Taxas de emprego nos países da OCDE estáveis no 3.º trimestre
Os mercados de trabalho da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) mantiveram-se estáveis no terceiro trimestre, atingindo máximos na taxa de emprego, anunciou hoje a entidade.
Segundo a organização, entre os 38 países, a taxa de emprego manteve-se em 16, desceu em 12 e subiu em nove.
Portugal, com 74,1%, teve o seu valor mais alto desde 2005 e a 18.ª taxa de emprego mais alta entre os 38 países da OCDE e ficou acima da média da organização, de 70,3%.
O caso português foi, aliás, um dos quatro destacados pela organização - a par de Colômbia, Letónia e Grécia - por ter tido um crescimento anual superior a 1,0 pontos percentuais.
Já taxa de participação em Portugal no terceiro trimestre foi de 75,5%, também acima da média de 74,1% da OCDE, e um aumento de 1,1 pontos percentuais em termos homólogos.
A taxa de desemprego em novembro de 2025 alcançou os 5,0% na OCDE, um valor inferior aos registados em Portugal no mesmo mês (5,7%), e que compara com 5,1% em setembro, o último mês com dados disponíveis devido ao `shutdown` nos EUA.
De acordo com a organização, em novembro do ano passado havia 35,5 milhões de pessoas em situação de desemprego.
No final do terceiro trimestre, a força de trabalho nos países da OCDE totalizava 659,8 milhões de pessoas, 625,8 milhões das quais encontravam-se a trabalhar e 230,4 milhões de pessoas estavam inativas perante o trabalho.