Economia
Ministro da Economia aconselha população a "consumir menos" energia
O ministro da Economia disse esta quinta-feira, em Bruxelas, que "o conselho que damos é que as pessoas procurem consumir menos" energia, "se puderem escolher". "Se não há hipótese de escolha, não há nada a fazer", acrescentou.
Questionado sobre se Portugal tem planos para limitar o consumo de energia, o governante respondeu que “há um problema sério com os preços da energia em todo o mundo” e que “quanto maior for a procura, os preços tendem a aumentar”.
“Não há outra forma de regular os mercados a não ser através da procura e da oferta. Quanto menos combustíveis forem consumidos, mais isso facilita o abaixamento dos preços”, acrescentou.“Para já, estamos dependentes das decisões individuais das famílias, das pessoas, das empresas que têm de fazer tudo para evitar o consumo como forma de baixar os preços”, declarou.
Em declarações aos jornalistas em Bruxelas, disse ainda que “tudo o que seja favorecer a competitividade da Europa e de cada um dos países da Europa é o tema da discussão que estamos aqui a ter hoje, muito centrada na necessidade de desburocratizar a administração”.
“As decisões têm de ser mais rápidas para que as decisões de investimento não estejam dependentes de uma máquina do Estado, lenta, burocrática, com muitos papéis à mistura”, declarou Manuel Castro Almeida.
“Não há outra forma de regular os mercados a não ser através da procura e da oferta. Quanto menos combustíveis forem consumidos, mais isso facilita o abaixamento dos preços”, acrescentou.“Para já, estamos dependentes das decisões individuais das famílias, das pessoas, das empresas que têm de fazer tudo para evitar o consumo como forma de baixar os preços”, declarou.
Manuel Castro Almeida afirmou que o Governo não vai “desequilibrar as contas públicas por causa disto”.
“No entanto, não somos insensíveis ao sofrimento que as pessoas estão a ter”, assegurou, frisando que o Executivo está a garantir que “não ganha com a guerra”.
“Aquilo que recebemos a mais do IVA é devolvido às pessoas no ISP”, lembrou, falando em “neutralidade fiscal”.
“No entanto, não somos insensíveis ao sofrimento que as pessoas estão a ter”, assegurou, frisando que o Executivo está a garantir que “não ganha com a guerra”.
“Aquilo que recebemos a mais do IVA é devolvido às pessoas no ISP”, lembrou, falando em “neutralidade fiscal”.
Em declarações aos jornalistas em Bruxelas, disse ainda que “tudo o que seja favorecer a competitividade da Europa e de cada um dos países da Europa é o tema da discussão que estamos aqui a ter hoje, muito centrada na necessidade de desburocratizar a administração”.
“As decisões têm de ser mais rápidas para que as decisões de investimento não estejam dependentes de uma máquina do Estado, lenta, burocrática, com muitos papéis à mistura”, declarou Manuel Castro Almeida.