Mundo
Guerra no Médio Oriente
China e Paquistão reforçam apoio ao Irão após ameaça norte-americana
A relação económica, militar e diplomática entre os países não sairá beliscada, confirmaram dois representantes da China e do Paquistão, horas depois da ameaça dos Estados Unidos de um plano de asfixia económica e de isolamento ao regime iraniano e seus parceiros.
Apesar de estar envolvido noutros dois conflitos, o Paquistão tornou-se um importante mediador da tensão entre os Estados Unidos e o Irão. O chefe do exército paquistanês revelou, esta terça-feira, que mantém-se em contacto com o regime iraniano, com o objetivo de prevenir uma nova escalada do conflito.
O Estreito de Ormuz, objeto de divergência entre norte-americanos e iranianos, mantém-se encerrado, em resposta ao bloqueio naval dos EUA. Em comunicado, o Paquistão assume que procura negociar a reabertura do canal.
O tráfego de navios de mercadorias pelo Estreito de Ormuz caiu para os valores mais baixos dos últimos três meses, revelam os dados preliminares sobre a circulação marítima, também divulgados esta terça-feira.
A mensagem do Estado paquistanês surge poucas horas após o anúncio de um “dia D económico”, que colocaria em prática o plano norte-americano de cortar “todos os recursos económicos” que “mantêm vivo o regime tirânico iraniano”, bem como a todos os seus aliados que não participem nas sanções.
A China também tornou público que a cooperação com o Irão se mantém sem interferências, apesar do pedido de Donald Trump a todos os líderes mundiais para que fossem eliminados os laços com Teerão.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lin Jian, explicou que a China vai tomar as medidas necessárias para salvaguardar os seus próprios direitos e interesses.
O anúncio norte-americano foi desvalorizado pelo presidente do parlamento do Irão, que considerou “absurdas” as ameaças de Washington.
"Os parceiros comerciais do Irão deixaram-nos claro, tanto nos media como através de mensagens, que não levam estas declarações a sério", confirmou Mohammad Bagher Ghalibaf.
O Estreito de Ormuz, objeto de divergência entre norte-americanos e iranianos, mantém-se encerrado, em resposta ao bloqueio naval dos EUA. Em comunicado, o Paquistão assume que procura negociar a reabertura do canal.
O tráfego de navios de mercadorias pelo Estreito de Ormuz caiu para os valores mais baixos dos últimos três meses, revelam os dados preliminares sobre a circulação marítima, também divulgados esta terça-feira.
A mensagem do Estado paquistanês surge poucas horas após o anúncio de um “dia D económico”, que colocaria em prática o plano norte-americano de cortar “todos os recursos económicos” que “mantêm vivo o regime tirânico iraniano”, bem como a todos os seus aliados que não participem nas sanções.
A China também tornou público que a cooperação com o Irão se mantém sem interferências, apesar do pedido de Donald Trump a todos os líderes mundiais para que fossem eliminados os laços com Teerão.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lin Jian, explicou que a China vai tomar as medidas necessárias para salvaguardar os seus próprios direitos e interesses.
O anúncio norte-americano foi desvalorizado pelo presidente do parlamento do Irão, que considerou “absurdas” as ameaças de Washington.
"Os parceiros comerciais do Irão deixaram-nos claro, tanto nos media como através de mensagens, que não levam estas declarações a sério", confirmou Mohammad Bagher Ghalibaf.