Mundo
Guerra no Médio Oriente
Trump diz que memorando sobre Irão não é definitivo e ameaça retomar bombardeamentos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que o memorando de entendimento com o Irão não é definitivo e avisou que poderá retomar uma campanha de bombardeamentos.
"Não é um texto final. É um memorando de entendimento. E se eu não gostar, voltaremos a disparar contra eles, a lançar bombas sobre as suas cabeças. Se eu não gostar, se eles não se comportarem, voltaremos imediatamente a lançar bombas mesmo no meio das suas cabeças", vincou Trump na cimeira do G7, em França.
O líder norte-americano afirmou ainda que o memorando não inclui o alívio imediato das sanções contra o Irão, acrescentando que falaria sobre este assunto mais tarde.
O líder norte-americano afirmou ainda que o memorando não inclui o alívio imediato das sanções contra o Irão, acrescentando que falaria sobre este assunto mais tarde.
Esta quarta-feira, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, saudou o acordo de paz provisório entre Estados Unidos e Irão e ofereceu assistência para garantir o trânsito no estreito de Ormuz.
"Quero saudar o acordo alcançado pelo presidente Trump com o Irão. A ação dos Estados Unidos para prevenir a ameaça de um Irão com armas nucleares e para degradar suas capacidades de mísseis balísticos reforça a segurança de todos nós", declarou em conferência de imprensa na véspera da reunião de ministros da Defesa em Bruxelas.
Rutte disse que o acordo alcançado entre Washington e Teerão "oferece a oportunidade" de garantir que o Irão "nunca obtenha uma arma nuclear" e frisou a necessidade de "um grande passo adiante" para o livre trânsito marítimo pelo estreito de Ormuz.
O secretário-geral da NATO também destacou a iniciativa liderada por dois dos principais estados-membros - Reino Unido e França - para abrir a navegação naquele ponto estratégico do golfo Pérsico, referindo-se às suas capacidades de desminagem, sistemas de radar e "outras tecnologias necessárias".
Questionado sobre se a Aliança Atlântica poderia desempenhar um papel naquela missão, Rutte afirmou que está "legal e literalmente" fora do âmbito NATO, mas ressalvou que poderia haver um papel a desempenhar "se assim o desejassem".
O responsável da NATO declarou ainda que os Estados Unidos "não se estão a retirar" ao anunciarem ajustes da sua presença militar na Europa, garantindo que Washington continua comprometido com a Aliança Atlântica.
c/ Lusa
"Quero saudar o acordo alcançado pelo presidente Trump com o Irão. A ação dos Estados Unidos para prevenir a ameaça de um Irão com armas nucleares e para degradar suas capacidades de mísseis balísticos reforça a segurança de todos nós", declarou em conferência de imprensa na véspera da reunião de ministros da Defesa em Bruxelas.
Rutte disse que o acordo alcançado entre Washington e Teerão "oferece a oportunidade" de garantir que o Irão "nunca obtenha uma arma nuclear" e frisou a necessidade de "um grande passo adiante" para o livre trânsito marítimo pelo estreito de Ormuz.
O secretário-geral da NATO também destacou a iniciativa liderada por dois dos principais estados-membros - Reino Unido e França - para abrir a navegação naquele ponto estratégico do golfo Pérsico, referindo-se às suas capacidades de desminagem, sistemas de radar e "outras tecnologias necessárias".
Questionado sobre se a Aliança Atlântica poderia desempenhar um papel naquela missão, Rutte afirmou que está "legal e literalmente" fora do âmbito NATO, mas ressalvou que poderia haver um papel a desempenhar "se assim o desejassem".
O responsável da NATO declarou ainda que os Estados Unidos "não se estão a retirar" ao anunciarem ajustes da sua presença militar na Europa, garantindo que Washington continua comprometido com a Aliança Atlântica.
c/ Lusa