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Ventos e rajadas do Kristin podem chegar aos 160 ou 180 quilómetros hora
Existe alguma incerteza sobre o local onde a tempestade irá atingir terra, mas esperam-se ventos de grande intensidade até aos 160 ou 180 quilómetros/hora, o que poderá provocar grandes estragos.
Esta é uma tempestade que, não sendo rara, não é também habitual devido ao seu potencial destruidor.
A depressão Kristin foi identificada pelo Instituto Português de Meteorologia ao fim desta manhã, e encontrava-se pelas 15h a norte dos Açores, sobre o Atlântico.
Deslocava-se para leste em direção a Portugal continental a "uma velocidade muito rápida", reportou meteorologista do IPMA, Maria João Frada, à RTP.
"Vem também a diminuir a pressão no seu centro, muito rapidamente, no que chamamos um cavamento explosivo", acrescentou, o que significa que "há muito vento associado a essa depressão". "O flanco sul dessa depressão pode ter ventos destruidores, muito, muito fortes", alertou a meteorologista do IPMA, lembrando o sms enviado para todo o país.
A "incerteza" é estabelecer o local onde a tempestade atingirá terra. "Os modelos indicam-nos que será algures entre o Cabo Mondego, Figueira da Foz e Vila do Conde".
O local onde Kristin chegar à costa irá sofrer "um impacto muito significativo", sobretudo em termos de vento e rajadas.
O IPMA admite que o impacto pode ser "catastrófico", com rajadas eventualmente "bem superiores a 140 km por hora" alertou Maria João Frade, admitindo estar muito preocupada. Foi por esta razão que o Instituto elevou o nível de aviso para vermelho, explicou.
Devido à incerteza, o aviso vermelho "abrange nos distritos de braga Porto, Aveiro e Coimbra". esclareceu ainda Maria João Frada. A tempestade poderá contudo vir a abranger o distrito de Aveiro.
Os modelos mostram que maior probabilidade da área atingida pela Kristin se defina "algures entre Leiria e Braga", chegando "com muita intensidade".
Mesmo que áreas circundantes ao impacto sofram menos do que o local onde a tempestade chegar, "nós temos de trabalhar para o pior cenário e as autoridades estão alertadas", referiu.
Já a agitação marítima não tem muito a ver com a Kristen, mas com sucessivas depressões que se têm sentido no Atlântico norte, associadas a anticiclones, o que causa ondas alteradas de grande dimensão, as quais "vêm da América até à costa continental", explicou a meteorologista.
Os alertas, vermelhos, laranja e amarelos para o estado do mar deverão manter-se nos "próximos dois três dias".
A chuva, por vezes forte, incluindo a queda de neve nas terras altas, irá manter-se até pelo menos dois de fevereiro.
A depressão Kristin foi identificada pelo Instituto Português de Meteorologia ao fim desta manhã, e encontrava-se pelas 15h a norte dos Açores, sobre o Atlântico.
Deslocava-se para leste em direção a Portugal continental a "uma velocidade muito rápida", reportou meteorologista do IPMA, Maria João Frada, à RTP.
"Vem também a diminuir a pressão no seu centro, muito rapidamente, no que chamamos um cavamento explosivo", acrescentou, o que significa que "há muito vento associado a essa depressão". "O flanco sul dessa depressão pode ter ventos destruidores, muito, muito fortes", alertou a meteorologista do IPMA, lembrando o sms enviado para todo o país.
A "incerteza" é estabelecer o local onde a tempestade atingirá terra. "Os modelos indicam-nos que será algures entre o Cabo Mondego, Figueira da Foz e Vila do Conde".
O local onde Kristin chegar à costa irá sofrer "um impacto muito significativo", sobretudo em termos de vento e rajadas.
O IPMA admite que o impacto pode ser "catastrófico", com rajadas eventualmente "bem superiores a 140 km por hora" alertou Maria João Frade, admitindo estar muito preocupada. Foi por esta razão que o Instituto elevou o nível de aviso para vermelho, explicou.
Devido à incerteza, o aviso vermelho "abrange nos distritos de braga Porto, Aveiro e Coimbra". esclareceu ainda Maria João Frada. A tempestade poderá contudo vir a abranger o distrito de Aveiro.
Os modelos mostram que maior probabilidade da área atingida pela Kristin se defina "algures entre Leiria e Braga", chegando "com muita intensidade".
Mesmo que áreas circundantes ao impacto sofram menos do que o local onde a tempestade chegar, "nós temos de trabalhar para o pior cenário e as autoridades estão alertadas", referiu.
Frisando que o pior da tempestade será o vento, a Meteorologista lembrou que a Kristin deverá chegar a Portugal "durante a noite", entre as 03h00 e as 06h00 da madrugada, recomendando às pessoas para se manterem em casa, mantendo as persianas fechadas, e protegerem estruturas.
Os alertas, vermelhos, laranja e amarelos para o estado do mar deverão manter-se nos "próximos dois três dias".
A chuva, por vezes forte, incluindo a queda de neve nas terras altas, irá manter-se até pelo menos dois de fevereiro.