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Brasil. Mais de 158 milhões de eleitores são hoje chamados às urnas
Mais de 158 milhões de brasileiros são hoje chamados às urnas para as eleições gerais do país, em que se procura também eleger o próximo Presidente, num escrutínio altamente polarizado entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
As eleições, cujo voto é obrigatório no Brasil, pretendem eleger governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais, além do próximo chefe de Estado.
As sondagens apontam para um empate técnico.
A segunda volta está prevista para 25 de outubro, caso nenhum candidato obtenha hoje os necessários mais de 50% dos votos válidos.
Concorrem ainda alguns nomes relativamente fortes como Romeu Zema, Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Renan Santos, que, em conjunto, não ultrapassam os 10% nas sondagens, mas cujos votos podem ser decisivos para levar a eleição a uma segunda volta.
O clima de tensão levou também países como o Reino Unido, o Canadá e a Alemanha a alertarem para possíveis manifestações e confrontos durante as eleições, enquanto os Estados Unidos e a Austrália suspenderam na sexta-feira o atendimento nas suas representações diplomáticas no Brasil por razões de segurança.
Em Portugal estão recenseados mais de 134.000 brasileiros que deverão votar obrigatoriamente nas eleições presidenciais de hoje, nas mesas de voto disponíveis no país.
Portugal é o segundo maior colégio eleitoral no estrangeiro, atrás dos Estados Unidos da América.
Em Lisboa, a votação decorrerá em três locais - Reitoria da Universidade de Lisboa, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. No Porto, as mesas funcionam no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). Em Faro, poderão votar na sede do consulado.
O voto é obrigatório para todos os cidadãos alfabetizados, dos 18 aos 70 anos, mesmo que estejam emigrados, sendo que estes apenas vão ajudar a eleger o Presidente e o vice-Presidente da República. A votação para governadores, deputados e senadores é restrita aos cidadãos que vivam no país.
O Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, procura a reeleição aos 80 anos e o seu quarto mandato, enquanto o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro, tenta devolver o poder ao campo bolsonarista, quatro anos depois da derrota do pai contra o mesmo adversário.
A segunda volta está prevista para 25 de outubro, caso nenhum candidato obtenha hoje os necessários mais de 50% dos votos válidos.
Concorrem ainda alguns nomes relativamente fortes como Romeu Zema, Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Renan Santos, que, em conjunto, não ultrapassam os 10% nas sondagens, mas cujos votos podem ser decisivos para levar a eleição a uma segunda volta.
O clima de tensão levou também países como o Reino Unido, o Canadá e a Alemanha a alertarem para possíveis manifestações e confrontos durante as eleições, enquanto os Estados Unidos e a Austrália suspenderam na sexta-feira o atendimento nas suas representações diplomáticas no Brasil por razões de segurança.
Em Portugal estão recenseados mais de 134.000 brasileiros que deverão votar obrigatoriamente nas eleições presidenciais de hoje, nas mesas de voto disponíveis no país.
Portugal é o segundo maior colégio eleitoral no estrangeiro, atrás dos Estados Unidos da América.
Em Lisboa, a votação decorrerá em três locais - Reitoria da Universidade de Lisboa, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. No Porto, as mesas funcionam no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). Em Faro, poderão votar na sede do consulado.
Em Lisboa estão inscritos cerca de 79.000 eleitores, no Porto são mais de 47.000 e em Faro perto de 9.000.