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Ordem de Arquitetos diz que urbanismo disperso fragiliza população
O presidente da Ordem dos Arquitetos considerou que o urbanismo disperso em Portugal agrava as condições de segurança da população em caso de catástrofe e defendeu intervenções em rede, entre municípios, para ordenar rios e florestas.
"Se construirmos de uma forma sustentável, integrando bem as nossas cidades, os nossos espaços e respeitando o território, à partida as nossas construções resistem mais tempo", disse o arquiteto Avelino Oliveira, em entrevista à agência Lusa a propósito da exposição que a Ordem inaugura hoje, "Habitar Portugal", e do atual momento que o país atravessa, com cheias, inundações, derrocadas, vias e equipamentos destruídos por uma sucessão de tempestades.
C/Lusa
"Se construirmos de uma forma sustentável, integrando bem as nossas cidades, os nossos espaços e respeitando o território, à partida as nossas construções resistem mais tempo", disse o arquiteto Avelino Oliveira, em entrevista à agência Lusa a propósito da exposição que a Ordem inaugura hoje, "Habitar Portugal", e do atual momento que o país atravessa, com cheias, inundações, derrocadas, vias e equipamentos destruídos por uma sucessão de tempestades.
C/Lusa