Economia
Sócrates e Hu Jintao assinam acordos institucionais
O Presidente da República Popular da China, Hu Jintao, e o primeiro-ministro português, José Sócrates, presidem hoje a uma cerimónia em que Lisboa e Pequim estabelecem três acordos de carácter institucional ao nível bilateral. Os dois países vão ainda assinar diversos acordos de âmbito empresarial nas áreas da energia, alimentação, banca e indústria transformadora.
Os acordos assinados entre Hu Jintao e José Sócrates, no Palácio das Necessidades, deverão incluir a compra de produtos portugueses, como o vinho e o azeite.
Lisboa e Pequim preparam-se para assinar, a nível institucional, uma declaração, no âmbito da Parceria Estratégica luso-chinesa, visando o reforço da cooperação económica entre ambos os países e um acordo no domínio do turismo.
Outro instrumento de carácter institucional a assinar entre os dois países será um programa executivo de cooperação para 2011-2013, que abrande um programa de cooperação nos domínios da cultura, língua, educação, ensino superior, ciência e tecnologia e desporto.
No plano económico e financeiro, o Governo chinês já revelou que está a ponderar a compra da dívida pública portuguesa, uma possibilidade admitida pela vice-ministra dos Negócios Estrangeiros, Fu Ying que acrescentou, na altura, que “a situação económica e financeira em Portugal tem sido sempre o centro das nossas atenções”.
Nesta visita de dois dias a Portugal, o Presidente chinês vem acompanhado de diversos membros do Executivo de Pequim e de uma comitiva de 50 empresários.
No segundo e último dia da sua visita a Lisboa, e antes do encontro com José Sócrates, Hu Jintao esteve reunido com a comunidade chinesa e com estudantes chineses residentes em Portugal.
Segundo contas da agência oficial chinesa Xinhua (Nova China), nos primeiros nove meses de 2010, o comércio entre a Pequim e Lisboa cresceu 40,7 por cento em relação a igual período de 2009, atingindo os 2396 milhões de dólares.
No sentido inverso, as exportações portuguesas para a China aumentaram 61,4 por cento, para 549,9 milhões de dólares.
Lisboa e Pequim preparam-se para assinar, a nível institucional, uma declaração, no âmbito da Parceria Estratégica luso-chinesa, visando o reforço da cooperação económica entre ambos os países e um acordo no domínio do turismo.
Outro instrumento de carácter institucional a assinar entre os dois países será um programa executivo de cooperação para 2011-2013, que abrande um programa de cooperação nos domínios da cultura, língua, educação, ensino superior, ciência e tecnologia e desporto.
No plano económico e financeiro, o Governo chinês já revelou que está a ponderar a compra da dívida pública portuguesa, uma possibilidade admitida pela vice-ministra dos Negócios Estrangeiros, Fu Ying que acrescentou, na altura, que “a situação económica e financeira em Portugal tem sido sempre o centro das nossas atenções”.
Nesta visita de dois dias a Portugal, o Presidente chinês vem acompanhado de diversos membros do Executivo de Pequim e de uma comitiva de 50 empresários.
No segundo e último dia da sua visita a Lisboa, e antes do encontro com José Sócrates, Hu Jintao esteve reunido com a comunidade chinesa e com estudantes chineses residentes em Portugal.
Segundo contas da agência oficial chinesa Xinhua (Nova China), nos primeiros nove meses de 2010, o comércio entre a Pequim e Lisboa cresceu 40,7 por cento em relação a igual período de 2009, atingindo os 2396 milhões de dólares.
No sentido inverso, as exportações portuguesas para a China aumentaram 61,4 por cento, para 549,9 milhões de dólares.