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Eleições no Brasil
Aécio Neves condena ataques de Lula da Silva
O candidato do PSDB à Presidência do Brasil criticou o papel de Lula da Silva na reta final da campanha para a segunda volta das eleições. Aécio Neves ficou indignado com as declarações do antigo Presidente, que comparou o seu partido aos nazis.
“O Lula não está a concorrer nestas eleições. Eu ignoro, mas lamento que um ex-Presidente da República cumpra um papel tão inexpressivo como o que ele vem a cumprir no final da campanha eleitoral. É triste para a sua própria biografia, quem perde é ele, que reduz a sua biografia com ataques torpes e absurdos como este”, afirmou Aécio Neves.
Nos últimos dias, Lula da Silva tem feito vários ataques pessoais a Aécio Neves a quem chamou de “filhinho de papai” e insinou que agride mulheres. “A tática dele é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo”, afirmou o ex-Presidente no passado sábado num comício em Belo Horizonte.
Na terça-feira, o antecessor de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, comparou o PSDB aos nazis durante a II Guerra Mundial.
Para o candidato da coligação Muda Brasil, “esta campanha vai ficar marcada na História do Brasil como a campanha da infâmia por parte dos nossos adversários. Para eles não há limites, não há limites para se manterem no poder. A campanha da minha adversária é a campanha da mentira, o seu instrumento mais vigoroso de ataque político”.
“A verdade vai vencer a mentira e as propostas vão vencer os ataques. Tenho a certeza que o Brasil novo, renovado nos seus valores e nas suas práticas vai vencer o Brasil velho e antigo que é representado por este Governo”, rematou Aécio Neves.
Nos últimos dias, Lula da Silva tem feito vários ataques pessoais a Aécio Neves a quem chamou de “filhinho de papai” e insinou que agride mulheres. “A tática dele é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo”, afirmou o ex-Presidente no passado sábado num comício em Belo Horizonte.
Na terça-feira, o antecessor de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, comparou o PSDB aos nazis durante a II Guerra Mundial.
Para o candidato da coligação Muda Brasil, “esta campanha vai ficar marcada na História do Brasil como a campanha da infâmia por parte dos nossos adversários. Para eles não há limites, não há limites para se manterem no poder. A campanha da minha adversária é a campanha da mentira, o seu instrumento mais vigoroso de ataque político”.
“A verdade vai vencer a mentira e as propostas vão vencer os ataques. Tenho a certeza que o Brasil novo, renovado nos seus valores e nas suas práticas vai vencer o Brasil velho e antigo que é representado por este Governo”, rematou Aécio Neves.