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PCP pede ao Governo para usar participação na Galp para fixar preço dos combustíveis
Paulo Raimundo, do PCP, afirmou que a “propaganda” do primeiro-ministro sobre o país estar melhor “esbarra na realidade da vida, onde salários, rendimentos e pensões são comidos pelo aumento brutal do custo de vida”
“Os reformados não precisam de comprar alimentos só para o Natal, em dezembro. É agora, senhor primeiro-ministro”, alertou o comunista.
Sobre a crise nos combustíveis, o secretário-geral do PCP pediu que o Estado “pegue nos 8% que o Estado tem hoje na Galp para fixar o preço dos combustíveis, como era até 2003”.
“Porque é que não influencia com os 8% aquilo que se impõe neste momento?”, questionou.
“Os reformados não precisam de comprar alimentos só para o Natal, em dezembro. É agora, senhor primeiro-ministro”, alertou o comunista.
Sobre a crise nos combustíveis, o secretário-geral do PCP pediu que o Estado “pegue nos 8% que o Estado tem hoje na Galp para fixar o preço dos combustíveis, como era até 2003”.
“Porque é que não influencia com os 8% aquilo que se impõe neste momento?”, questionou.