Mundo
Guerra na Ucrânia
Ataques russos a infraestrutura energética obrigam Kiev a fechar escolas
Com Moscovo a multiplicar os ataques às infraestruturas energéticas ucranianas, a capital do país deixou de ter capacidade para fornecer toda a cidade em pleno inverno.
O presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou o fecho das escolas da capital até fevereiro, face à incapacidade de fornecimento de energia que afeta a cidade, que apenas está a assegurar 50 por cento das necessidades dos seus cerca de 3,6 milhões de habitantes.
É a crise energética mais grave na capital desde o início da guerra.
“É a primeira vez na história da nossa cidade que, em geadas tão severas, a maior parte da cidade fica sem aquecimento e com enorme falta de eletricidade”, declarou Klitschko numa entrevista a partir do seu gabinete em Kiev.Com a rede a desmoronar-se sob bombardeamentos russos, temperaturas negativas e danos acumulados em anos de guerra, a Ucrânia acabou esta semana por declarar estado de emergência energética.
“É a primeira vez na história da nossa cidade que, em geadas tão severas, a maior parte da cidade fica sem aquecimento e com enorme falta de eletricidade”, declarou Klitschko numa entrevista a partir do seu gabinete em Kiev.Com a rede a desmoronar-se sob bombardeamentos russos, temperaturas negativas e danos acumulados em anos de guerra, a Ucrânia acabou esta semana por declarar estado de emergência energética.
Klitschko acrescentou que os aliados internacionais da Ucrânia enviaram geradores adicionais e que as equipas de reparação estão a trabalhar para restabelecer o aquecimento, depois de um ataque russo na semana passada ter deixado sem fornecimento cerca de seis mil edifícios de apartamentos.
De acordo com o presidente da Câmara de Kiev, uma centena de edifícios continuam sem aquecimento.