Especiais
PAN e JPP querem alívio no cabaz alimentar
Os partidos com deputado único no parlamento estiveram em entrevista na RTP Notícias, onde elencaram as prioridades para a discussão do Orçamento do Estado.
Inês Sousa Real, porta-voz do PAN, revela que o partido não vai apenas apresentar “medidas cirúrgicas” e considera que o Governo tem de olhar para as “contas reais dos portugueses” e mostrar empatia para com quem não consegue pagar as contas. Defende IVA mais baixo para o cabaz alimentar, um IVA mais baixo para a saúde animal, e quer que a conta da casa entre para as despesas em sede de IRS. Considera que o executivo tem de reduzir as “borlas fiscais a quem mais lucra e polui”.
O PAN considera que o Orçamento tem de “sair diferente do que entrou” e que o Governo tem de ter “capacidade de diálogo que até aqui não teve”.
Filipe Sousa, deputado do JPP, insiste também na necessidade de tomar medidas quanto ao cabaz alimentar, algo que considera “essencial” na vida dos portugueses.
Acrescenta que o partido “não vai baixar a guarda” na pressão para medidas que contrariem os custos da insularidade de quem vive nas ilhas.
O JPP quer ainda medidas no Orçamento no lado da despesa, com a revisão das Parceiras Público- Privadas ou as rendas no setor energético.
O PAN considera que o Orçamento tem de “sair diferente do que entrou” e que o Governo tem de ter “capacidade de diálogo que até aqui não teve”.
Filipe Sousa, deputado do JPP, insiste também na necessidade de tomar medidas quanto ao cabaz alimentar, algo que considera “essencial” na vida dos portugueses.
Acrescenta que o partido “não vai baixar a guarda” na pressão para medidas que contrariem os custos da insularidade de quem vive nas ilhas.
O JPP quer ainda medidas no Orçamento no lado da despesa, com a revisão das Parceiras Público- Privadas ou as rendas no setor energético.
O PAN considera que há pontos positivos no OE, nomeadamente nas medidas para a transição energética, mas que há pontos negativos como a redução de 22 milhões de euros no Ambiente. Argumenta que o Governo devia ainda acabar com o regime de residentes não habituais.
Filipe Sousa, considera que o alívio fiscal previsto na proposta do Governo não chega para reduzir o custo de vida, mas reconhece pontos positivos como o complemento solidário para idosos. Quer sinais do Governo para que “possa dar o benefício da dúvida” às medidas do executivo.
O Bloco de Esquerda foi convidado para este debate na RTP Notícias, mas Fabian Figueiredo não conseguiu comparecer.