Política
Presidenciais 2026
"Vencer a calamidade". Marcelo apela ao voto na segunda volta das presidenciais
Numa declaração ao país, em véspera da segunda volta das eleições presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa começou por agradecer “a todos a resistência, a coragem, a determinação de não ceder, de não desistir, de não largar um centímetro do que é vosso”.
O presidente da República dirigiu-se, na noite deste sábado, ao país para apelar à participação na segunda volta das eleições presidenciais, num contexto de danos materiais e humanos causados pela sucessão de intempéries dos últimos dias. “Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro”, clamou Marcelo Rebelo de Sousa.
“Hoje, como sempre, falo para todos vós, mas falo em especial para os que perderam familiares e próximos, os que ficaram sem casa ou sem casa sem condições para nela viverem, os que perderam culturas agrícolas, lojas, oficinas, fábricas, os que ficaram dias e noite sem água, luz, telefone, os que viram florestas vergarem, os que sofreram e sofrem cheias imprevisíveis, os que desanimaram, tiveram medo, se sentiram isolados, angustiados ou desesperados”, começou por enumerar o chefe de Estado.
“A todos vós e a todos os que vos têm dado o que podem e não podem agradeço a resistência, a coragem, a determinação de não ceder, de não desistir, de não largar um centímetro do que é vosso”, prosseguiu.
Marcelo assinalou, em seguida, “a resposta dada no dia 1, quatro dias apenas depois da calamidade de 28 de janeiro”: “A vossa resposta foi votarem, votarem em massa e também nas áreas devastadas, também no voto antecipado, tal como há cinco anos foi votarem em pandemia, em todo o país, sem vacinas, com hospitais a transbordarem, com mortes a subirem, com contágios a galoparem”. “Nascemos para resistirmos e resistirmos até vencermos. Somos um país de lutadores. Votar amanhã é como votar na pandemia em estado de emergência, ou agora, quatro dias depois da tragédia”, continuou.
“Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro. Votar amanhã chama-se liberdade. Votar amanhã chama-se democracia. Votar amanhã chama-se, acima de tudo, Portugal”, concluiu o presidente.
Horas antes desta comunicação a partir de Belém, a Comissão Nacional de Eleições apelara já à participação na segunda volta das presidenciais, apesar das previsões de mau tempo, defendendo que fossem facultadas as “melhores condições” para tal.
A CNE sublinhou que “tem cooperado com todas as entidades” no sentido de que “sejam criadas as melhores condições para garantir um exercício de um direito que é fundamental”, mesmo com “circunstâncias adversas em alguns locais”.
A estrutura recomendou a organização de “transportes públicos especiais, na medida do possível, para eleitores que se encontrem em zonas onde a mobilidade possa vir a ser afetada”.
c/ Lusa
“Hoje, como sempre, falo para todos vós, mas falo em especial para os que perderam familiares e próximos, os que ficaram sem casa ou sem casa sem condições para nela viverem, os que perderam culturas agrícolas, lojas, oficinas, fábricas, os que ficaram dias e noite sem água, luz, telefone, os que viram florestas vergarem, os que sofreram e sofrem cheias imprevisíveis, os que desanimaram, tiveram medo, se sentiram isolados, angustiados ou desesperados”, começou por enumerar o chefe de Estado.
“A todos vós e a todos os que vos têm dado o que podem e não podem agradeço a resistência, a coragem, a determinação de não ceder, de não desistir, de não largar um centímetro do que é vosso”, prosseguiu.
Marcelo assinalou, em seguida, “a resposta dada no dia 1, quatro dias apenas depois da calamidade de 28 de janeiro”: “A vossa resposta foi votarem, votarem em massa e também nas áreas devastadas, também no voto antecipado, tal como há cinco anos foi votarem em pandemia, em todo o país, sem vacinas, com hospitais a transbordarem, com mortes a subirem, com contágios a galoparem”. “Nascemos para resistirmos e resistirmos até vencermos. Somos um país de lutadores. Votar amanhã é como votar na pandemia em estado de emergência, ou agora, quatro dias depois da tragédia”, continuou.
“Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro. Votar amanhã chama-se liberdade. Votar amanhã chama-se democracia. Votar amanhã chama-se, acima de tudo, Portugal”, concluiu o presidente.
Horas antes desta comunicação a partir de Belém, a Comissão Nacional de Eleições apelara já à participação na segunda volta das presidenciais, apesar das previsões de mau tempo, defendendo que fossem facultadas as “melhores condições” para tal.
A CNE sublinhou que “tem cooperado com todas as entidades” no sentido de que “sejam criadas as melhores condições para garantir um exercício de um direito que é fundamental”, mesmo com “circunstâncias adversas em alguns locais”.
A estrutura recomendou a organização de “transportes públicos especiais, na medida do possível, para eleitores que se encontrem em zonas onde a mobilidade possa vir a ser afetada”.
c/ Lusa