Artur Mas condenado a dois anos de inelegibilidade por referendo à independência da Catalunha

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O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha condenou o ex-presidente do governo catalão Artur Mas a dois anos de inelegibilidade. O ex-presidente da Generalitat foi condenado por ter desobedecido à ordem do Tribunal Constitucional e mantido o referendo à independência da Catalunha que se realizou a 9 de novembro de 2014.

Para além de Artur Más, também a ex-vice-presidente Joana Ortega foi condenada a um ano e nove meses sem poder ser eleita para cargos públicos. Irene Rigau, ex-responsável da Educação no governo autonómico, também foi condenada mas a um ano e seis meses.

As penas são inferiores àquelas que eram pedidas pela procuradoria: dez anos de inelegibilidade para Artur Mas e nove para Ortega e Rigau. O El País avança que os três condenados pretendem recorrer da decisão judicial.

A consulta popular à independência da Catalunha realizou-se a 9 de novembro de 2014, tendo levado às urnas 2,3 milhões de pessoas. Mais de 80 por cento dos votantes manifestaram-se favoráveis à independência da Catalunha.

A consulta realizou-se apesar de o Tribunal Constitucional ter decretado, de forma unânime, a sua suspensão no dia 4 de novembro.

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