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Polícia à paisana foi "forçado" a "recorrer à arma de fogo como elemento dissuasor", diz sindicato
O presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia reagiu à ação de um agente à paisana que retirou uma arma de fogo quando manifestantes se aproximaram.
"O que ele faz é o recurso passivo à arma de fogo, seja ele empunhando a arma, seja ele apontando a arma. Não há o recurso efetivo contra pessoas", explicou Bruno Pereira em entrevista à RTP Notícias.
O sindicalista frisou que o agente à paisana foi "forçado ou pressionado a ter que que recorrer à arma de fogo como elemento dissuasor".
Disse ainda que não era suposto o agente estar isolado.
Sobre os confrontos em Lisboa e no Porto, Bruno Pereira afirmou que, "mais uma vez, acordamos com um dia infeliz".
"Imagens que eram perfeitamente escusadas e evitáveis caso tivesse existido o cumprimento das ordens que foram dadas e para as quais nós teimosamente insistimos, a fazer braço-de-ferro", acrescentou.
O responsável assegurou que "a polícia não está contra ninguém" e "não é nenhum instrumento político do Estado".
"O que ele faz é o recurso passivo à arma de fogo, seja ele empunhando a arma, seja ele apontando a arma. Não há o recurso efetivo contra pessoas", explicou Bruno Pereira em entrevista à RTP Notícias.
O sindicalista frisou que o agente à paisana foi "forçado ou pressionado a ter que que recorrer à arma de fogo como elemento dissuasor".
Disse ainda que não era suposto o agente estar isolado.
Sobre os confrontos em Lisboa e no Porto, Bruno Pereira afirmou que, "mais uma vez, acordamos com um dia infeliz".
"Imagens que eram perfeitamente escusadas e evitáveis caso tivesse existido o cumprimento das ordens que foram dadas e para as quais nós teimosamente insistimos, a fazer braço-de-ferro", acrescentou.
O responsável assegurou que "a polícia não está contra ninguém" e "não é nenhum instrumento político do Estado".