Mundo
Guerra no Médio Oriente
"Três dias de muita violência". Ativistas portugueses chegam a Portugal na sexta-feira
Os dois ativistas portugueses detidos por Israel regressam na sexta-feira de manhã a Portugal. As famílias já conseguiram contactá-los e saber que estão bem.
Maria Beatriz Bartilotti Matos e Gonçalo Reis Dias, ambos médicos, estão bem de saúde e prestes a chegar a casa. À RTP Antena 1, as famílias disseram que os ativistas relataram três dias de muita violência às mãos das autoridades israelitas, mas que não fazem parte do grupo de pessoas que precisou de ajuda médica urgente.
A irmã de Beatriz já conversou com a ativista e garantiu que está bem.
"Ela diz que está bem. Que foram três dias de muita violência. (...) Mas ela está bem e já chega amanhã".
"Ela diz que está bem. Que foram três dias de muita violência. (...) Mas ela está bem e já chega amanhã".
O presidente da República já tinha saudado o regresso dos dois médicos portugueses que integravam a flotilha Global Sumud e foram detidos por Israel.
"Ontem mesmo visionámos humilhações públicas de seres humanos e tratamentos indignos que merecem total repúdio e condenação", afirmou o chefe de Estado, que discursava no encerramento de uma conferência sobre Portugal e a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa.
"Ontem mesmo visionámos humilhações públicas de seres humanos e tratamentos indignos que merecem total repúdio e condenação", afirmou o chefe de Estado, que discursava no encerramento de uma conferência sobre Portugal e a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa.
Na quarta-feira, o chefe de Estado recebeu no Palácio de Belém familiares dos dois portugueses, ambos médicos, Maria Beatriz Bartilotti Matos e Gonçalo Reis Dias.