País
Guerra no Médio Oriente
Paulo Rangel visitou Beirute. "É fundamental que cessar-fogo entre Israel e Líbano seja respeitado"
O ministro dos Negócios Estrangeiros deslocou-se ao Líbano para anunciar apoio ao país. Em entrevista à RTP Notícias, Paulo Rangel recorda que Portugal sempre defendeu o diálogo entre Beirute e Jerusalém.
"Temos um cessar-fogo por dez dias, e o que é fundamental é que ele seja respeitado e que de capacidade e tempo para se fazer um acordo que possa, por um lado garantir a integridade territorial e soberania do Líbano, e por outro, aquietar as necessidades de segurança de Israel", afirmou o governante.No entanto, o cessar-fogo anunciado na quinta-feira pelo presidente norte-americano já foi violado com ataques israelitas ao Líbano.
Paulo Rangel frisa que é necessário ver a eventual violação do acordo com "muito realismo".
"Se virmos que todos os acordos de cessar-fogo, sejam no Líbano ou na região, imediatamente após a assinatura, há sempre violações esporádicas", acrescentou.
Contudo, "não tem impedido que à medida que as horas passam e que os países vão conseguindo controlar melhor a situação, ou neste caso o Hezbollah, que não se consiga que o cessar-fogo seja respeitado no essencial".Paulo Rangel defende que "para já" não há necessidade de alarme.
O governante frisou que "Portugal está a fazer diplomacia e a apoiar o Líbano na sua integridade territorial" e que o país sempre condenou os ataques de Israel.
"Qualquer violação do cessar-fogo é má. Nós não sabemos exatamente o que aconteceu, porque as notícias não são claras. Mas, independentemente disso, qualquer violação é condenável", realçou.
O governante defende ainda que o cessar-fogo deve "devolver ao Líbano a integridade territorial e a capacidade de conduzir as operações de desarmamento do Hezbollah".
Paulo Rangel frisa que é necessário ver a eventual violação do acordo com "muito realismo".
"Se virmos que todos os acordos de cessar-fogo, sejam no Líbano ou na região, imediatamente após a assinatura, há sempre violações esporádicas", acrescentou.
Contudo, "não tem impedido que à medida que as horas passam e que os países vão conseguindo controlar melhor a situação, ou neste caso o Hezbollah, que não se consiga que o cessar-fogo seja respeitado no essencial".Paulo Rangel defende que "para já" não há necessidade de alarme.
O governante frisou que "Portugal está a fazer diplomacia e a apoiar o Líbano na sua integridade territorial" e que o país sempre condenou os ataques de Israel.
"Qualquer violação do cessar-fogo é má. Nós não sabemos exatamente o que aconteceu, porque as notícias não são claras. Mas, independentemente disso, qualquer violação é condenável", realçou.
O governante defende ainda que o cessar-fogo deve "devolver ao Líbano a integridade territorial e a capacidade de conduzir as operações de desarmamento do Hezbollah".