Economia
Zona Euro tem a taxa de desemprego mais alta desde outubro de 1997
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse hoje que a zona euro atingiu em janeiro último a mais alta taxa de desemprego desde outubro de 1997, considerando que o combate a este problema é "urgente".
Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), Eurostat, tanto na zona euro como na UE, a taxa de desemprego subiu 0,1 pontos percentuais entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012: de 10,6 para 10,7 no espaço da moeda única e de 10,0 para 10,1 por cento no conjunto dos 27, quando em janeiro de 2011, um ano antes, os valores se fixavam respetivamente nos 10 por cento e nos 9,5 por cento.
A subida da taxa de desemprego que, na zona euro, disse José Manuel Durão Barroso, "chegou ao valor mais alto desde outubro de 1997" mostra que "o problema é urgente" e o seu combate "uma prioridade".
Já na média dos 27 Estados-membros da União Europeia, acrescentou, "é a taxa mais alta desde janeiro de 2000".
Sublinhando que a UE ainda não saiu da crise, o líder do executivo comunitário considerou que podem estar reunidas as condições para haver "uma alteração das perspectivas".
Se for adotado um novo programa de ajuda à Grécia e se houver a aprovação do Mecanismo Europeu de Estabilidade, poderá baixar a pressão dos mercados sobre os outros países mais expostos, explicou.
Nessa circunstância, "teremos condições para concentrar o debate no crescimento", bem como na adoção de "medidas concretas para combater o desemprego", acrescentou Durão Barroso, falando numa conferência de imprensa no final da cimeira social tripartida, com os parceiros sociais, em Bruxelas.
"O modelo social europeu e a nossa economia social de mercado combinam a abertura e dinamismo económicos com a justiça social", sublinhou, acrescentando que "o desemprego é a antítese da justiça social, especialmente o de longa duração e o juvenil".
A reunião com os representantes europeus dos parceiros sociais antecede o Conselho Europeu da primavera, que se inicia, em Bruxelas, esta tarde, e durante a qual os líderes dos 27 vão concluir a primeira fase do chamado "Semestre Europeu" e assinar o "Pacto orçamental".
Por outro lado, os ministros das Finanças da zona euro fazem hoje um ponto de situação sobre o segundo programa de resgate à Grécia.
A subida da taxa de desemprego que, na zona euro, disse José Manuel Durão Barroso, "chegou ao valor mais alto desde outubro de 1997" mostra que "o problema é urgente" e o seu combate "uma prioridade".
Já na média dos 27 Estados-membros da União Europeia, acrescentou, "é a taxa mais alta desde janeiro de 2000".
Sublinhando que a UE ainda não saiu da crise, o líder do executivo comunitário considerou que podem estar reunidas as condições para haver "uma alteração das perspectivas".
Se for adotado um novo programa de ajuda à Grécia e se houver a aprovação do Mecanismo Europeu de Estabilidade, poderá baixar a pressão dos mercados sobre os outros países mais expostos, explicou.
Nessa circunstância, "teremos condições para concentrar o debate no crescimento", bem como na adoção de "medidas concretas para combater o desemprego", acrescentou Durão Barroso, falando numa conferência de imprensa no final da cimeira social tripartida, com os parceiros sociais, em Bruxelas.
"O modelo social europeu e a nossa economia social de mercado combinam a abertura e dinamismo económicos com a justiça social", sublinhou, acrescentando que "o desemprego é a antítese da justiça social, especialmente o de longa duração e o juvenil".
A reunião com os representantes europeus dos parceiros sociais antecede o Conselho Europeu da primavera, que se inicia, em Bruxelas, esta tarde, e durante a qual os líderes dos 27 vão concluir a primeira fase do chamado "Semestre Europeu" e assinar o "Pacto orçamental".
Por outro lado, os ministros das Finanças da zona euro fazem hoje um ponto de situação sobre o segundo programa de resgate à Grécia.