Mundo
Alguns documentos continuam secretos 54 anos após a morte de Kennedy
Meio século depois da morte de John F. Kennedy, a CIA e o FBI recomendaram ao Presidente dos Estados Unidos que alguns dos documentos que este prometera divulgar continuassem secretos. A bem da segurança nacional.
O Presidente dos Estados Unidos autorizou o arquivo nacional a permitir o acesso a 2800 ficheiros sobre a morte do Presidente John F. Kennedy, a 22 de Novembro de 1963, em Dallas.
Esta nova autorização surge depois de terminado o prazo de 25 anos, estabelecido em 1992 pelo Presidente George Bush, embora a maioria dos ficheiros tenha sido tornada pública durante a década de 90.

A maioria dos investigadores considera que o acesso a estes novos documentos não traz nada de novo sobre a morte de Kennedy, assassinado por Lee Harvey Oswald, que, segundo a versão oficial, terá agido sozinho.
Top Secret
O Presidente Trump disse que “departamentos executivos e agências pediram que algumas informações continuassem secretas por razões de segurança nacional, aplicação da lei e assuntos externos. Por agora não tenho escolha, aceitei as recomendações em vez de permitir danos irreversíveis à segurança da nossa nação”.
Segundo o jornal The Washington Post, houve pressões da CIA, do FBI e de outras agências federais para que alguns ficheiros permanecessem secretos.
Lee Harvey Oswald: a figura mistério
Segundo a teoria oficial foi o ex-marine Lee Harvey Oswald que disparou os tiros que vitimaram o Presidente John F. Kennedy.

Nos documentos agora divulgados, surge a informação de que o FBI teve conhecimento de uma ameaça de morte contra Oswald, no dia anterior ao seu assassinato.
Recorde-se que autor da morte de Kennedy foi baleado por Jack Ruby, dois dias depois da morte do Presidente dos Estados Unidos.
O todo-poderoso J. Edgar Hoover, diretor do FBI, revelou na altura que Jack Ruby, dono de uma boate em Dallas e com ligações obscuras ao mundo da máfia, agiu sozinho para vingar a morte de Kennedy.
Ligações suspeitas
Os novos documentos mostram também que a CIA intercetou uma comunicação telefónica de Lee Harvey Oswald, para a embaixada da URSS na Cidade do México. Pensa-se que terá pedido ajuda e um passaporte ao cônsul Valeriy Vladimirovich Kostikov, um agente do KGB.
Uma fonte importante da ex-União Soviética refere apenas que Oswald “era um homem neurótico e armado”.

J. Edgar Hoover manteve sempre que o FBI tinha provas das ligações do assassino de Kennedy a Cuba e à União Soviética. Por outro lado, um documento da Comissão Rockfeller menciona um plano dos Estados Unidos para eliminar Fidel Castro.
Até que ponto este plano existiu e qual a sua relação com a morte de John F. Kennedy é uma das muitas perguntas que vão continuar sem resposta.
Esta nova autorização surge depois de terminado o prazo de 25 anos, estabelecido em 1992 pelo Presidente George Bush, embora a maioria dos ficheiros tenha sido tornada pública durante a década de 90.
A maioria dos investigadores considera que o acesso a estes novos documentos não traz nada de novo sobre a morte de Kennedy, assassinado por Lee Harvey Oswald, que, segundo a versão oficial, terá agido sozinho.
Top Secret
O Presidente Trump disse que “departamentos executivos e agências pediram que algumas informações continuassem secretas por razões de segurança nacional, aplicação da lei e assuntos externos. Por agora não tenho escolha, aceitei as recomendações em vez de permitir danos irreversíveis à segurança da nossa nação”.
Segundo o jornal The Washington Post, houve pressões da CIA, do FBI e de outras agências federais para que alguns ficheiros permanecessem secretos.
Lee Harvey Oswald: a figura mistério
Segundo a teoria oficial foi o ex-marine Lee Harvey Oswald que disparou os tiros que vitimaram o Presidente John F. Kennedy.
Nos documentos agora divulgados, surge a informação de que o FBI teve conhecimento de uma ameaça de morte contra Oswald, no dia anterior ao seu assassinato.
Recorde-se que autor da morte de Kennedy foi baleado por Jack Ruby, dois dias depois da morte do Presidente dos Estados Unidos.
O todo-poderoso J. Edgar Hoover, diretor do FBI, revelou na altura que Jack Ruby, dono de uma boate em Dallas e com ligações obscuras ao mundo da máfia, agiu sozinho para vingar a morte de Kennedy.
Ligações suspeitas
Os novos documentos mostram também que a CIA intercetou uma comunicação telefónica de Lee Harvey Oswald, para a embaixada da URSS na Cidade do México. Pensa-se que terá pedido ajuda e um passaporte ao cônsul Valeriy Vladimirovich Kostikov, um agente do KGB.
Uma fonte importante da ex-União Soviética refere apenas que Oswald “era um homem neurótico e armado”.
J. Edgar Hoover manteve sempre que o FBI tinha provas das ligações do assassino de Kennedy a Cuba e à União Soviética. Por outro lado, um documento da Comissão Rockfeller menciona um plano dos Estados Unidos para eliminar Fidel Castro.
Até que ponto este plano existiu e qual a sua relação com a morte de John F. Kennedy é uma das muitas perguntas que vão continuar sem resposta.