Situação de calamidade decretada pelo Governo termina hoje
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Situação de calamidade decretada pelo Governo termina hoje
A situação de calamidade foi inicialmente decretada a 29 de janeiro na sequência da passagem da depressão Kristin, que devastou vários concelhos. Acabou por ser prolongada por duas vezes após novas tempestades.
As urnas nas 20 freguesias e secções de voto onde a votação da segunda voltas das eleições presidenciais foi adiada para hoje abriram todas sem problemas, disse à agência Lusa fonte da Comissão Nacional de Eleições.
Segundo o porta-voz da CNE, André Wemans, até ao momento, a instituição não tem qualquer informação de abertura tardia das urnas, que abriram às 8h00 e encerram às 19h00.
"Até agora, não há qualquer informação sobre quaisquer atrasos na abertura das urnas. Se ocorresse algum problema, já teríamos tido conhecimento", afirmou André Wemans, que adiantou que fará um novo ponto de situação por volta das 14h30, já, eventualmente, com alguns dados sobre a taxa de participação.
A segunda volta das eleições presidenciais realizar-se hoje em 20 freguesias e secções de voto onde a votação foi adiada uma semana devido aos efeitos das tempestades, com um total de cerca de 36 mil inscritos.
Já conhecido desde domingo passado está o vencedor das eleições, António José Seguro, que, segundo os resultados provisórios divulgados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna foi eleito Presidente da República com 66,83% dos votos expressos, contra 33,17% de André Ventura.
Segundo a CNE, a votação para a segunda volta foi adiada em todas as seis freguesias de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, bem como nas quatro freguesias de Arruda dos Vinhos e nas três freguesias da Golegã, no distrito de Santarém.
Além destes três concelhos sem qualquer voto no passado domingo, também foi adiada a votação em duas secções de voto de Santarém, numa freguesia e numa secção de Rio Maior, e ainda numa freguesia do Cartaxo, noutra de Salvaterra de Magos e ainda em mais uma de Leiria.
No total, são oito municípios abrangidos pelo adiamento de eleições. Nas 20 freguesias e secções de voto em causa estão inscritos, segundo a CNE, 36.852 eleitores.
Após duas semanas de chuva ininterrupta, este sábado foi de acalmia em vários pontos do país. As abertas permitiram fazer limpezas, reabrir estabelecimentos comerciais e avaliar estragos, por exemplo, em Coimbra e Alcácer do Sal.
O nível dos caudais dos rios baixou mas ainda assim não tanto quanto necessário. Locais como Montemor-o-Velho continuam alagados.
O estado do tempo vai, entretanto, volta a piorar, a partir de hoje, com o regresso da chuva, que deverá manter-se ao longo da semana. A precipitação deverá ser mais persistente nas regiões do Minho e Douro Litoral.
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Termina a isenção de portagens nos territórios afetados
A situação de calamidade foi decretada pelo Governo a 29 de janeiro na sequência da passagem da depressão Kristin, que devastou vários concelhos, principalmente nos distritos de Leiria, Coimbra, Santarém e Lisboa.
Foi prolongada por duas vezes após novas tempestades, com 68 concelhos portugueses estavam abrangidos.
A situação de calamidade é o nível máximo de intervenção previsto na Lei de Bases da Proteção Civil.
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Presidenciais. Freguesias com votações adiadas vão hoje às urnas
As freguesias que tiveram votações adiadas devido ao mau tempo vão hoje às urnas. São 36 mil eleitores que faltam votar na segunda volta das presidenciais.
A votação foi adiada uma semana por falta de condições para assegurar a votação.
Estas 20 freguesias pertencem a oito concelhos afetados pelas tempestades.