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Chefe da diplomacia da UE chocada com homicídio de funcionários israelitas nos EUA

Chefe da diplomacia da UE chocada com homicídio de funcionários israelitas nos EUA

A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, disse hoje estar chocada com o homicídio de dois funcionários da embaixada israelita em Washington, nos Estados Unidos, vincando que não há "lugar para o ódio e o extremismo".

Lusa / Adicionar como fonte informativa
Reuters

"Chocada com o tiroteio de dois funcionários da embaixada israelita em Washington DC. Não há e não deve haver lugar nas nossas sociedades para o ódio, o extremismo ou o antissemitismo", escreveu a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.

"Apresento as minhas condolências às famílias das vítimas e ao povo de Israel", adiantou Kaja Kallas.

Dois funcionários da embaixada israelita nos Estados Unidos foram mortos a tiro no exterior do Museu Judaico de Washington, na quarta-feira à noite.

As autoridades norte-americanas deram conta da detenção de um suspeito que, segundo a polícia, apelou à libertação da Palestina.

Este ataque ocorreu num momento em que o governo israelita é alvo de crescentes críticas internacionais pela condução da ofensiva na Faixa de Gaza.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que ordenou o reforço das medidas de segurança nas missões diplomáticas israelitas no mundo, na sequência do assassinato de dois funcionários da embaixada de Israel em Washington.

Entretanto, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, qualificou como "horrível" o assassinato de dois funcionários da embaixada israelita nos Estados Unidos.

Na mesma mensagem, Donald Trump disse que o ódio e o radicalismo não têm lugar nos Estados Unidos da América.

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