Forte explosão ouvida em Teerão
"Um drone hostil pertencente ao inimigo americano-sionista foi destruído pelas defesas aéreas no espaço aéreo sobre Teerão", informou a agência iraniana Mehr, sem fornecer mais detalhes.
Apesar dos ataques, Irão diz que continua as negociações com os Estados Unidos por meio do mediador paquistanês
Ataque iraniano contra complexo petrolífero israelita
Israel afirma ter atacado e destruído sistemas de defesa no Irão
Segundo os militares, estes sistemas tinham sido recentemente implantados em todo o país "como parte dos esforços do regime para restaurar as suas capacidades de deteção e defesa".
Irão afirma que retomada das hostilidades terá consequências para as negociações com os Estados Unidos
Pequim expressa preocupação e espera cumprimento do cessar-fogo entre Israel e Irão
"Esperamos que todas as partes envolvidas mantenham o seu compromisso com o cessar-fogo, preservem o ímpeto das negociações, continuem a resolver as divergências por meios políticos e diplomáticos e alcancem um cessar-fogo abrangente e duradouro o mais breve possível", afirmou.
Irão culpa EUA pela retomada das hostilidades com Israel
"As ações do regime sionista na região não podem ser dissociadas das políticas norte-americanas", acrescentou numa conferência de imprensa.
Israel anuncia novo ataque de mísseis iranianos
Preços do petróleo voltam a subir
Houthis do Iémen confirmam que entraram na guerra contra Israel ao lado do Irão
Anunciam que vão impedir a navegação israelita no Mar Vermelho.
Teerão confirma ataque israelita contra complexo petrolífero iraniano no Golfo
Autoridades regionais iranianas confirmaram hoje um ataque do exército israelita contra o complexo petroquímico de Mahshahr, que causou "danos parciais", informaram os meios de comunicação oficiais do Irão.
A confirmação do ataque foi conhecida pouco depois do exército israelita noticiar ter atingido "vários alvos" naquela zona económica especial petroquímica próxima do Golfo.
O Irão anunciou em contrapartida ter atacado duas importantes bases aéreas israelitas, Nevatim e Tol Nof, num contexto de ataques recíprocos de magnitude sem precedentes desde a entrada em vigor de um frágil cessar-fogo há dois meses.
Diplomacia europeia diz que Médio Oriente “não precisa de uma escalada” do conflito
Kaja Kallas reagia aos ataques recíprocos entre Israel e Irão.
Israel em nível elevado de alerta
Israel declarou ter identificado lançamento de míssil contra o seu território a partir do Iémen.
O Iraque encerrou temporariamente o seu espaço aéreo - assim como a Síria.
O espaço aéreo iraniano também está fechado na parte ocidental do país.
A chefe da diplomacia britânica apelou nas redes sociais à contenção de ambas as partes e a uma desescalada imediata - defendo que a retoma do conflito não é do interesse de ninguém
Há noticias de que também prosseguem esta manhã os ataques de Israel ao Líbano.
A agência oficial libanesa de notícias relata ataques aéreos esta segunda-feira - na região de tiro - a cidade histórica no sul do país.
Israel anuncia lançamento de mísseis iranianos contra o seu território
O Exército israelita identificou hoje o lançamento de mísseis do Irão contra o seu território e garantiu estar "a operar para intercetar a ameaça", acrescentando que foram enviados alertas de precaução para os telemóveis das áreas possivelmente afetadas.
O Exército israelita anunciou ainda ter intercetado esta madrugada um míssil lançado do Iémen. O lançamento ocorreu uma hora e meia depois de Israel ter anunciado que atacou "alvos militares" no oeste e no centro do Irão, em resposta ao ataque da República Islâmica como retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.
As sirenes soaram em todo o território de Israel e as forças armadas israelitas anunciaram que um míssil lançado do Iémen tinha como alvo o país, sem fornecerem mais detalhes. Os serviços de emergência de Israel afirmaram que não havia relatos de vítimas nem de impactos decorrentes do lançamento a partir do Iémen.
Pouco depois do alarme, que soou em Jerusalém, Telavive e outras zonas do centro de Israel, o Exército informou que os abrigos podiam ser abandonados, porque a ameaça tinha passado, e confirmou à agência EFE que o míssil tinha sido intercetado.
O Iémen é o lar dos rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão. Os Huthis dispararam mísseis contra Israel durante a guerra entre Israel e o Hamas e posteriormente, mas não se envolveram totalmente na guerra com o Irão. Os Huthis não reivindicaram este ataque.
O Irão lançou na noite de domingo um total de onze mísseis contra Israel, na sequência do ataque israelita contra dois apartamentos nos subúrbios meridionais de Beirute, conhecidos como Dahye, onde, pelo menos, duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas este domingo. Israel assegurou que se tratou de uma operação contra um quartel do grupo xiita Hezbollah.
O Irão já tinha antecipado que, se os ataques de Israel contra o Líbano continuassem, retaliaria, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos em 08 de abril inclui a nação árabe.
O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados pelo Irão.
Além de Israel e Irão, também na Arábia Saudita as sirenes de alerta de mísseis soaram esta madrugada na zona onde se situa uma base aérea que acolhe forças norte-americanas.
A comunicação social estatal saudita noticiou o alerta na província de Al Kharj, onde se encontra a Base Aérea Príncipe Sultan. O alerta surgiu na sequência dos ataques de Israel ao Irão. Pouco depois, a Arábia Saudita afirmou que o perigo de mísseis na zona tinha passado, sem dar mais pormenores.
A Casa Branca não comentou até agora os ataques israelitas contra o Irão esta madrugada, incluindo a questão de se saber se foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a agência de notícias Associated Press (AP).
O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse este domingo à Fox News que queria que os iranianos parassem de disparar mísseis e regressassem à mesa de negociações. Também afirmou que os ataques de Israel no Líbano no início do domingo não foram coordenados com os Estados Unidos. "Não estou contente com isso", sublinhou Trump.
Um alto funcionário norte-americano, citado pela AP, afirmou que Trump tinha ligado ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para o exortar a não retaliar imediatamente ao ataque com mísseis iraniano. O funcionário, que falou sob condição de não ser identificado para descrever uma conversa telefónica privada, disse que Trump acreditava ter convencido Netanyahu a esperar.
Trump "conseguiu que Bibi [Netanyahu] adiasse a resposta por enquanto", afirmou o funcionário, que não revelou outros detalhes sobre o telefonema.
Antes, porém, do ataque israelita, numa entrevista com o jornal britânico Financial Times, Trump insistiu que ditou as condições a Netanyahu sobre a forma como a guerra deveria ser conduzida. "Ele não terá escolha", afirmou Trump ao jornal numa entrevista por telefone. "Sou eu quem toma as decisões. Sou eu quem toma todas as decisões. Não é ele [Netanyahu] quem toma as decisões", insistiu.
Não houve qualquer comentário imediato por parte do gabinete de Netanyahu.
Os ataques ameaçam ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim à guerra.
Israel bombardeou o Irão em resposta a ataque iraniano
Israel respondeu ao ataque que Teerão fez ontem à noite, contra o território israelita contra "alvos militares". De nada valeram os apelos de Donald Trump a Benjamin Netanyahu - os dois estiveram ao telefone - para que Israel se contivesse na resposta ao Irão.
As forças armadas israelitas emitiram, ao amanhecer no Irão, um breve comunicado pouco depois dos ataques terem início: "Há pouco tempo, a Força Aérea Israelita atacou alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano no oeste e no centro do Irão", relatou o comunicado, igualmente, sem adiantar outra informação.
A Casa Branca não comentou os ataques, incluindo a questão de se saber se estes foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a AP.
Irão lança mísseis contra Israel. Telavive promete resposta firme
As forças armadas israelitas anunciaram que o Irão lançou vários mísseis contra Israel. As sirenes de alerta soaram em vários locais do país e é esperada outra vaga de mísseis. Telavive prometeu uma resposta dura contra Teerão, mas Donald Trump pediu a Benjamin Netanyahu para não retaliar.
O Exército israelita informou ter identificado mísseis lançados do Irão em direção ao território de Israel, acrescentando que os sistemas de defesa estão a operar para intercetar a ameaça. O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados hoje à noite pelo Irão, num total de onze.
As autoridades indicaram que os incêndios já foram colocados sob controlo, não havendo, para já, registo de vítimas ou danos significativos.
As forças israelitas garantem que interceptaram todos os mísseis até ao momento. Este é primeiro ataque desde 8 de abril.
Um conselheiro do líder supremo do Irão confirma o ataque e diz que o país avisou repetidamente que não ia tolerar violações do cessar-fogo no Líbano.
Por indicação das autoridades israelitas, as escolas encerraram em todo o país.
Além disso, equipas dos Bombeiros e Serviços de Resgate de Israel estão a inspecionar vários locais nos Montes Golã, após terem recebido chamadas para a linha de emergência 102 na sequência deste ataque do Irão.
A Guarda Revolucionária Iraniana volta a ameaçar com mais ataques e diz que Isreal ultrapasssou todas as linhas vermelhas.
O Exército iraniano advertiu Israel de que, caso responda aos ataques realizados contra o seu território ou volte a bombardear o Líbano, "enfrentará uma resposta devastadora".
"Se [Israel] ampliar os seus ataques nessa zona [no Líbano] ou responder à ação do Irão com ataques mais devastadores e punitivos, enfrentará uma resposta devastadora contra o regime e os seus apoiantes", afirmou o chefe do Comando Unificado de Operações Khatam al-Anbiya, o major-general Ali Abdolahi, num comunicado citado pelos meios de comunicação iranianos.
O Hezbollah confirmou, entretanto, ter atingido várias posições militares no norte de Israel, poucas horas depois de um ataque israelita contra Beirute, que Israel afirmou ter realizado em resposta a disparos inimigos.
O movimento pró-iraniano indicou, num comunicado, ter atacado "uma concentração de soldados do inimigo israelita no quartel de Dovev", no norte de Israel, às 09h30 locais.
O Hezbollah reivindicou ainda o ataque, uma hora antes, a uma posição da artilharia israelita, bem como a uma concentração de soldados, também no norte do país.
Itamar Ben-Gvir reagiu ao lançamento de mísseis do Irão contra território israelita. Numa publicação nas redes sociais, o governante afirmou que "esta noite, Teerão deve arder".
הלילה טהרן חייבת לבעור!
— איתמר בן גביר (@itamarbengvir) June 7, 2026
Entretanto, primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deverá reunir-se com os principais responsáveis de segurança de Israel. Encontro que servirá para avaliar a situação e definir os próximos passos.
Segundo avança o jornal The Times of Israel, este ataque acontece depois de Israel ter bombardeado Beirute, após novas tréguas.
Trump pede a Israel que não retalie
"Estamos prestes a concluir um acordo definitivo com o Irão. Será um bom acordo. Não quero que ele vá por água abaixo por causa do que está a acontecer atualmente".
"Estamos muito perto. Diria que um acordo pode ser assinado na segunda, terça ou quarta-feira desta semana. E eis que acontece isto", disse ele, segundo o jornalista Trey Yingst, que afirma também ter falado com ele ao telefone.
Segundo a mesma fonte, Trump disse "não estar muito contente" com o ataque israelita de hoje que teve como alvo Beirute.
"Voltem à mesa das negociações e cheguem a um acordo", reforçou, dirigindo-se ao Irão, segundo a Fox News.
Numa outra declaração a uma televisão israelita, Trump assegurou que ninguém ficou ferido no ataque com mísseis.
"Se Netanyahu responder, isto vai continuar e continuar. Estamos muito perto de um acordo para pôr fim à guerra e será um bom acordo. Não quero que isto estrague o acordo. Ambas as partes atacaram. Não quero ver mais ataques", insistiu.
C/agências
100 dias de Guerra no Golfo. Conflito entre EUA e Irão ainda sem fim à vista
Donald Trump disse que só levantaria as sanções contra o Irão depois de haver acordo. O presidente norte-americano defende que o Líbano não faz parte das negociações .
Trump descarta retirada de tropas até conseguir concluir a missão no Irão
O presidente dos Estados Unidos garantiu que não tenciona retirar os cerca de 50 mil soldados destacados no âmbito do conflito contra o Irão até que seja alcançada uma solução definitiva para a região.
Numa entrevista à NBC News, gravada na sexta-feira e transmitida este domingo, Donald Trump rejeitou que o contingente militar esteja numa situação de risco.
"Não considero que as tropas estejam em perigo. Temos a melhor defesa e o melhor ataque que alguma vez se viu", afirmou Trump.
O Presidente classificou como "insensato" um eventual recuo neste momento, porque os Estados Unidos poderão "ter de utilizar" essas tropas.
Até ao momento, o balanço oficial do conflito aponta para 13 militares norte-americanos mortos em incidentes diretamente relacionados com as hostilidades, número que Donald Trump admitiu ser "demais".
Ainda assim, o Presidente relativizou o balanço, afirmando que "se olharmos para o Guerra do Vietname, onde morreram centenas de milhares de pessoas, ou para qualquer uma das últimas sete ou oito guerras (...), nós perdemos 13. É menos do que qualquer pessoa teria imaginado".
Em 01 de março, seis militares morreram após um ataque iraniano contra o porto de Shuaiba, no Kuwait. A 08 de março, outro soldado morreu na sequência de uma ofensiva de Teerão contra a base aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita.
O incidente mais recente ocorreu a 12 de março, quando seis militares morreram na queda de um avião de reabastecimento KC-135 Stratotanker da Força Aérea norte-americana no oeste do Iraque.
Guerra no Golfo. Irão acusa EUA de violarem cessar-fogo
O Irão disparou misseis e drones contra bases norte-americanas no Koweit e no Bahrein. Os Estados Unidos afirmaram terem atacado torres de comunicações e radares na costa iraniana, com Donald Trump a declarar que sairá em breve do conflito de uma forma ou de outra.