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Casa do Douro pede apoios urgentes para todos os viticultores afetados
A Casa do Douro alertou hoje para a "situação de emergência vivida" nesta região, onde o mau tempo destruiu vinhas, derrubou muros e taludes e pediu apoios urgentes para os viticultores, independentemente do município.
"Os viticultores do Douro não podem ser deixados a enfrentar sozinhos consequências que extravasam largamente a sua capacidade individual de resposta", afirmou hoje a associação representativa da produção que tem sede no Peso da Régua, em comunicado citado pela agência Lusa.
Na Região Demarcada do Douro (RDD) também a chuva intensa e o vento forte provocaram "prejuízos de grande dimensão" como a perda de terras agrícolas, destruição de vinhas, colapso de muros de xisto (pedra posta), que são um elemento estruturante da paisagem classificada pela UNESCO como Património da Humanidade e a instabilidade das encostas e destruição de infraestruturas tradicionais (danos em linhas de água e caminhos agrícolas).
A Casa do Douro disse que a situação se agrava com "estradas cortadas e acessos impedidos, eventos cancelados (carnaval, dia dos Namorados), e situações em que o "enoturismo está impossibilitado e a comercialização de vinhos paralisada".
Para a organização, estes prejuízos "comprometem não apenas a campanha vitícola em curso, mas também a viabilidade futura de inúmeras explorações, particularmente as de pequena e média dimensão," e considerou que "sem apoios urgentes não será possível recuperar o investimento perdido".
"Os viticultores do Douro não podem ser deixados a enfrentar sozinhos consequências que extravasam largamente a sua capacidade individual de resposta", afirmou hoje a associação representativa da produção que tem sede no Peso da Régua, em comunicado citado pela agência Lusa.
Na Região Demarcada do Douro (RDD) também a chuva intensa e o vento forte provocaram "prejuízos de grande dimensão" como a perda de terras agrícolas, destruição de vinhas, colapso de muros de xisto (pedra posta), que são um elemento estruturante da paisagem classificada pela UNESCO como Património da Humanidade e a instabilidade das encostas e destruição de infraestruturas tradicionais (danos em linhas de água e caminhos agrícolas).
A Casa do Douro disse que a situação se agrava com "estradas cortadas e acessos impedidos, eventos cancelados (carnaval, dia dos Namorados), e situações em que o "enoturismo está impossibilitado e a comercialização de vinhos paralisada".
Para a organização, estes prejuízos "comprometem não apenas a campanha vitícola em curso, mas também a viabilidade futura de inúmeras explorações, particularmente as de pequena e média dimensão," e considerou que "sem apoios urgentes não será possível recuperar o investimento perdido".