Báltico. F16 portugueses intercetam meia centena de aviões russos

por RTP
Além dos aviões portugueses, a Aliança Atlântica conta com caças espanhóis e franceses para garantir o patrulhamento da região Rafael Marchante - Reuters

Está a aumentar o número de interceções de aviões militares russos por caças F16 portugueses integrados na missão da NATO nos países bálticos. Desde maio, a missão de policiamento encabeçada pela Força Aérea na Lituânia registou perto de 50 incidentes.

Além dos aviões portugueses, a Aliança Atlântica conta com caças espanhóis e franceses para garantir o patrulhamento aéreo daquela região.

O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, está a visitar desde domingo o destacamento de quatro F16 e um avião P3 Orion que a Força Aérea Portuguesa mantém na Lituânia, onde está estacionado um efetivo de 116 operacionais, incluindo uma companhia de fuzileiros da Armada.

No domingo, Azeredo Lopes esteve em Klaipedia, uma cidade portuária onde uma companhia de 140 militares, incluindo 117 fuzileiros da Marinha e 23 militares para apoio logístico.

Esta companhia está destacada desde 15 de maio e vai ficar em Klaipedia até 15 de setembro para participar nas "medidas de tranquilização", delineadas pela Aliança Atlântica, tendo em conta a recente intervenção militar da Rússia no leste da Ucrânia.

Além de Azeredo Lopes, também o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, almirante Silva Ribeiro, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Manuel Rolo, e o chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Mendes Calado, visitam as Forças Nacionais Destacadas na Lituânia.
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