Mundo
Ciclone Kenneth. Aumenta número de vítimas em Moçambique
Subiu para cinco o número de mortes causadas pela passagem do ciclone Kenneth no norte de Moçambique. O balanço foi atualizado este sábado, em Pemba, pelo primeiro-ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário. Há ainda registo de perto de 3500 habitações danificadas pelo fenómeno.
O ciclone Kenneth, que se abateu na passada quinta-feira sobre o norte de Moçambique, fez uma vítima mortal em Pemba. Causou ainda uma morte no distrito de Macomia e outras duas na ilha do Ibo. O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades de Moçambique refere também dois feridos.O ciclone fez cair a ponte sobre o Rio Muangamula. São também esperadas cheias causadas pela subida do caudal do Rio Messalo.
As operações de socorro estão a ser levadas a cabo por 230 operacionais humanitários, com o apoio de três helicópteros e dez barcos.
Na província a norte de Cabo Delgado, as populações estão neste momento privadas de eletricidade. Há cerca de 3500 casas parcial ou completamente destruídas.
Mais de 18 mil pessoas estão abrigadas em 22 centros de acomodação.
Lavínia Leal - RTP
O Kenneth atingiu a região setentrional de Moçambique com a categoria quatro, a segunda mais acentuada, com ventos contínuos de 225 quilómetros por hora e rajadas de 270 quilómetros por hora, segundo dados do OCHA - Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários.
O ciclone perdeu força, mas está a provocar inundações, pelo que o risco de deslizamentos é alto. As autoridades moçambicanas apelaram, por isso, às populações de locais próximos dos rios Muangamula e Messalo para que procurem terrenos mais elevados.
Segundo a UNICEF, há 368 mil crianças em situação de risco naquele país africano, ainda a braços com os efeitos devastadores do Idai, que fez pelo menos 603 mortos.
“O solo está saturado com chuva e os rios já estão a aumentar, por isso a emergência pode piorar com cheias nos próximos dias”, advertiu Michel Le Pechou, representante da UNICEF em Moçambique.
A organização, acrescentou Le Pechou, está “profundamente preocupada” com as comunidades de Cabo Delgado, face à escala da tempestade.
c/ agências
As operações de socorro estão a ser levadas a cabo por 230 operacionais humanitários, com o apoio de três helicópteros e dez barcos.
Na província a norte de Cabo Delgado, as populações estão neste momento privadas de eletricidade. Há cerca de 3500 casas parcial ou completamente destruídas.
Mais de 18 mil pessoas estão abrigadas em 22 centros de acomodação.
Lavínia Leal - RTP
O Kenneth atingiu a região setentrional de Moçambique com a categoria quatro, a segunda mais acentuada, com ventos contínuos de 225 quilómetros por hora e rajadas de 270 quilómetros por hora, segundo dados do OCHA - Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários.
O ciclone perdeu força, mas está a provocar inundações, pelo que o risco de deslizamentos é alto. As autoridades moçambicanas apelaram, por isso, às populações de locais próximos dos rios Muangamula e Messalo para que procurem terrenos mais elevados.
Segundo a UNICEF, há 368 mil crianças em situação de risco naquele país africano, ainda a braços com os efeitos devastadores do Idai, que fez pelo menos 603 mortos.
“O solo está saturado com chuva e os rios já estão a aumentar, por isso a emergência pode piorar com cheias nos próximos dias”, advertiu Michel Le Pechou, representante da UNICEF em Moçambique.
A organização, acrescentou Le Pechou, está “profundamente preocupada” com as comunidades de Cabo Delgado, face à escala da tempestade.
c/ agências