Economia
Linha do Oeste vai demorar "no mínimo nove meses" a ficar operacional
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu hoje que a linha ferroviária do Oeste vai demorar "no mínimo nove meses" a ficar totalmente operacional, na sequência dos danos causados pelas tempestades que assolaram o território nacional.
No final de uma reunião com as várias entidades do setor das infraestruturas, Miguel Pinto Luz disse que "quando as águas recuarem, será possível reabrir algumas infraestruturas, mas há outras que demorarão três meses, outras serão para mais".
"São trabalhos longos, mas o país está mobilizado em todas as suas dimensões para regressar o mais rapidamente possível à normalidade", afirmou ainda, referindo-se à colaboração entre autarquias, Estado e setor privado.
Em resposta à Antena 1, a CP disse já ter informação “dos diversos constrangimentos que decorrem dos efeitos das condições meteorológicas dos últimos dias” e que impedem, de momento, a reabertura da Linha do Oeste.
"São trabalhos longos, mas o país está mobilizado em todas as suas dimensões para regressar o mais rapidamente possível à normalidade", afirmou ainda, referindo-se à colaboração entre autarquias, Estado e setor privado.
Em resposta à Antena 1, a CP disse já ter informação “dos diversos constrangimentos que decorrem dos efeitos das condições meteorológicas dos últimos dias” e que impedem, de momento, a reabertura da Linha do Oeste.
“Assim que ficarem definidas as condições e faseamento da reabertura da Linha do Oeste, a CP adaptará gradualmente os seus planos de contingência, nomeadamente ao nível da oferta ferroviária parcial, nos troços não afetados, e serviços rodoviários complementares, onde se verifique necessário, à semelhança do que tem acontecido em outros casos de interdição da circulação na infraestrutura ferroviária”, afirmou a empresa.
c/ Lusa