Economia
Passos Coelho reafirma 2013 como o ano da viragem
O primeiro-ministro voltou ontem a apontar 2013 como o ano em que a economia portuguesa começará a ultrapassar as dificuldades em que se encontra. Falando durante um convívio de Natal do grupo parlamentar do PSD, no Parlamento, Pedro Passos Coelho fez o balanço de seis meses de governação reafirmando a mensagem de que o ano que vem será “difícil” e que as reformas que o Governo está a empreender são “determinantes”. De caminho, Passos aproveitou para desvalorizar a polémica das declarações sobre a emigração dos professores.
"A nossa obrigação é não criar mal entendidos. Temo-lo feito sempre, falando verdade aos portugueses, não criando ilusões falsas sobre aquilo que podemos fazer, não criando expetativas que não podemos cumprir”, afirmou Pedro Passos Coelho.
No seu discurso perante os deputados da bancada social-democrata e alguns membros do Governo, o primeiro-ministro disse que "até à data" a preocupação do Governo foi "estancar a hemorragia, estabilizar as finanças do país", acrescentando: "Mas agora temos de lançar as sementes para voltar a criar emprego e voltar a crescer".
“Todo o ano, muito difícil, que vamos enfrentar será o nosso passaporte para vencermos as dificuldades em que estamos e a partir de 2013 todos estaremos mais confiantes de que Portugal terá dobrado o cabo das tormentas” declarou.
De caminho o chefe do Governo do PSD/CDS aproveitou para lembrar a importância de haver um entendimento com a oposição para que o país ultrapasse a crise.
“A nossa preocupação não é fazer aqui o jogo do gato e do rato com a oposição. O importante é que todos consigamos explicar aos portugueses de que é que depende o nosso futuro e como é que as transformações que vamos empreender podem ser determinantes para que esse futuro seja um futuro de esperança e de otimismo” disse.
Passos desvaloriza polémica da emigraçãoNa ocasião, o primeiro-ministro desvalorizou a polémica em torno do que considerou serem "episódios laterais" como a questão da "emigração dos professores"
"Não nos preocupa que, de vez em quando, gente mais precipitada queira ficar a discutir o acidental para fazer prolongar umas quantas notícias que nos dão conta, não do que estamos a fazer, mas de episódios laterais” disse.
“ É a emigração dos professores, aqui d'el Rei que o Governo instituiu uma política de emigração para os portugueses", completou.
Segundo o primeiro-ministro e presidente do PSD, "os portugueses que assistem a estes debates na televisão devem perguntar-se com certeza se isso tem alguma adesão à realidade, se é isso que importa, se há alguma proposta séria nesse sentido para se discutir".
No seu discurso perante os deputados da bancada social-democrata e alguns membros do Governo, o primeiro-ministro disse que "até à data" a preocupação do Governo foi "estancar a hemorragia, estabilizar as finanças do país", acrescentando: "Mas agora temos de lançar as sementes para voltar a criar emprego e voltar a crescer".
“Todo o ano, muito difícil, que vamos enfrentar será o nosso passaporte para vencermos as dificuldades em que estamos e a partir de 2013 todos estaremos mais confiantes de que Portugal terá dobrado o cabo das tormentas” declarou.
De caminho o chefe do Governo do PSD/CDS aproveitou para lembrar a importância de haver um entendimento com a oposição para que o país ultrapasse a crise.
“A nossa preocupação não é fazer aqui o jogo do gato e do rato com a oposição. O importante é que todos consigamos explicar aos portugueses de que é que depende o nosso futuro e como é que as transformações que vamos empreender podem ser determinantes para que esse futuro seja um futuro de esperança e de otimismo” disse.
Passos desvaloriza polémica da emigraçãoNa ocasião, o primeiro-ministro desvalorizou a polémica em torno do que considerou serem "episódios laterais" como a questão da "emigração dos professores"
"Não nos preocupa que, de vez em quando, gente mais precipitada queira ficar a discutir o acidental para fazer prolongar umas quantas notícias que nos dão conta, não do que estamos a fazer, mas de episódios laterais” disse.
“ É a emigração dos professores, aqui d'el Rei que o Governo instituiu uma política de emigração para os portugueses", completou.
Segundo o primeiro-ministro e presidente do PSD, "os portugueses que assistem a estes debates na televisão devem perguntar-se com certeza se isso tem alguma adesão à realidade, se é isso que importa, se há alguma proposta séria nesse sentido para se discutir".