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Miranda Sarmento fala em "robustez das contas públicas"
O Orçamento para 2026 prevê a melhoria dos salários, das pensões e rendimentos, a redução dos impostos, o aumento do investimento público e a forte aposta na qualidade dos serviços públicos. É “um caminho marcado pela transformação” e com “uma marca de equilíbrio das contas públicas e redução da dívida pública”, frisou Joaquim Miranda Sarmento ao abrir o debate no Parlamento.
O Governo verificou, aproveitou para anunciar o ministro de Estado e das Finanças, que o “saldo orçamental foi de 0,9 por cento do PIB em 2024, será de 1,1 por cento do PIB em 2025 e de 0,7 por cento do PIB em 2026”.
“Isto mostra uma robustez das contas públicas, com excedentes acima dos 0,2 por cento do PIB, que era aquilo que o Orçamento para 2024, aprovado ainda no tempo do Partido Socialista, apresentava”, continuou Miranda Sarmento.
“Isto mostra uma robustez das contas públicas, com excedentes acima dos 0,2 por cento do PIB, que era aquilo que o Orçamento para 2024, aprovado ainda no tempo do Partido Socialista, apresentava”, continuou Miranda Sarmento.
Na atual legislatura, as taxas de crescimento da despesa é cerca de 5 por cento, “depois de, em 2024, a despesa ter crescido 9 por cento”.
O ministro das Finanças continuou descrevendo um ciclo "virtuoso" em que o país entrou, salientou a redução da dívida e deixou o aviso de que este esforço "tem que ser mantido" ao ritmo de três a quatro pontos percentuais ao ano.
“A dívida pública continua a ser um dos aspetos mais frágeis da economia portuguesa”, declarou.
“Temos um Orçamento equilibrado, que melhora a vida dos portugueses e simplifica a das empresas. Um Orçamento bom para a Economia e para o país”, continuou. “Um Orçamento de uma governação que procura ser virtuosa”.
“Temos um Orçamento equilibrado, que melhora a vida dos portugueses e simplifica a das empresas. Um Orçamento bom para a Economia e para o país”, continuou. “Um Orçamento de uma governação que procura ser virtuosa”.