Política
Eleições Legislativas 2015
BE aprova acordo com o PS
A Comissão Política dos bloquistas confirmou na madrugada desta sexta-feira o acordo, na página da internet. O partido aprovou o documento de trabalho resultante das negociações com o Partido Socialista.
Sem adiantar pormenores sobre o que foi acordado com os socialistas, a porta-voz do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, publicava no Twitter um post com a confirmação do acordo. Faltavam poucos minutos para a uma da manhã.
A informação era repetida na página oficial do partido na internet, que não adianta mais pormenores. Apenas realça que “a Comissão Política congratula-se com este resultado. Pela parte do Bloco, as negociações com o PS estão concluídas e estão reunidas as condições para um acordo à esquerda pela proteção do emprego, dos salários e das pensões”. Aquelas que eram as exigências dos bloquistas para um acordo.
Reportagem de Ana Gil-Antena 1
Quanto ao conteúdo do acordo, as informações são escassas. Tendo em conta as declarações de Catarina Martins na quarta-feira, depois de uma reunião com a Federação Nacional de Professores, na melhor das hipóteses só no dia 10 de novembro serão conhecidos os pormenores. Ou seja, depois da discussão do Programa de Governo no Parlamento, segunda e terça-feira, dia 9 e 10 de novembro, altura em que deverá ser votada a moção de rejeição do Programa de Governo.
Reportagem Ana Gil – Antena 1
Fonte do partido disse esta manhã à agência Lusa que os pormenores do acordo só vão ser tornados públicos depois de os outros partidos em conversações aprovarem o documento nas respetivas direções. O PS vai reunir a Comissão Nacional no sábado e a Comissão Política no domingo. Costa desafia Catarina
De acordo com o jornal Sol desta sexta-feira, na última reunião entre PS e BE, o secretário-geral desafiou Catarina Martins a integrar ministros do Bloco no eventual Governo de Esquerda. Segundo o jornal apurou, o líder do PS considera mais seguro um governo a três do que um Governo PS com acordo de incidência parlamentar.
Na reunião, a porta-voz do BE não se terá comprometido, aguardando o desfecho das negociações com os comunistas. Avança o jornal que do grau de compromisso do PCP poderá depender o compromisso do BE num Governo.
As exigências
Nas últimas semanas, Catarina Martins desenhou as metas do Bloco de Esquerda nas negociações com os socialistas. Tal como o tinha feito no frente-a-frente com António Costa ainda em período de pré-campanha eleitoral.
A porta-voz do BE tem referido sobretudo três condições: o fim do congelamento das pensões, acabar com a redução da TSU e o fim do regime conciliatório, facilitador de despedimentos.
Declaração de 16 de outubro
Numa entrevista no passado domingo ao Diário de Notícias, Catarina Martins referia um entendimento quanto ao descongelamento de todas as pensões, garantindo ainda que as pensões mais baixas iriam ter um aumento real.
Ontem, em entrevista à Antena 1, o vice-presidente da bancada parlamentar socialista José Luís Carneiro vinha garantir que o mais importante é que o acordo para um eventual executivo de esquerda “respeite o programa eleitoral de PS e seja duradouro e estável”.
A com. política do Bloco acaba de aprovar o documento resultante das negociações com PS. A esquerda responde pelo emprego, salários, pensões
— Catarina Martins (@catarina_mart) November 6, 2015
A informação era repetida na página oficial do partido na internet, que não adianta mais pormenores. Apenas realça que “a Comissão Política congratula-se com este resultado. Pela parte do Bloco, as negociações com o PS estão concluídas e estão reunidas as condições para um acordo à esquerda pela proteção do emprego, dos salários e das pensões”. Aquelas que eram as exigências dos bloquistas para um acordo.
Reportagem de Ana Gil-Antena 1
Quanto ao conteúdo do acordo, as informações são escassas. Tendo em conta as declarações de Catarina Martins na quarta-feira, depois de uma reunião com a Federação Nacional de Professores, na melhor das hipóteses só no dia 10 de novembro serão conhecidos os pormenores. Ou seja, depois da discussão do Programa de Governo no Parlamento, segunda e terça-feira, dia 9 e 10 de novembro, altura em que deverá ser votada a moção de rejeição do Programa de Governo.
Reportagem Ana Gil – Antena 1
Fonte do partido disse esta manhã à agência Lusa que os pormenores do acordo só vão ser tornados públicos depois de os outros partidos em conversações aprovarem o documento nas respetivas direções. O PS vai reunir a Comissão Nacional no sábado e a Comissão Política no domingo. Costa desafia Catarina
De acordo com o jornal Sol desta sexta-feira, na última reunião entre PS e BE, o secretário-geral desafiou Catarina Martins a integrar ministros do Bloco no eventual Governo de Esquerda. Segundo o jornal apurou, o líder do PS considera mais seguro um governo a três do que um Governo PS com acordo de incidência parlamentar.
Na reunião, a porta-voz do BE não se terá comprometido, aguardando o desfecho das negociações com os comunistas. Avança o jornal que do grau de compromisso do PCP poderá depender o compromisso do BE num Governo.
As exigências
Nas últimas semanas, Catarina Martins desenhou as metas do Bloco de Esquerda nas negociações com os socialistas. Tal como o tinha feito no frente-a-frente com António Costa ainda em período de pré-campanha eleitoral.
A porta-voz do BE tem referido sobretudo três condições: o fim do congelamento das pensões, acabar com a redução da TSU e o fim do regime conciliatório, facilitador de despedimentos.
Declaração de 16 de outubro
Numa entrevista no passado domingo ao Diário de Notícias, Catarina Martins referia um entendimento quanto ao descongelamento de todas as pensões, garantindo ainda que as pensões mais baixas iriam ter um aumento real.
Ontem, em entrevista à Antena 1, o vice-presidente da bancada parlamentar socialista José Luís Carneiro vinha garantir que o mais importante é que o acordo para um eventual executivo de esquerda “respeite o programa eleitoral de PS e seja duradouro e estável”.