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"Rios vão começar a voltar aos seus leitos normais", mas autoridades continuam a monitorizar a situação
No ponto de situação deste domingo, pelas 12h30, o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, indicou que o cenário geral é de desagravamento da situação, ainda que as autoridades se mantenham vigilantes.
No Mondego, procura-se garantir que não há mais impacto provocado pelas cheias em Montemor-o-Velho. "Apesar do desagravamento", continua a haver monitorização. No rio Tejo, diminuíram os caudais fruto descarregas das barragens espanholas. É expectável que não haja novas zonas alagadas. O mesmo se passa nos rios Sorraia e Sado.
"Paulatinamente todos estes rios vão começar a voltar aos seus leitos normais", também com a ajuda das condições meteorológicas.
No entanto, o desagravamento da situação não será "muito rápido" e irá durar "o seu tempo", alertou.
O comandante nacional da Proteção Civil indicou ainda que as autoridades continuam no terreno, empenhadas nos trabalhos de recuperação e escoamento.
Apesar do alívio, "não é para baixar a monitorização ou baixar o comportamento seguro das populações", vincou.
A Proteção Civil dá nota de que há ainda 123 planos municipais de emergência ativos no país e que a água vai demorar a recuar nas zonas alagadas.
No Mondego, procura-se garantir que não há mais impacto provocado pelas cheias em Montemor-o-Velho. "Apesar do desagravamento", continua a haver monitorização. No rio Tejo, diminuíram os caudais fruto descarregas das barragens espanholas. É expectável que não haja novas zonas alagadas. O mesmo se passa nos rios Sorraia e Sado.
"Paulatinamente todos estes rios vão começar a voltar aos seus leitos normais", também com a ajuda das condições meteorológicas.
No entanto, o desagravamento da situação não será "muito rápido" e irá durar "o seu tempo", alertou.
O comandante nacional da Proteção Civil indicou ainda que as autoridades continuam no terreno, empenhadas nos trabalhos de recuperação e escoamento.
Apesar do alívio, "não é para baixar a monitorização ou baixar o comportamento seguro das populações", vincou.
A Proteção Civil dá nota de que há ainda 123 planos municipais de emergência ativos no país e que a água vai demorar a recuar nas zonas alagadas.