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Montenegro elogia "esforço adicional" mas alerta para "semanas de elevada complexidade"
O primeiro-ministro e o ministro da Administração Interna visitaram, esta terça-feira, a sede da Proteção Civil para assistir ao briefing técnico.
No final, em declarações aos jornalistas, Luís Montenegro deixou um “reconhecimento público” às forças de combate no terreno, destacando que “maximizamos a nossa força de combate e prevenção”.
Ao ministro da Administração Interna, Montenegro deixou palavras de elogio, afirmando que “tem feito um trabalho extraordinário".
No entanto, o primeiro-ministro avisa que “ainda estamos num período de grande risco”. “Ainda vamos ter semanas pela frente de elevada complexidade”, alertou. “Mas temos conseguido diminuir, na medida possível, o que poderia ser o efeito de tantas ocorrências”, acrescentou.
O primeiro-ministro reconheceu que este “tem sido mais um ano duro para vários países”. Ainda assim, Montenegro revelou que este ano, até ao momento, registou-se uma diminuição muito significativa (cerca de quatro vezes) de área ardida em relação ao ano passado
“Mas este não é motivo de satisfação”, ressalvou, lembrando que “o risco vai continuar”.
Montenegro lembrou ainda que foram já feitas 210 detenções por incêndio florestal, mais do dobro do que aconteceu o ano passado no período homólogo.
No final, em declarações aos jornalistas, Luís Montenegro deixou um “reconhecimento público” às forças de combate no terreno, destacando que “maximizamos a nossa força de combate e prevenção”.
Ao ministro da Administração Interna, Montenegro deixou palavras de elogio, afirmando que “tem feito um trabalho extraordinário".
No entanto, o primeiro-ministro avisa que “ainda estamos num período de grande risco”. “Ainda vamos ter semanas pela frente de elevada complexidade”, alertou. “Mas temos conseguido diminuir, na medida possível, o que poderia ser o efeito de tantas ocorrências”, acrescentou.
O primeiro-ministro reconheceu que este “tem sido mais um ano duro para vários países”. Ainda assim, Montenegro revelou que este ano, até ao momento, registou-se uma diminuição muito significativa (cerca de quatro vezes) de área ardida em relação ao ano passado
“Mas este não é motivo de satisfação”, ressalvou, lembrando que “o risco vai continuar”.
Montenegro lembrou ainda que foram já feitas 210 detenções por incêndio florestal, mais do dobro do que aconteceu o ano passado no período homólogo.