Economia
Nestlé Portugal despede 88 trabalhadores entre os cortes globais do grupo
A empresa alimentar adianta à RTP Antena 1 que informou há dois meses os funcionários de que ia avançar com o processo de saídas no país até 2027, na sequência do despedimento global anunciado no ano passado.
A Nestlé Portugal revela à RTP Antena 1 que vai proceder a uma “revisão organizacional”, afetando 3% dos mais de 3 mil trabalhadores que tem no país - em concreto 88 postos de trabalho.
A multinacional alimentar comunicou no ano passado que iria cortar 16 mil empregos em todo o mundo até 2027, mas, na altura, fonte oficial da empresa em Portugal explicava que ainda não era possível fornecer números específicos sobre o país.
“Terá um impacto diferente em cada mercado, sendo que cada mercado irá preparar o seu próprio plano”, afirmou a Nestlé Portugal em outubro de 2025 à rádio pública.
Agora, questionada novamente pela Antena 1 sobre esse impacto, a empresa apresenta: “Em abril, a empresa comunicou aos trabalhadores que este processo terá um impacto estimado em 88 postos de trabalho, cerca de 2,79% do total de 3.147 postos de trabalho da Nestlé em Portugal (março 2026), ao longo dos próximos 18 meses.”
A Nestlé Portugal justifica que a “revisão organizacional” em curso serve para “reforçar a competitividade e agilidade” da companhia.
Apesar da insistência, fica por esclarecer a distribuição dos despedimentos entre as fábricas do Porto e de Avanca, em Estarreja (distrito de Aveiro), as delegações na Madeira e nos Açores, o centro de distribuição de Avanca e a sede em Linda-a-Velha, em Oeiras (distrito de Lisboa).
Não fica claro também o tipo de acordo que a empresa pretende alcançar, sublinhando apenas que os trabalhadores afetados são “informados individualmente, num processo conduzido com respeito, transparência e em conformidade com a legislação laboral portuguesa”.
No comunicado enviado à Antena 1, o diretor de comunicação da Nestlé Portugal, Gonçalo Granado, fala de um processo que respeita os funcionários.
Em Portugal, esse processo “traduz-se numa abordagem assente na proximidade, na atenção individual e no total respeito pelas pessoas, garantindo que cada situação é analisada e acompanhada de forma responsável, transparente e centrada nas pessoas”, afirma.
A multinacional alimentar comunicou no ano passado que iria cortar 16 mil empregos em todo o mundo até 2027, mas, na altura, fonte oficial da empresa em Portugal explicava que ainda não era possível fornecer números específicos sobre o país.
“Terá um impacto diferente em cada mercado, sendo que cada mercado irá preparar o seu próprio plano”, afirmou a Nestlé Portugal em outubro de 2025 à rádio pública.
Agora, questionada novamente pela Antena 1 sobre esse impacto, a empresa apresenta: “Em abril, a empresa comunicou aos trabalhadores que este processo terá um impacto estimado em 88 postos de trabalho, cerca de 2,79% do total de 3.147 postos de trabalho da Nestlé em Portugal (março 2026), ao longo dos próximos 18 meses.”
A Nestlé Portugal justifica que a “revisão organizacional” em curso serve para “reforçar a competitividade e agilidade” da companhia.
Apesar da insistência, fica por esclarecer a distribuição dos despedimentos entre as fábricas do Porto e de Avanca, em Estarreja (distrito de Aveiro), as delegações na Madeira e nos Açores, o centro de distribuição de Avanca e a sede em Linda-a-Velha, em Oeiras (distrito de Lisboa).
Não fica claro também o tipo de acordo que a empresa pretende alcançar, sublinhando apenas que os trabalhadores afetados são “informados individualmente, num processo conduzido com respeito, transparência e em conformidade com a legislação laboral portuguesa”.
No comunicado enviado à Antena 1, o diretor de comunicação da Nestlé Portugal, Gonçalo Granado, fala de um processo que respeita os funcionários.
Em Portugal, esse processo “traduz-se numa abordagem assente na proximidade, na atenção individual e no total respeito pelas pessoas, garantindo que cada situação é analisada e acompanhada de forma responsável, transparente e centrada nas pessoas”, afirma.