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Moção de censura apresentada pelo Chega foi rejeitada no Parlamento

André Ventura sobre moção de censura: "Esta é uma questão de integridade das instituições"

André Ventura sobre moção de censura: "Esta é uma questão de integridade das instituições"

RTP / Adicionar como fonte informativa

Na intervenção que encerrou o longo debate no Parlamento, André Ventura justificou a moção de censura: “Teve um propósito: mostrar ao primeiro-ministro que manter Luís Neves para lá de fragilizar e destruir a autoridade do Estado, para lá de atirar para a lama uma instituição que não pode nem deves estar na lama, para além de degradar a autoridade do governo e de destruir a autoridade política do primeiro-ministro, esta era uma questão de integridade das instituições”.

O presidente do Chega, convicto da sua posição, afirma que este é um momento em que “os partidos e os deputados têm que saber de que lado estão: do mais conveniente do silêncio ou do lado que exige escrutínio”. “Hoje, com orgulho digo para a História. Nós escolhemos o lado certo desta história.”

Com críticas à posição de praticamente todos os partidos, da esquerda à direita, André Ventura lembra moções do passado, como a de confiança, chumbada em 2025 e que levou o país a eleições. Ainda nesta intervenção, o líder do Chega, anuncia que na próxima semana vai apresentar projetos-lei para baixar os impostos nos combustíveis e o IVA no cabaz alimentar.

“Aqueles que hoje votarem contra esta moção de censura tornar-se-ão cúmplices deste governo, tornar-se-ão muletas deste governo”, vincou

“Demitir Luís Neves tem riscos, tem. Mas como dizia Sá Carneiro: A polícia sem risco é uma chatice, sem ética é uma vergonha”, concluiu Ventura. 
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