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Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito no Médio Oriente

"Mensagem é promover a paz". Papa Leão XIV "não teme Administração Trump"

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"Mensagem é promover a paz". Papa Leão XIV "não teme Administração Trump"

Donald Trump não poupou o líder da Igreja Católica a críticas e afirmando que era "fraco no combate ao crime e péssimo para a política externa". Em reação, o Papa Leão XIV declarou que "não tem intenção de entrar em debate" com o presidente norte-americano, nem " teme a Administração Trump". Entretanto, sem acordo com Teerão, as forças dos EUA preparam-se agora para impor um bloqueio aos portos do Irão, decisão que está a ser condenada internacionalmente. Atualizamos aqui, ao minuto, as informações sobre o conflito no Médio Oriente.

Inês Moreira Santos, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Guglielmo Mangiapane - Reuters

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Momento-Chave
RTP /

Paris e Londres vão organizar conferência para "missão multinacional pacífica"

A França vai organizar uma conferência com o Reino Unido "em breve, com países dispostos a contribuir" para "uma missão multinacional pacífica com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação" no Estreito de Ormuz, anunciou o presidente Emmanuel Macron.

"Esta missão estritamente defensiva, separada dos beligerantes, será realizada assim que a situação permitir", acrescentou o presidente francês, citado pela AFP.

Emmanuel Macron, que conversou com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer no domingo, não comentou a decisão norte-americana de impor um "bloqueio" naval nesta passagem marítima do Golfo, anunciado por Donald Trump após o fracasso das negociações entre os Estados Unidos e o Irão e com entrada em vigor prevista para segunda-feira.

Keir Starmer afirmou que não apoia este bloqueio.

Numa mensagem sobre o Dia X, o presidente francês pediu que "nenhum esforço" seja poupado para "alcançar rapidamente uma solução sólida e duradoura para o conflito no Médio Oriente através da diplomacia", "uma solução que proporcione à região uma estrutura robusta que permita a todos viver em paz e segurança".

"Para alcançar isso, todas as questões substantivas devem ser abordadas com soluções duradouras, incluindo as atividades nucleares e de mísseis balísticos do Irão e as suas ações desestabilizadoras na região, bem como garantir a retomada, o mais rápido possível, da navegação livre e desimpedida no Estreito de Ormuz e permitir que o Líbano retorne ao caminho da paz com pleno respeito à sua soberania e integridade territorial", enfatizou.
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Mariana Ribeiro Soares - RTP /

Preços do petróleo e do gás natural voltam a aumentar

Os preços do petróleo Brent e do gás natural voltaram a subir após o fim das negociações entre os EUA e o Irão, no Paquistão, e depois de o presidente dos EUA ter anunciado o bloqueio do Estreito de Ormuz.

Remo Casilli - Reuters

O preço do petróleo Brent para entrega em junho subiu, esta segunda-feira, 7,51 por cento para os 102,25 dólares e durante a madrugada chegou a atingir os 103,87 dólares.

Também o crude West Texas Intermediate (WTI) subiu 8,59 por cento para 104,86 dólares, antes da abertura oficial do mercado norte-americano.Na sexta-feira, a cotação do barril para entrega em junho terminou no mercado de futuros de Londres em baixa de 0,75 por cento, para 95,20 dólares. Por este motivo, os combustíveis ficaram mais baratos em Portugal.

Um litro de gasóleo desceu 5,5 cêntimos e a gasolina três cêntimos. É a maior descida no preço dos combustíveis desde o início do conflito no Médio Oriente.


Também o gás natural voltou a subir esta segunda-feira, com um aumento de 8,60 por cento, para 47,66 euros por megawatt-hora, embora tenha atingido 49,52 euros na abertura.

Os preços voltaram a subir após o fim das negociações entre os EUA e o Irão no Paquistão, que terminaram sem acordo este fim de semana, e depois de Donald Trump ter anunciado que os Estados Unidos iriam bloquear todas as embarcações que tentassem entrar ou sair do Estreito de Ormuz.

"O bloqueio será aplicado de forma imparcial contra navios de todas as nacionalidades que entrem ou saiam dos portos e zonas costeiras iranianas, incluindo os portos iranianos situados no Golfo da Arábia e no Golfo de Omã", a partir das 14h00 GMT (15h00 em Lisboa), segundo uma mensagem publicada pelo Comando Central (CENTCOM) dos EUA nas redes sociais.
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RTP /

Reino Unido não apoia bloqueio do Estreito de Ormuz

O primeiro-ministro britânico reiterou a posição do governo de que o Reino Unido não se envolverá num bloqueio do Estreito de Ormuz.

Em entrevista ao programa 5Live Breakfast da BBC, esta segunda-feira de manhã, Keir Starmer afirmou que todos os esforços britânicos estão concentrados neste momento em garantir a abertura completa do estreito.

“Enquanto o estreito estiver fechado ou não estiver livre para navegação como deveria, isso significa que o petróleo e o gás não estão a chegar ao mercado, o que significa que o preço está subir e todos que estão a ouvir isso estão a enfrentar contas de energia mais altas”, disse Starmer. “Eu não quero que isso aconteça. Quero que as contas de energia deles se estabilizem e diminuam".

Starmer confirmou que, embora o Reino Unido possua capacidade de desminagem na região, "todo o esforço diplomático e político está concentrado em deixar o estreito totalmente aberto".

O primeiro-ministro britânico recusou-se a adotar uma postura mais firme em relação ao conflito e a se manifestar contra Donald Trump.

Questionado sobre se responsabilizava Trump pelo aumento dos custos de energia causado pelo encerramento do Estreito de Ormuz, Starmer disse que culpava o Irão, que começou a impedir a passagem de navios e petroleiros pela hidrovia em resposta aos ataques dos EUA e de Israel.

“A culpa é do Irão, que impôs restrições ao tráfego e à circulação de embarcações no Golfo, violando o direito internacional”, disse Starmer.
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RTP /

Alemanha sentirá consequências da guerra "por muito tempo"

A Alemanha vai sentir as consequências da guerra no Médio Oriente "por muito tempo, mesmo depois de ela terminar", disse o chanceler Friedrich Merz, após anunciar medidas para aliviar o fardo sobre consumidores e empresas que enfrentam o aumento dos preços dos combustíveis.

"Estamos a preparar-nos para uma pressão considerável sobre a economia alemã por um período prolongado e, portanto, também para um fardo significativo sobre famílias e indivíduos", enfatizou o líder conservador numa conferência de imprensa em Berlim, após negociações com os social-democratas, o parceiro minoritário na coligação.
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Sara Araújo de Almeida - Antena 1 /

China e Turquia defendem via diplomática para resolver questão do Estreito de Ormuz

Começam a avolumar-se as reações negativas à decisão de Donald Trump de travar os navios em trânsito para o Irão. A China e a Turquia já vieram argumentar que a abertura do Estreito de Ormuz só pode ser conseguida pela via diplomática.

Foto: Reuters

O bloqueio está marcado para ter início às 15h00, hora de Portugal continental.

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Momento-Chave
RTP /

Papa Leão XIV "não teme Administração Trump"

Ao chegar à Argélia, o Papa Leão XIV declarou que "não tem intenção de entrar em debate" com Donald Trump. 

"Não sou político, não tenho intenção de entrar em debate com ele. A mensagem é sempre a mesma: promover a paz", disse o papa norte-americano a jornalistas a bordo do avião.

Em resposta às críticas que Trump lhe fez, o líder da Igreja Católica afirmou que “não teme a Administração Trump” e que continuará a manifestar-se.

“Não entrarei em debates. O que eu disser não pretende ser um ataque a ninguém”, declarou o Papa Leão XIV.

“Convido todas as pessoas a procurarem formas de construir pontes de paz e reconciliação, de procurarem formas de evitar a guerra sempre que possível".

O pontífice prometeu “continuar com aquilo que acredito ser a missão da Igreja no mundo de hoje”.

“Não tenho medo do governo Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do Evangelho, que é o que acredito ser minha missão, a missão da igreja. Não somos políticos, não lidamos com política externa da mesma perspectiva que ele. Mas acredito na mensagem do Evangelho, como um pacificador”.
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RTP /

"Calúnias infundadas". Pequim nega suspeitas de fornecimento militar a Teerão

A China rejeitou as notícias de que teria fornecido ou estaria a preparar-se para entregar equipamento militar ao Irão, classificando-as como "calúnias infundadas".

"A China sempre adotou uma abordagem cautelosa e responsável em relação à exportação de equipamento militar e aplicou controlos rigorosos, em conformidade com as suas leis e regulamentos de exportação, bem como com as obrigações internacionais. Repudiamos calúnias infundadas e acusações maliciosas", declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Guo Jiakun.
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RTP /

Espanha diz que bloqueio naval dos EUA "não faz sentido"

O bloqueio naval dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz "não faz sentido", declarou a ministra espanhola da Defesa, Margarita Robles: "Eu também acho que não faz sentido. É apenas mais um episódio nessa espiral descendente em que estamos mergulhados".
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Momento-Chave
RTP /

China pede navegação "sem entraves" no Estreito de Ormuz

A China pediu a restauração da navegação "sem entraves" no Estreito de Ormuz, poucas horas antes de os militares dos EUA anunciarem o bloqueio dos portos iranianos. 

"O Estreito de Ormuz é uma importante rota comercial internacional para bens e energia, e é do interesse comum da comunidade internacional manter a segurança, a estabilidade e o tráfego sem entraves nessa região", disse o porta-voz do Ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Guo Jiakun.
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RTP /

Teerão diz que restrições norte-americanas no Estreito de Ormuz "equivalem a pirataria"

Um porta-voz das Forças Armadas iranianas considerou que as restrições impostas pelos EUA a embarcações em águas internacionais são ilegais e "equivalem à pirataria". A mesma fonte adiantou que o Irão vai implementar de forma decisiva um "mecanismo permanente" para controlar o Estreito de Ormuz após as ameaças de bloqueio por parte de Washington.

Segundo a Reuters, o porta-voz disse ainda que os portos do Golfo devem ser acessíveis a todos ou a ninguém, e que nenhum porto no Golfo Pérsico ou no Golfo de Omã permanecerá seguro se os portos iranianos estiverem em perigo.
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RTP /

Governo paquistanês garante que prosseguem negociações entre EUA e Irão

O diálogo continua "na direção correta", apesar da interrupção das reuniões no domingo, de acordo com fontes do governo do Paquistão, intermediário das conversações entre Estados Unidos e Irão.

"As negociações não acabaram. Podemos dizer que estão em ponto-morto, mas não terminaram", avançaram as mesmas fontes.

Segundo o executivo de Islamabade, os representantes de EUA e da República Islâmica "concordaram com a maioria os pontos apresentados por cada um dos lados, só tendo ficado um ou dois pendentes e o processo avança na direção correta".

C/Lusa
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RTP /

Pelo menos três palestinianos mortos em Gaza após bombardeamento israelita

Israel voltou a bombardear Gaza e eelo menos três palestinianos morreram esta segunda-feira em Deir Al Balah.

A informação foi avançada pelo Hospital dos Mártires de Al Aqsa, que prestou assistência às vítimas. O exército israelita ainda não se pronunciou sobre o ataque contra o bairro de Al Mazraa, que, segundo o hospital, fez ainda vários feridos.

Na Faixa de Gaza, a trégua, que entrou em vigor a 10 de outubro, após mais de dois anos de ofensiva israelita, reduziu a intensidade dos bombardeamentos, mas pouco alterou a vida quotidiana da maioria dos habitantes, que continuam deslocados, sem acesso a serviços básicos e sob constante ameaça de violência.

C/Lusa

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Momento-Chave
Lusa /

Preço do petróleo Brent volta a ultrapassar os 100 dólares

O preço do petróleo Brent para entrega em junho subiu hoje mais de 7%, ultrapassando os 102 dólares por barril, depois de o presidente norte-americano ter anunciado que os Estados Unidos tencionam bloquear o Estreito de Ormuz.

Dado Ruvic - Reuters

Às 6h00 de hoje (hora de Lisboa), segundo dados da Bloomberg compilados pela agência de notícias espanhola EFE, o preço do petróleo Brent, referência europeia, subiu 7,51% para os 102,25 dólares e durante a madrugada chegou a atingir os 103,87 dólares.

Também o crude West Texas Intermediate (WTI) subiu 8,59% para 104,86 dólares, antes da abertura oficial do mercado norte-americano.

Na sexta-feira, a cotação do barril para entrega em junho terminou no mercado de futuros de Londres em baixa de 0,75%, para 95,20 dólares. 

Os preços do petróleo voltaram a subir após o fim das negociações entre os EUA e o Irão no Paquistão, que terminaram sem acordo este fim de semana, e depois de Donald Trump ter anunciado que os Estados Unidos iriam bloquear todas as embarcações que tentassem entrar ou sair do Estreito de Ormuz.

"O bloqueio será aplicado de forma imparcial contra navios de todas as nacionalidades que entrem ou saiam dos portos e zonas costeiras iranianas, incluindo os portos iranianos situados no Golfo da Arábia e no Golfo de Omã", a partir das 14h00 GMT (15h00 em Lisboa), segundo uma mensagem publicada pelo Comando Central (CENTCOM) dos EUA nas redes sociais.

Os EUA aconselharam os marinheiros comerciais a monitorizar os Avisos aos Navegantes e a contactar as forças navais americanas através do canal 16 de comunicação entre pontes quando estas operam no Golfo de Omã e nas proximidades do Estreito de Ormuz.

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Ponto de situação
RTP /

Bloqueio norte-americano "será implicado de forma imparcial"

  • As Forças norte-americanas propõe-se iniciar esta segunda-feira o bloqueio dos portos iranianos, na ausência de um acordo para pôr fim ao conflito. O anúncio partiu do Comando Central dos Estados Unidos. "O bloqueio será aplicado de forma imparcial contra navios de todas as nacionalidades que entrem ou saiam dos portos e zonas costeiras iranianas, incluindo os portos iranianos situados no Golfo da Arábia e no Golfo de Omã", a partir das 14h00 GMT (15h00 em Lisboa), lê-se em mensagem do CentCom nas redes sociais;


  • As delegações dos Estados Unidos e do Irão deixaram no domingo Islamabad, no Paquistão, sem chegar a acordo, ao cabo de mais de 20 horas de reuniões. Donald Trump anunciou depois que os Estados Unidos bloqueariam o Estreito de Ormuz, decisão tomada porque, nas suas palavras, Teerão recusa-se a renunciar às "ambições nucleares";


  • A Guarda Revolucionária do Irão advertiu, por sua vez, que "a aproximação de navios militares ao Estreito de Ormuz é considerada uma violação do cessar-fogo";


  • O presidente dos Estados Unidos e o seu círculo mais próximo estarão a ponderar retomar ataques militares limitados ao Irão, além do bloqueio do Estreito de Ormuz, segundo o Wall Street Journal;


  • Donald Trump lançou críticas a Leão XIV, afirmando que o Papa É “fraco no combate ao crime e péssimo para a política externa”. Este ataque ocorreu depois que Leão XIV ter denunciado a “ilusão de omnipotência” como combustível para a guerra entre Estados Unidos, Israel e o Irão;


  • O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que não foi pedido ao seu Governo que integrasse qualquer bloqueio ao Estreito de Ormuz e manifestou o desejo de que as negociações sejam retomadas;


  • Trump renovou também a ameaça de destruir as centrais de energia e outras infraestruturas civis do Irão, caso não se chegue a um acordo para encerrar a guerra. “Eu poderia acabar com o Irão num dia”, disse à Fox News no domingo;


  • O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que encabeçou a delegação de Teerão nas negociações com os Estados Unidos, desvalorizou as novas ameaças de Trump: “Se vocês lutarem, lutaremos, e se vierem com lógica, lidaremos com lógica. Não cederemos a nenhuma ameaça”.

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RTP /

Sem tréguas. Netanyahu afasta cenário de cessar-fogo no Líbano

Apesar da pressão internacional, Israel não dá sinais de recuo na frente libanesa.

Foto: Ohad Zwigenberg, Pool - EPA

O Primeiro-ministro Netanyahu veio a público assegurar a continuidade da guerra, alertando que a missão ainda não foi cumprida.

Segundo o chefe de governo, o exército mantém o foco total em operações que considera cruciais, e que estão ainda em fase de desenvolvimento.
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RTP /

Aeroportos europeus podem ficar sem combustível em menos de três semanas

O bloqueio do tráfego no estreito de Ormuz está a levar ao aumento dos preços e à escassez até de fertilizantes, o que põe em causa a produção alimentar em todo o mundo.

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RTP /

Negociações de paz fracassam em Islamabad e Trump volta às ameaças

Fracassaram as negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão.

Donald Trump garante que o maior problema para um acordo foi o programa nuclear iraniano.

O presidente dos EUA ameaça agora bloquear o Estreito de Ormuz e destruir o Irão.
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Momento-Chave
RTP /

Estreito de Ormuz pode ficar ainda mais bloqueado à navegação

Depois do fracasso das negociações em Islamabad, a Guarda Revolucionária do Irão e o presidente norte-americano, Donald Trump, iniciaram uma disputa aberta pelo controlo de Ormuz.

Trump diz que vão ser os Estados Unidos agora a bloquear a via de navegação essencial para o comércio mundial.

A Marinha de guerra iraniana avisa que a aproximação de quaisquer navios militares ao Estreito será "violação das tréguas".

Em Washington, a correspondente da RTP, Cândida Pinto, analisa o imbróglio, que pode por em causa o cessar-fogo de duas semanas.
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