do FMI e que pode variar entre os 40 e os 100 mil milhões de euros.
Além da confirmação do pedido de ajuda, o Conselho de Ministros da Irlanda detalhou um duro plano de austeridade para colocar as contas públicas em ordem nos próximos 4 anos.
Fala-se num corte nas despesas de 15 mil milhões de euros por ano e na intenção de baixar de 32 por cento para 3 por cento até 2013 o actual défice, um défice criado pela intervenção estatal no sector bancário.
Segundo a imprensa irlandesa, dois terços do plano será obtido através de cortes de despesas e o restante com aumento de impostos.
Entre o aumento de impostos, constará uma subida da até aqui intocável taxa de IRC de 12,5 por cento (a mais baixa da Zona Euro) para 15 por cento e um novo imposto sobre os mais ricos.
As contribuições da Segurança Social vão ser reduzidas em 5 por cento no próximo ano. O salário mínimo irá descer ao longo dos próximos quatro anos.
Dublin prevê ainda reduzir 20 mil empregos na Função Pública.
Esta tarde, o conselho de ministros extraordinário decidiu aprovar o plano de austeridade antes de activar a ajuda internacional.
O empréstimo será utilizado não só para resolver o problema da banca, mas também garantir que o Estado poderá financiar-se sem recorrer ao mercado nos próximos anos.
O ministro irlandês das Finanças acredita que a Irlanda não irá utilizar todo o dinheiro a disponibilizar pelo Fundo Europeu de Estabilização Financeira, que implicará a entrada do FMI e que pode variar entre os 40 e os 100 mil milhões de euros.
Além da confirmação do pedido de ajuda, o Conselho de Ministros da Irlanda detalhou um duro plano de austeridade para colocar as contas públicas em ordem nos próximos 4 anos.
Fala-se num corte nas despesas de 15 mil milhões de euros por ano e na intenção de baixar de 32 por cento para 3 por cento até 2013 o actual défice, um défice criado pela intervenção estatal no sector bancário.
Segundo a imprensa irlandesa, dois terços do plano será obtido através de cortes de despesas e o restante com aumento de impostos.
Entre o aumento de impostos, constará uma subida da até aqui intocável taxa de IRC de 12,5 por cento (a mais baixa da Zona Euro) para 15 por cento e um novo imposto sobre os mais ricos.
As contribuições da Segurança Social vão ser reduzidas em 5 por cento no próximo ano. O salário mínimo irá descer ao longo dos próximos quatro anos.
Dublin prevê ainda reduzir 20 mil empregos na Função Pública.