Especiais
"Temos uma urgência. Resolver os problemas dos portugueses", diz Seguro. "Às vezes já não sei o que estão a discutir"
O Presidente da República veio a público falar sobre as manifestações sobre a habitação e as cargas policiais.
Veio exigir medidas aos partidos na Assembleia da República, e exige que se sentem e conversem. "Às vezes já não sei o que estão a discutir", desabafa.
"Temos uma urgência: a de resolver a vida concreta dos portugueses". "Não temos varinha mágica" e "não é papel do Presidente da República deitar achas para a fogueira", mas coloca a tónica no sentido de responsabilidade e exigências para que se resolvam os problemas, em várias áreas como a Habitação ou a Saúde e isso cabe aos partidos no parlamento.
"A responsabilidade é de quem não quer fazer esse diálogo ou de quem não está disponível. Eu estou e incentivo!", assegura."Trabalhem em conjunto", referindo-se ao Governo e ao parlamento.
Relembra o discurso no 5 de outubro, em que pediu uma "nova cultura política" e diálogo. "Parem com o passa-culpas", insiste.
Revelou ainda que nos dias em que esteve em silêncio público não esteve parado, referindo ontem mesmo ter reunido com o primeiro-ministro e que amanhã vai reunir com especialistas em habitação e, na quinta-feira, vai ouvir o Conselho de Estado.