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Primeiro-ministro diz que PSP "tem sido especialmente cuidadosa" e agido com adequação e proporcionalidade
Sobre as manifestações pela habitação e ações policiais, o primeiro-ministro vinca que “em nenhum momento se impediu em Portugal o exercício do direito de reunião e manifestação nos termos da lei”.
“As pessoas são livres se emitir juízos políticos, de apresentar os seus pontos de vista e de criticar as ações ou omissões do poder político”, frisou.
Esse direito tem, “contudo, de se conformar com a lei e com o justo equilíbrio com outros direitos, como a livre circulação, a ordem, a segurança, a tranquilidade e mesmo a salubridade públicas”, defendeu Luís Montenegro.
Quando tal não se verifica, “as forças de segurança devem, em nome de todos nós, agir e intervir”, afirmou.
Na visão do primeiro-ministro, “a Polícia de Segurança Pública tem sido especialmente cuidadosa e competente na reposição da normalidade sempre que verificam excessos e desrespeito pela lei e pelos direitos dos outros cidadãos”.
“Presto público reconhecimento aos nossos polícias pela pedagogia, pelo profissionalismo, pelo equilíbrio e pela razoabilidade das suas atuações em cumprimento pelos princípios da necessidade, da adequação e da proporcionalidade”, declarou.
“As pessoas são livres se emitir juízos políticos, de apresentar os seus pontos de vista e de criticar as ações ou omissões do poder político”, frisou.
Esse direito tem, “contudo, de se conformar com a lei e com o justo equilíbrio com outros direitos, como a livre circulação, a ordem, a segurança, a tranquilidade e mesmo a salubridade públicas”, defendeu Luís Montenegro.
Quando tal não se verifica, “as forças de segurança devem, em nome de todos nós, agir e intervir”, afirmou.
Na visão do primeiro-ministro, “a Polícia de Segurança Pública tem sido especialmente cuidadosa e competente na reposição da normalidade sempre que verificam excessos e desrespeito pela lei e pelos direitos dos outros cidadãos”.
“Presto público reconhecimento aos nossos polícias pela pedagogia, pelo profissionalismo, pelo equilíbrio e pela razoabilidade das suas atuações em cumprimento pelos princípios da necessidade, da adequação e da proporcionalidade”, declarou.