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Moção de censura apresentada pelo Chega foi rejeitada no Parlamento

Rangel quer dizer "chega" ao Chega e "basta" ao PS

Rangel quer dizer "chega" ao Chega e "basta" ao PS

RTP / Adicionar como fonte informativa

O ministro dos Negócios Estrangeiros considerou que “há que dizer um ‘chega’ ao Chega e há que dizer um ‘basta’ ao PS”.

Paulo Rangel acusou o partido de André Ventura de “encenação burlesca”, lembrando que “é a quarta vez em cinco anos que o Chega usa ou abusa das moções de censura”.

“Ao banalizar moções de censura, o Chega é fator de instabilidade que não hesita em querer mais e mais eleições”, frisou.

O governante acredita que “o Chega não é um partido de Governo, é um partido de campanha” e “parece brincar com a democracia”.

Rangel criticou ainda os elogios de Ventura ao partido alemão AfD, lembrando que este “humilhou Portugal durante a Troika”.

Ao PS, o ministro pediu que pare de “fazer um discurso assente na manipulação dos dados, um discurso virginal e pseudo-virtuoso de quem não tem nenhuma responsabilidade no passado e na pesada herança de oito anos de Governos socialistas”.
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