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Rui Tavares: "O crime de Luís Neves é não concordar com o Chega"
Rui Tavares, do Livre, disse que a política o ensinou a “nunca pôr as mãos no fogo por ninguém que não conheça muito bem”.
“Eu não ponho as mãos no fogo por Luís Neves nem, infelizmente, por nenhum ministro deste Governo. E não é por desconfiança pessoal, é porque o senhor primeiro-ministro baixou a fasquia da ética e perdeu a sua autoridade”, explicou.
No entanto, a política ensinou-o também a “nunca, jamais, ir atrás de qualquer matilha”, pois esta “deixa um rasto de destruição” e “não quer saber do bem comum, mas apenas da sua fome de poder”.
“Se o crime de Luís Neves fosse matar à queima-roupa um inocente com cara de suspeito, o Chega estava aqui para aplaudir. Se o crime de Luís Neves fosse simulação de assalto ou mentiras no currículo, o Chega não estaria em condições de apresentar uma moção de censura”, considerou Rui Tavares.
Para o deputado, “o crime de Luís Neves é não concordar com o Chega e não dizer o que o Chega quer ouvir sobre emigrantes e minorias”.
“Eu não ponho as mãos no fogo por Luís Neves nem, infelizmente, por nenhum ministro deste Governo. E não é por desconfiança pessoal, é porque o senhor primeiro-ministro baixou a fasquia da ética e perdeu a sua autoridade”, explicou.
No entanto, a política ensinou-o também a “nunca, jamais, ir atrás de qualquer matilha”, pois esta “deixa um rasto de destruição” e “não quer saber do bem comum, mas apenas da sua fome de poder”.
“Se o crime de Luís Neves fosse matar à queima-roupa um inocente com cara de suspeito, o Chega estava aqui para aplaudir. Se o crime de Luís Neves fosse simulação de assalto ou mentiras no currículo, o Chega não estaria em condições de apresentar uma moção de censura”, considerou Rui Tavares.
Para o deputado, “o crime de Luís Neves é não concordar com o Chega e não dizer o que o Chega quer ouvir sobre emigrantes e minorias”.