Vai mudar a sua estratégia parlamentar se não vencer

RTP /

Ventura está confiante de que vai vencer as eleições presidenciais de dia 8, mas garante que vai respeitar o voto, garante.

Face à possibilidade de aumentar o número de votos com as presidenciais, o líder do Chega respondeu: “eu distingo muito bem as eleições”.

O país à direita “escolheu-me a mim, não escolheu outros”, frisou. “O trabalho agora é evitar que um socialista chegue à presidência da República”.

Ao elencar os males que o socialismo trouxe ao país, Ventura falou em bancarrotas indicando que também uma existiu no governo de António Guterres.

“Com Guterres houve um pântano, não uma bancarrota”, lembrou Vítor Gonçalves. “Que nos levou a seguir à bancarrota”, retorquiu Ventura. “Isso foi noutro governo. Uma coisa era o pântano, a impossibilidade de governar”.

“Em 2002, Portugal estava com um problema de dívida pública e de financiamento quando caiu o governo de António Guterres”, lembrou o candidato a Belém, referindo que “nesse governo estava António José Seguro”.

“Depois esteve José Sócrates, que António José Seguro também apoiou” acrescentou.

“O historial de António José Seguro é estar sempre do lado da bancarrota e da corrupção. Eu estive ao lado daqueles que queriam fazer reformas”, disse, referindo que o “património político de cada um também vai estar em disputa” no dia 8 de fevereiro, na segunda volta das eleições presidenciais.
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