Economia
Taxa de desemprego de 2016 cai para 11,1 por cento
A taxa de desemprego relativa ao total do ano de 2016 regrediu para os 11,1 por cento, face aos 12,4 do ano anterior, mostram os números publicados esta quarta-feira pelo INE. Estes dados estabelecem ainda a taxa do quatro trimestre do ano passado em 10,5 por cento, igual à do trimestre anterior.
Quanto aos valores totais de 2016, agora divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), regista-se uma descida na ordem dos 1,3 pontos percentuais, isto em termos homólogos.A taxa de desemprego de 2016 fica uma décima abaixo
do que tinha sido previsto pelo Governo em outubro e duas décimas a
menos do que fora estimado no Orçamento do Estado
para 2016.
A taxa de desemprego dos jovens - entre os 15 e 24 anos - situou-se nos 28 por cento, uma redução significativa de quatro pontos percentuais face ao ano anterior.
Da avaliação dos números em cadeia resulta a estabilização da taxa de desemprego, uma vez que o quatro trimestre mantém o valor do terceiro trimestre de 2016 (10,5 por cento).
Também em termos trimestrais a população desempregada (estimada em 543,2 mil pessoas) registou uma diminuição de 1,2 por cento - ou seja, menos 6,3 mil pessoas - e uma diminuição homóloga de 14,3 por cento (menos 90,7 mil pessoas).
O valor final da taxa de desemprego (11,1 por cento) acaba por ficar abaixo do que era esperado pelo Executivo. No Orçamento do Estado para 2017, o Governo estimava que a taxa se fixasse nos 11,2 por cento em 2016. O relatório revelado no início da semana pela OCDE prevê que a taxa de desemprego se mantenha acima dos 10 por cento até 2018.
Quanto à taxa para este ano, o Governo estimava em outubro que baixaria para os 10,4 por cento.
Na comparação com a estimativa do Conselho de Finanças Públicas, o valor é também ligeiramente inferior ao esperado. Em setembro, a instituição liderada por Teodora Cardoso esperava uma taxa de 11,4 por cento. O número está em linha previsões do Banco de Portugal, Fundo Monetário Internacional (FMI) e OCDE, já esperavam uma taxa de desemprego de 11 por cento.
Só a Comissão Europeia acertou em cheio no valor definitivo, ao definir como meta os 11,1 por cento agora confirmados pelo INE.
A taxa de desemprego dos jovens - entre os 15 e 24 anos - situou-se nos 28 por cento, uma redução significativa de quatro pontos percentuais face ao ano anterior.
Da avaliação dos números em cadeia resulta a estabilização da taxa de desemprego, uma vez que o quatro trimestre mantém o valor do terceiro trimestre de 2016 (10,5 por cento).
Também em termos trimestrais a população desempregada (estimada em 543,2 mil pessoas) registou uma diminuição de 1,2 por cento - ou seja, menos 6,3 mil pessoas - e uma diminuição homóloga de 14,3 por cento (menos 90,7 mil pessoas).
O valor final da taxa de desemprego (11,1 por cento) acaba por ficar abaixo do que era esperado pelo Executivo. No Orçamento do Estado para 2017, o Governo estimava que a taxa se fixasse nos 11,2 por cento em 2016. O relatório revelado no início da semana pela OCDE prevê que a taxa de desemprego se mantenha acima dos 10 por cento até 2018.
Quanto à taxa para este ano, o Governo estimava em outubro que baixaria para os 10,4 por cento.
Na comparação com a estimativa do Conselho de Finanças Públicas, o valor é também ligeiramente inferior ao esperado. Em setembro, a instituição liderada por Teodora Cardoso esperava uma taxa de 11,4 por cento. O número está em linha previsões do Banco de Portugal, Fundo Monetário Internacional (FMI) e OCDE, já esperavam uma taxa de desemprego de 11 por cento.
Só a Comissão Europeia acertou em cheio no valor definitivo, ao definir como meta os 11,1 por cento agora confirmados pelo INE.