Economia
Mau tempo. Castelo Branco atribui 5.000 euros a cada freguesia para despesas imediatas
A Câmara de Castelo Branco vai disponibilizar uma verba no valor de cinco mil euros a cada uma das 22 freguesias do concelho para fazer face a despesas imediatas resultantes da passagem da depressão Kristin.
"A atribuição desta verba às freguesias é para ser imediata e para fazer face à resolução de problemas urgentes. Claro que estão excluídas as grandes intervenções necessárias nas freguesias. Essas vão ser feitas em colaboração com a Câmara Municipal", explicou o presidente do município de Castelo Branco à agência Lusa.
Leopoldo Rodrigues disse ainda que este valor pode vir a ser alterado consoante as necessidades emergentes.
"Constatámos o grande esforço que as juntas de freguesia fizeram na colaboração com o município, no apoio às populações. Desde a manhã pós passagem da depressão Krintin, as juntas de freguesia estiveram sempre presentes nesse apoio", disse.
Segundo o autarca, desta verba, três mil euros destinam-se a fazer face a despesas correntes e dois mil euros para despesas de capital.
Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.
Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Leopoldo Rodrigues disse ainda que este valor pode vir a ser alterado consoante as necessidades emergentes.
"Constatámos o grande esforço que as juntas de freguesia fizeram na colaboração com o município, no apoio às populações. Desde a manhã pós passagem da depressão Krintin, as juntas de freguesia estiveram sempre presentes nesse apoio", disse.
Segundo o autarca, desta verba, três mil euros destinam-se a fazer face a despesas correntes e dois mil euros para despesas de capital.
Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.
Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
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