Mais atualizações
As consultas não presenciais aumentaram 65% em relação ao ano anterior.
Os profissionais de saúde consideram que esta é a altura certa para preparar o inverno e um eventual segundo surto.
O aeroporto de Lisboa perdeu nove milhões de passageiros no primeiro semestre do ano. Os números do grupo francês Vinci Airports, são divulgados hoje Jornal de Negócios.
A quebra mais acentuada registou-se no segundo trimestre do ano, com as restrições impostas pela pandemia
Entre abril e junho de 2019 tinham passado pelo aeroporto Humberto Delgado mais de oito milhões de passageiros. Este ano o número foram apenas 243 mil.
Um estudo da Unicef revela que pelo menos 40 milhões de crianças em todo o mundo, em idade pré-escolar, não tiveram acesso à educação num ano crítico para estas crianças, devido ao fecho de creches e outras instituições de ensino.
O fecho dos serviços deu também lugar a uma crise mais profunda para as famílias de crianças pequenas, principalmente em países de baixo e médio rendimento, muitas das quais deixaram de ter acesso a serviços de proteção social.
Antes da pandemia, os cuidados e a educação precoce de baixa qualidade ou inacessíveis, obrigaram muitos pais a deixar crianças pequenas em ambientes inseguros e pouco estimulantes numa altura crítica para o seu desenvolvimento – mais de 35 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade, são deixadas, por vezes, sem supervisão de adultos.
Num universo de 166 países, menos de metade (50 por cento) oferece programas pré-escolares gratuitos de pelo menos um ano. Este valor cai para apenas 15 por cento nos países de baixo rendimento.
Muitas crianças pequenas que permanecem em casa não brincam nem aprendem o suficiente para um desenvolvimento saudável. Em 54 países de baixo e médio rendimento com dados recentes, cerca de 40 por cento das crianças entre os 3 e os 5 anos de idade não estavam a receber estímulos sócio emocionais e cognitivos de nenhum adulto no seu agregado familiar.
Segundo o relatório, a falta de opções de cuidados infantis e de acesso a educação pré-escolar também deixa muitos pais, principalmente mães que trabalham no sector informal, sem outra opção, a não ser levar os seus filhos pequenos para o trabalho.
Mais de nove em cada dez mulheres em África e quase sete em cada dez na Ásia e no Pacífico trabalham no sector informal e têm acesso limitado proteção social. Muitos pais ficam presos a estes empregos pouco seguros e mal pagos, contribuindo para ciclos inter-geracionais de pobreza, alerta o relatório.
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00h19 - TC procura perceber resposta à covid-19
O Tribunal de Contas considera insuficiente a informação sobre os gastos com as medidas de resposta à covid-19 e recomenda ao Governo que quantifique o impacto desagregado de todas essas medidas, incluindo a receita que deixa de ser arrecadada.
O Tribunal de Contas considera insuficiente a informação sobre os gastos com as medidas de resposta à covid-19 e recomenda ao Governo que quantifique o impacto desagregado de todas essas medidas, incluindo a receita que deixa de ser arrecadada.
23h47 - Brasil regista novo recorde com 67.860 casos
O país registou nas últimas 24 horas o maior número diário contabilizado desde que o primeiro caso foi notificado no país, a 26 de fevereiro.
O Brasil é o segundo país mais afetado pela pandemia de covid-19 em todo o mundo, totalizando agora 2.227.514 casos.
No último dia, foram também registadas 1.284 mortes, que elevam para 82.771 o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus no Brasil.
O país registou nas últimas 24 horas o maior número diário contabilizado desde que o primeiro caso foi notificado no país, a 26 de fevereiro.
O Brasil é o segundo país mais afetado pela pandemia de covid-19 em todo o mundo, totalizando agora 2.227.514 casos.
No último dia, foram também registadas 1.284 mortes, que elevam para 82.771 o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus no Brasil.
20h57 - Milhares de consultas presenciais adiadas
As consultas não presenciais aumentaram 65% em relação ao ano anterior.
Os profissionais de saúde consideram que esta é a altura certa para preparar o inverno e um eventual segundo surto.
20h31 - Angola com mais três mortes e 33 novas infeções
Angola registou mais três mortes e 33 novas infeções, num total de 812 casos positivos e 33 óbitos desde o início da pandemia.
20h17 - Cabo Verde com mais 47 casos
O país registou mais 47 casos de infeção pelo novo coronavírus, distribuídos pelas ilhas de Santiago e Sal, e aumentou para 2.154 o total acumulado de infeções desde o início da pandemia.
No mesmo dia, o país registou mais 32 doentes recuperados da doença, totalizando 1.132 pessoas (52,2%) que já tiveram alta hospitalar.
19h28 - Mais de 15 milhões de infetados em todo o mundo
De acordo com o último balanço da agência France-Presse, a pandemia já infetou mais de 15 milhões de pessoas e provocou a morte a mais de 615 mil.
De acordo com a AFP, há pelo menos 15.007.291 contágios registados desde o início da pandemia e 617.603 óbitos declarados.
Pelo menos 8.351.373 pessoas são consideradas curadas.
Pelo menos 8.351.373 pessoas são consideradas curadas.
18h20 - Vacinas só na segunda metade de 2021, avisa a OMS
O responsável pelo programa de Emergências Sanitárias da Organização Mundial de Saúde afirmou esta quarta-feira que não haverá vacinas para a Covid-19 antes da segunda metade de 2021, apesar de "sinais de esperança" nos testes clínicos a decorrer.
Numa sessão de perguntas e respostas, Michael Ryan afirmou que é preciso "realismo nas expectativas" em relação a uma vacina e que terão que ser tomadas "todas as precauções" para garantir que é absolutamente segura.
"De forma realista, não teremos pessoas a serem vacinadas até à segunda metade do próximo ano", afirmou.
17h52 - Espanha regista 730 novos casos
O país registou mais 730 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, um aumento acentuado de mais 201 contágios em relação aos 529 de terça-feira. É o número mais elevado desde o fim do estado de emergência, há um mês.
O relatório divulgado hoje com a situação epidemiológica atualizou o
total de pessoas infetadas desde o início da pandemia para 267.551.
Por outro lado, são agora 28.426 o número total de óbitos devido à pandemia, dos quais dois nas últimas 24 horas e 12 nos últimos sete dias.
17h26 - Mais 282 novos casos em Itália
A Itália registou 282 novos casos de contágio da doença Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 245.032 infetados desde o início da pandemia no país.
As autoridades sanitárias italianas registaram também mais nove mortes associados à pandemia do novo coronavírus, elevando o total para 35.082 óbitos.
Atualmente, 12.322 infetados ativos, tendo sido considerados curados, nas últimas 24 horas, mais 197 pessoas.
16h42 - Reino Unido com mais 79 mortos
O Reino Unido registou 79 mortos de Covid-19 e 560 novos casos de infeção nas últimas 24 horas, de acordo com as autoridades de saúde britânicas.
No total, desde o início da pandemia de Covid-19 morreram 45.501 pessoas no Reino Unido entre os 296.377 casos de contágio verificados por teste, indicou a direção-geral de Saúde de Inglaterra.
16h27 – Boletim da DGS pode ser alterado e ter “outras informações”
O boletim apresenta o número total de infetados por conselho, explicou o subdiretor da DGS que ainda acrescentou que está a ser estudada a possibilidade de ter “um boletim com outras informações”.
O boletim apresenta o número total de infetados por conselho, explicou o subdiretor da DGS que ainda acrescentou que está a ser estudada a possibilidade de ter “um boletim com outras informações”.
16h25 – Há sequelas mas “num número reduzido” de doentes, diz DGS
Já foram reportadas algumas situações de sequelas do novo coronavírus à DGS, afirmou Diogo Cruz. Não se sabe “a dimensão e a duração” destas, mas têm ocorrido “num número reduzido de pessoas”.
“Vamos ter de esperar (…) para conseguir perceber se esta doença deixa sequelas ou não”, avançou Diogo Cruz. “As sequelas imediatas a um quadro infecioso viral, acontecem na maioria dos casos infeciosos gerais”, explicou.
O subdiretor assegura que os médicos e especialistas estão a acompanhar e a avaliar estas situações.
16h20 - Medicamentos. "Não existe nenhuma carência digna de registo"
Questionada sobre a indisponibilidade temporária do medicamento Victan 2mg, a secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, diz que essa situação foi sinalizada pelo Infarmed e que já estão a ser desenvolvidos "todos os esforços no sentido de repor esse reabastecimento".
Jamila Madeira acrescentou ainda que existe terapêutica alternativa e que essa deve ser indicada pelos profissionais de saúde.
Sobre a eventual escassez de outros medicamentos, a secretária de Estado garante que há uma reserva estratégica de medicamentos de maior consumo que é monitorizada e que, para além do Victan 2mg, "não existe nenhuma carência digna de registo".
16h16 – 12 funcionários da Lisnave infetados
Sobre o surto da empresa Lisnave, Diogo Cruz afirmou que foram testados 72 funcionários e que 12 deram positivo à Covid-19. Quanto à tripulação do navio, para já, todos testaram negativo, garantiu ainda o subdiretor da DGS.
Sobre o surto da empresa Lisnave, Diogo Cruz afirmou que foram testados 72 funcionários e que 12 deram positivo à Covid-19. Quanto à tripulação do navio, para já, todos testaram negativo, garantiu ainda o subdiretor da DGS.
16h13 – Inverno da Austrália é barómetro, mas a Covid-19 não é um “gripe vulgar”
A Direção-Geral da Saúde tem uma equipa de “epidemic intelligence” que avalia a situação fora de Portugal e as “ameaças potenciais” para o país, segundo explicou Diogo Cruz.
“É um processo rotineiro”, acrescentou o subdiretor da DGS. “A Austrália tem inverno primeiro que nós e, portanto, dá-nos uma ideia do que poderá ser o nosso inverno”.
“É, naturalmente, um barómetro porque é um país francamente desenvolvido”, continuou. No entanto, é necessária uma “certa margem de manobra e pensar que a Covid não se está a comportar exatamente como a gripe vulgar que não há no verão”.
“Nós estamos a ter covid em perfeitos períodos de verão, em vários países do mundo. Aliás, Portugal é um deles”, frisou Diogo Cruz.
A Direção-Geral da Saúde tem uma equipa de “epidemic intelligence” que avalia a situação fora de Portugal e as “ameaças potenciais” para o país, segundo explicou Diogo Cruz.
“É um processo rotineiro”, acrescentou o subdiretor da DGS. “A Austrália tem inverno primeiro que nós e, portanto, dá-nos uma ideia do que poderá ser o nosso inverno”.
“É, naturalmente, um barómetro porque é um país francamente desenvolvido”, continuou. No entanto, é necessária uma “certa margem de manobra e pensar que a Covid não se está a comportar exatamente como a gripe vulgar que não há no verão”.
“Nós estamos a ter covid em perfeitos períodos de verão, em vários países do mundo. Aliás, Portugal é um deles”, frisou Diogo Cruz.
16h11 – Vacina da BCG não é fator único na “incidência” da Covid-19
O subdiretor da Direção-Geral da Saúde, Diogo Cruz, afirmou que a Organização Mundial de Saúde está a acompanhar dois ensaios clínicos para a vacina do BCG, mas que ainda não conhecidos os resultados.
“Um ensaio clínico, bem feito e controlado, (…) demora anos”, começou por dizer Diogo Cruz. Mas, “pela emergência e pela necessidade de termos resultados, temos feito ensaios com um grau de validade menos fiável, mas é a evidência que temos à data e temos que a usar”.
Embora alguns estudo indiquem que nos países onde a vacina da BCG, contra a tuberculose, não está integrada no Plano Nacional de Vacinação a “incidência” da Covid-19 era diferente, o subdiretor da DGS diz que existem outros fatores.
“Basta pensar que se compararmos dois países que a têm a vacinação da BCG, a incidência não é igual”. Assim como acontece quando comparados dois países que integram esta vacina.
“O número de fatores confluentes é tão grande que é difícil tirar conclusões”, acrescentou.
16h09 - Voos que chegam a Portugal
Em resposta aos jornalistas, a secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, refere que as informações ao dispor do Governo confirmam que os passageiros que viajem para Portugal sem um teste negativo nas 72 horas anteriores são encaminhados para o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que fica encarregue de realizar esses testes.
Sobre os cidadãos que não realizaram testes na chegada ao aeroporto e também não tinham qualquer teste realizado, o SEF identificou esses cidadãos para seguimento por parte das autoridades de saúde. Jamila Madeira diz que se trata de um número “residual” de casos.
Em resposta aos jornalistas, a secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, refere que as informações ao dispor do Governo confirmam que os passageiros que viajem para Portugal sem um teste negativo nas 72 horas anteriores são encaminhados para o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que fica encarregue de realizar esses testes.
Sobre os cidadãos que não realizaram testes na chegada ao aeroporto e também não tinham qualquer teste realizado, o SEF identificou esses cidadãos para seguimento por parte das autoridades de saúde. Jamila Madeira diz que se trata de um número “residual” de casos.
16h06 - Conferência de imprensa
Na conferência de imprensa de atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus, a secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, reconheceu a “importância vital” do investimento na saúde, de forma a fazer frente à Covid-19 sem descurar os restantes cuidados aos utentes.
Jamila Madeira anunciou a criação de um grupo de trabalho que vai estabelecer um planeamento plurianual para a distribuição e utilização dos recursos no Serviço Nacional de Saúde.
15h50 - Mais cinco mortos, 252 casos e 230 recuperados nas últimas 24 horas
Portugal regista esta quarta-feira mais cinco óbitos e 252 novos casos de infeção por Covid-19. Desde o início da pandemia registaram-se 49.150 casos de infeção e 1.702 mortes. Houve ainda registo de 33.999 casos dados como recuperados, dos quais 230 nas últimas 24 horas.
A região de Lisboa e Vale do Tejo registou mais 215 infetados (93 por cento) e mais quatro mortos nas últimas 24 horas.
15h09 - Angola avisa todos os passageiros com destino a Portugal para fazerem testes
O consulado de Angola em Lisboa está a recomendar a todos os que viagem de Luanda para Portugal que façam testes laboratoriais de "despiste da infeção por SARS-CoV-2" antes de voarem.
Num comunicado publicado no sítio da internet do consulado, as autoridades angolanas recordam que, além dos cidadãos com residência na União Europeia e no espaço Schengen, "será igualmente permitida a entrada de nacionais de países terceiros em viagem por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias, de acordo com o princípio da reciprocidade".
"Estes casos devem ser validados pelo Consulado Geral de Portugal em Luanda, através do envio do pedido para consulado.luanda@mne.pt", refere-se no comunicado.
"Por razões de controlo sanitário, passou a ser exigido a todos os passageiros destes voos a apresentação de um comprovativo de teste laboratorial para despiste da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas últimas 72 horas antes do embarque, sob pena de lhes ser recusada a entrada em território nacional", indica o consulado de Angola.
Os cidadãos nacionais e estrangeiros com "residência em Portugal que excecionalmente não sejam portadores de realização do teste acima referido, serão submetidos, à chegada a território nacional, ao referido teste a expensas próprias", avisa a representação diplomática de Luanda em Lisboa.
No entanto, "estão isentos da apresentação do comprovativo do teste covid-19 os cidadãos estrangeiros em trânsito por Portugal com destino aos seus países, desde que não saiam da zona internacional do aeroporto, salvo se o agravamento da situação epidemiológica assim o determinar", acrescenta-se ainda.
Na semana passada, passageiros de dois voos oriundos de Angola e Moçambique foram confrontados com a necessidade de apresentarem testes de covid-19 à chegada a Lisboa.
O consulado de Angola em Lisboa está a recomendar a todos os que viagem de Luanda para Portugal que façam testes laboratoriais de "despiste da infeção por SARS-CoV-2" antes de voarem.
Num comunicado publicado no sítio da internet do consulado, as autoridades angolanas recordam que, além dos cidadãos com residência na União Europeia e no espaço Schengen, "será igualmente permitida a entrada de nacionais de países terceiros em viagem por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias, de acordo com o princípio da reciprocidade".
"Estes casos devem ser validados pelo Consulado Geral de Portugal em Luanda, através do envio do pedido para consulado.luanda@mne.pt", refere-se no comunicado.
"Por razões de controlo sanitário, passou a ser exigido a todos os passageiros destes voos a apresentação de um comprovativo de teste laboratorial para despiste da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas últimas 72 horas antes do embarque, sob pena de lhes ser recusada a entrada em território nacional", indica o consulado de Angola.
Os cidadãos nacionais e estrangeiros com "residência em Portugal que excecionalmente não sejam portadores de realização do teste acima referido, serão submetidos, à chegada a território nacional, ao referido teste a expensas próprias", avisa a representação diplomática de Luanda em Lisboa.
No entanto, "estão isentos da apresentação do comprovativo do teste covid-19 os cidadãos estrangeiros em trânsito por Portugal com destino aos seus países, desde que não saiam da zona internacional do aeroporto, salvo se o agravamento da situação epidemiológica assim o determinar", acrescenta-se ainda.
Na semana passada, passageiros de dois voos oriundos de Angola e Moçambique foram confrontados com a necessidade de apresentarem testes de covid-19 à chegada a Lisboa.
15h00 - Cenário da agência de saúde pública da Suécia prevê mais 3.000 mortes
A agência de saúde pública sueca revelou hoje que a Suécia poderá ter de registar mais 3 mil mortes resultantes da covid-19, segundo um de três cenários avaliados em função do número de surtos ativos no país.
A Suécia apresenta já um dos piores balanços do mundo quanto ao número de óbitos por cada 100 mil habitantes, com um registo de 56 e a alteração do total de mortes resultantes da pandemia colocará o país no topo da lista.
As previsões constam de um dos três cenários considerados pela agência de saúde pública, que atraiu a atenção de todo o mundo pela abordagem menos rigorosa contra o novo coronavírus.
O relatório da pandemia na Suécia conta hoje com 5.646 mortes e 78.166 casos confirmados, colocando o país nórdico no pelotão dos países mais afetados, mesmo quando as autoridades apontam para uma desaceleração de novos casos, incluindo graves e óbitos.
Segundo a agência de saúde pública sueca, o cenário mais provável passa pela ocorrência de diferentes surtos pelo país, o que seria mais ou menos fácil de conter.
Um cenário já “visto noutras partes do mundo e que parece seguir o caminho habitual da covid-19”, afirmou o epidemiologista-chefe Anders Tegnell.
A agência de saúde pública sueca revelou hoje que a Suécia poderá ter de registar mais 3 mil mortes resultantes da covid-19, segundo um de três cenários avaliados em função do número de surtos ativos no país.
A Suécia apresenta já um dos piores balanços do mundo quanto ao número de óbitos por cada 100 mil habitantes, com um registo de 56 e a alteração do total de mortes resultantes da pandemia colocará o país no topo da lista.
As previsões constam de um dos três cenários considerados pela agência de saúde pública, que atraiu a atenção de todo o mundo pela abordagem menos rigorosa contra o novo coronavírus.
O relatório da pandemia na Suécia conta hoje com 5.646 mortes e 78.166 casos confirmados, colocando o país nórdico no pelotão dos países mais afetados, mesmo quando as autoridades apontam para uma desaceleração de novos casos, incluindo graves e óbitos.
Segundo a agência de saúde pública sueca, o cenário mais provável passa pela ocorrência de diferentes surtos pelo país, o que seria mais ou menos fácil de conter.
Um cenário já “visto noutras partes do mundo e que parece seguir o caminho habitual da covid-19”, afirmou o epidemiologista-chefe Anders Tegnell.
14h40 - Confinamento identificou os alunos que mais precisam da escola presencial
Os alunos mais novos, com mais carências, portadores de deficiência ou em risco de maus-tratos são os que a covid-19 revelou que mais precisam de uma escola presencial, afirmou hoje o secretário de Estado Adjunto e da Educação.
João Costa falava durante a sessão de abertura do 5.º Encontro dos Professores do Ensino Português no Estrangeiro, organizado pelo Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com transmissão online.
Segundo o governante, existem “grupos específicos de alunos, para quem a escola não pode deixar de ser presencial”.
São eles os alunos “mais novos, com mais carências e maior dependência, porque por vezes não há família por trás para apoiar, crianças e jovens com deficiência e crianças e jovens em risco de maus tratos ou situações mais vulneráveis”.
Esta foi uma das várias lições do confinamento imposto pela luta contra a covid-19, disse.
“[A pandemia] não nos trouxe grandes novidades sobre a educação, simplesmente pôs aquilo que já sabíamos debaixo do microscópio e aquilo que já eram problemas para todos nós no sistema educativo tornaram-se gigantes e muito visíveis”, prosseguiu.
Além do papel da escola e da educação enquanto fator crucial para levar conhecimento às crianças, jovens e adultos, a pandemia fez sobressair a sua “função social”.
Os alunos mais novos, com mais carências, portadores de deficiência ou em risco de maus-tratos são os que a covid-19 revelou que mais precisam de uma escola presencial, afirmou hoje o secretário de Estado Adjunto e da Educação.
João Costa falava durante a sessão de abertura do 5.º Encontro dos Professores do Ensino Português no Estrangeiro, organizado pelo Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com transmissão online.
Segundo o governante, existem “grupos específicos de alunos, para quem a escola não pode deixar de ser presencial”.
São eles os alunos “mais novos, com mais carências e maior dependência, porque por vezes não há família por trás para apoiar, crianças e jovens com deficiência e crianças e jovens em risco de maus tratos ou situações mais vulneráveis”.
Esta foi uma das várias lições do confinamento imposto pela luta contra a covid-19, disse.
“[A pandemia] não nos trouxe grandes novidades sobre a educação, simplesmente pôs aquilo que já sabíamos debaixo do microscópio e aquilo que já eram problemas para todos nós no sistema educativo tornaram-se gigantes e muito visíveis”, prosseguiu.
Além do papel da escola e da educação enquanto fator crucial para levar conhecimento às crianças, jovens e adultos, a pandemia fez sobressair a sua “função social”.
14h26 - EUA vão comprar 100 milhões de doses de uma vacina germano-americana
Os EUA vão pagar cerca de 1,7 mil milhões de euros por 100 milhões de doses de uma vacina do novo coronavírus, desenvolvida por uma parceria germano-americana, anunciaram hoje as autoridades e laboratórios.
“O Governo dos EUA fez um pedido inicial de 100 milhões de doses, pagando 1,95 mil milhões de dólares (cerca de 1,7 mil milhões de euros) e pode adquirir até 500 milhões de doses adicionais”, disseram as empresas Biontech e Pfizer, que devem iniciar os ensaios clínicos da vacina muito em breve.
O secretário de Saúde dos EUA, Alex Azar, já confirmou a informação, lembrando que a vacina deverá ainda ser aprovada pelas autoridades sanitárias, antes de ser distribuída.
O acordo faz parte do programa governamental Warp Speed, lançado pelo Presidente Donald Trump, que abrange a compra de várias vacinas, que estão a ser desenvolvidas em simultâneo, contra o novo coronavírus.
Sob esta iniciativa, o Governo dos EUA está a promover o desenvolvimento de vacinas, de forma a poder comprar o número suficiente de doses, logo que estejam disponíveis e aprovadas.
Os EUA vão pagar cerca de 1,7 mil milhões de euros por 100 milhões de doses de uma vacina do novo coronavírus, desenvolvida por uma parceria germano-americana, anunciaram hoje as autoridades e laboratórios.
“O Governo dos EUA fez um pedido inicial de 100 milhões de doses, pagando 1,95 mil milhões de dólares (cerca de 1,7 mil milhões de euros) e pode adquirir até 500 milhões de doses adicionais”, disseram as empresas Biontech e Pfizer, que devem iniciar os ensaios clínicos da vacina muito em breve.
O secretário de Saúde dos EUA, Alex Azar, já confirmou a informação, lembrando que a vacina deverá ainda ser aprovada pelas autoridades sanitárias, antes de ser distribuída.
O acordo faz parte do programa governamental Warp Speed, lançado pelo Presidente Donald Trump, que abrange a compra de várias vacinas, que estão a ser desenvolvidas em simultâneo, contra o novo coronavírus.
Sob esta iniciativa, o Governo dos EUA está a promover o desenvolvimento de vacinas, de forma a poder comprar o número suficiente de doses, logo que estejam disponíveis e aprovadas.
14h15 - Pandemia já provocou mais de 615 mil mortes e quase 15 milhões de infetados
A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 616.965 mortos em todo o mundo, entre os 14.977.470 casos de infeção diagnosticados, segundo um balanço da agência France Presse (AFP) baseado em dados oficiais.
Pelo menos 8.338.900 pessoas conseguiram curar-se da doença, em 196 países e territórios desde o início da pandemia, de acordo com dados da AFP, às 10:00.
Na terça-feira, foram registados 6.089 novos óbitos e 237.419 novos casos em todo o mundo. Os países com o maior número de novos mortos registados na terça-feira foram o Brasil (1.367), os Estados Unidos (947) e o México (915).
Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortos como em casos, com 142.068 mortos em 3.902.135 casos registados, segundo a contagem da Universidade John Hopkins, que indica que neste país pelo menos 1.182.018 pessoas já foram consideradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 81.487 mortos em 2.159.654 casos, o Reino Unido, com 45.422 mortos (295.817 casos), o México, com 40.400 mortos (356.255), e a Itália, com 35.073 mortos em 244.752 casos.
Entre os países mais afetados, a Bélgica é o que concentra um maior número de mortos em relação à sua população, com 85 mortos por cada 100 mil habitantes, seguida pelo Reino Unido (67), Espanha (61), Itália (58) e Suécia (56).
A China, sem contabilizar os territórios de Macau e Hong Kong, declarou oficialmente 83.707 casos (14 novos entre terça-feira e hoje), dos quais 4.634 mortos (0 novos) e 78.840 curados.
A Europa totalizava hoje, ao meio-dia, 206.251 mortos em 2.988.151 casos, a América Latina e Caraíbas 167.347 mortes em 3.955.571 casos, os Estados Unidos e o Canadá 150.960 mortes (4.013.645 casos), a Ásia 52.729 mortes (2.166.106 casos), o Médio Oriente 23.784 mortes (1.038.665 casos), a África 15.737 mortes (751.307 casos) e a Oceânia 157 mortes em 14.523 casos.
Segundo a AFP, o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de contaminações, dado que alguns países testam apenas os casos mais graves, outros utilizam testes prioritários para a triagem e vários países mais pobres dispõem de capacidades limitadas de despistagem.
O balanço da AFP foi realizado a partir de dados recolhidos pelos escritórios da agência junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A pandemia de Covid-19 já provocou pelo menos 616.965 mortos em todo o mundo, entre os 14.977.470 casos de infeção diagnosticados, segundo um balanço da agência France Presse (AFP) baseado em dados oficiais.
Pelo menos 8.338.900 pessoas conseguiram curar-se da doença, em 196 países e territórios desde o início da pandemia, de acordo com dados da AFP, às 10:00.
Na terça-feira, foram registados 6.089 novos óbitos e 237.419 novos casos em todo o mundo. Os países com o maior número de novos mortos registados na terça-feira foram o Brasil (1.367), os Estados Unidos (947) e o México (915).
Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortos como em casos, com 142.068 mortos em 3.902.135 casos registados, segundo a contagem da Universidade John Hopkins, que indica que neste país pelo menos 1.182.018 pessoas já foram consideradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 81.487 mortos em 2.159.654 casos, o Reino Unido, com 45.422 mortos (295.817 casos), o México, com 40.400 mortos (356.255), e a Itália, com 35.073 mortos em 244.752 casos.
Entre os países mais afetados, a Bélgica é o que concentra um maior número de mortos em relação à sua população, com 85 mortos por cada 100 mil habitantes, seguida pelo Reino Unido (67), Espanha (61), Itália (58) e Suécia (56).
A China, sem contabilizar os territórios de Macau e Hong Kong, declarou oficialmente 83.707 casos (14 novos entre terça-feira e hoje), dos quais 4.634 mortos (0 novos) e 78.840 curados.
A Europa totalizava hoje, ao meio-dia, 206.251 mortos em 2.988.151 casos, a América Latina e Caraíbas 167.347 mortes em 3.955.571 casos, os Estados Unidos e o Canadá 150.960 mortes (4.013.645 casos), a Ásia 52.729 mortes (2.166.106 casos), o Médio Oriente 23.784 mortes (1.038.665 casos), a África 15.737 mortes (751.307 casos) e a Oceânia 157 mortes em 14.523 casos.
Segundo a AFP, o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de contaminações, dado que alguns países testam apenas os casos mais graves, outros utilizam testes prioritários para a triagem e vários países mais pobres dispõem de capacidades limitadas de despistagem.
O balanço da AFP foi realizado a partir de dados recolhidos pelos escritórios da agência junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
14h10 - Açores com mais um doente recuperado e sem novos casos
O número de casos positivos ativos de Covid-19 caiu para oito nos Açores, depois de se registar uma recuperação e de as análises realizadas nas últimas 24 horas não terem revelado novos casos, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a Autoridade de Saúde Regional dá nota de "um caso de recuperação", de uma mulher, "de 42 anos, residente na ilha de São Miguel", e adianta que não foram detetados novos casos nas 1.293 análises realizadas nas últimas 24 horas.
Assim, a região mantém oito casos positivos ativos, seis na ilha de São Miguel, um na Terceira o outro na ilha das Flores.
Desde o início do surto, foram detetados na região 161 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, tendo-se registado 16 mortes de pessoas infetadas.
O número de casos positivos ativos de Covid-19 caiu para oito nos Açores, depois de se registar uma recuperação e de as análises realizadas nas últimas 24 horas não terem revelado novos casos, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a Autoridade de Saúde Regional dá nota de "um caso de recuperação", de uma mulher, "de 42 anos, residente na ilha de São Miguel", e adianta que não foram detetados novos casos nas 1.293 análises realizadas nas últimas 24 horas.
Assim, a região mantém oito casos positivos ativos, seis na ilha de São Miguel, um na Terceira o outro na ilha das Flores.
Desde o início do surto, foram detetados na região 161 casos de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, tendo-se registado 16 mortes de pessoas infetadas.
14h02 - Comissão Europeia apoia com 100 milhões de euros investigação para vacinas
A Comissão Europeia anunciou hoje a alocação de 100 milhões de euros a um projeto de investigação de vacinas contra a covid-19, verba que se soma aos 15,9 mil milhões de euros já anunciados para testes e outros tratamentos.
Em comunicado, o executivo comunitário divulga que "cofinanciará com 100 milhões de euros um concurso lançado pela Coligação para Inovações em Preparação para Epidemias para apoiar o rápido desenvolvimento de vacinas contra o novo coronavírus", naquele que é um novo projeto de um centro de investigação para tentar acelerar a descoberta deste tipo de tratamentos para a covid-19.
A comissária europeia da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, frisa serem "necessários tratamentos e vacinas eficientes para eliminar o perigo do coronavírus", pelo que esta verba da Comissão Europeia visa que este projeto "desenvolva rapidamente potenciais e promissoras vacinas".
Sediada na Noruega, esta é uma parceria global criada em 2017 para desenvolver vacinas para prevenir futuras epidemias, que está a trabalhar para criar possíveis vacinas contra o novo coronavírus, bem como para assegurar que estas estejam prontas para serem produzidas em escala, em colaboração com parceiros da indústria.
O apoio hoje anunciado é dado ao abrigo do programa comunitário de investigação Horizonte 2020.
A Comissão Europeia anunciou hoje a alocação de 100 milhões de euros a um projeto de investigação de vacinas contra a covid-19, verba que se soma aos 15,9 mil milhões de euros já anunciados para testes e outros tratamentos.
Em comunicado, o executivo comunitário divulga que "cofinanciará com 100 milhões de euros um concurso lançado pela Coligação para Inovações em Preparação para Epidemias para apoiar o rápido desenvolvimento de vacinas contra o novo coronavírus", naquele que é um novo projeto de um centro de investigação para tentar acelerar a descoberta deste tipo de tratamentos para a covid-19.
A comissária europeia da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, frisa serem "necessários tratamentos e vacinas eficientes para eliminar o perigo do coronavírus", pelo que esta verba da Comissão Europeia visa que este projeto "desenvolva rapidamente potenciais e promissoras vacinas".
Sediada na Noruega, esta é uma parceria global criada em 2017 para desenvolver vacinas para prevenir futuras epidemias, que está a trabalhar para criar possíveis vacinas contra o novo coronavírus, bem como para assegurar que estas estejam prontas para serem produzidas em escala, em colaboração com parceiros da indústria.
O apoio hoje anunciado é dado ao abrigo do programa comunitário de investigação Horizonte 2020.
13h59 - Centro de Crise alerta que Bélgica deve “agir rapidamente” face a aumento de casos
A Bélgica está a registar um aumento significativo de novos casos da doença covid-19, nomeadamente entre as faixas etárias mais jovens, e deve “agir rapidamente” para evitar novas medidas de confinamento, avisou hoje o Centro Nacional de Crise belga.
“Temos de evitar o efeito bola de neve antes que provoque uma nova avalanche", advertiu um porta-voz da entidade, Boudewijn Catry.
Entre os dias 12 e 18 de julho, o número de novas infeções pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na Bélgica aumentou 89%, com uma média diária de 184 novos casos diagnosticados, contra os 98 que eram verificados na semana anterior.
“São pessoas mais jovens, entre os 20 e os 59 anos, que foram infetadas durante festas ou em aglomerados com outras pessoas”, precisou o mesmo porta-voz, numa referência aos novos casos diagnosticados no território belga.
"Os mais velhos não são os mais afetados e devemos continuar a protegê-los", reforçou.
Na terça-feira, 178 doentes com covid-19 estavam hospitalizados na Bélgica, dos quais 35 encontram-se em unidades de cuidados intensivos.
A Bélgica está a registar um aumento significativo de novos casos da doença covid-19, nomeadamente entre as faixas etárias mais jovens, e deve “agir rapidamente” para evitar novas medidas de confinamento, avisou hoje o Centro Nacional de Crise belga.
“Temos de evitar o efeito bola de neve antes que provoque uma nova avalanche", advertiu um porta-voz da entidade, Boudewijn Catry.
Entre os dias 12 e 18 de julho, o número de novas infeções pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na Bélgica aumentou 89%, com uma média diária de 184 novos casos diagnosticados, contra os 98 que eram verificados na semana anterior.
“São pessoas mais jovens, entre os 20 e os 59 anos, que foram infetadas durante festas ou em aglomerados com outras pessoas”, precisou o mesmo porta-voz, numa referência aos novos casos diagnosticados no território belga.
"Os mais velhos não são os mais afetados e devemos continuar a protegê-los", reforçou.
Na terça-feira, 178 doentes com covid-19 estavam hospitalizados na Bélgica, dos quais 35 encontram-se em unidades de cuidados intensivos.
13h52- Ordem dos Médicos Norte defende preparação atempada do SNS para o inverno
O presidente da Ordem dos Médicos do Norte defendeu hoje que a tutela deve preparar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) para as necessidades do inverno, sugerindo o regresso dos hospitais de campanha para dar resposta à covid-19.
"A possibilidade de (no inverno) vir a aumentar o número de infetados e também o número de doentes que necessitam de cuidados é um risco muito real. A tutela, nomeadamente a ARS-N (Administração Regional de Saúde do Norte), deveria já estar a programar o inverno. É fundamental que se comece a pensar nos internamentos no inverno, em eventuais hospitais de retaguarda para se houver um número excessivo de internamentos possamos alocar os menos graves para esses espaços. Seja pela gripe ou pela covid-19, o importante é que estejamos preparados para o inverno", disse António Araújo.
O presidente da Ordem dos Médicos do Norte, que falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Hospital Magalhães Lemos, no Porto, apelou a uma "preparação atempada" para "o que possa acontecer de pior", mas ao mesmo tempo mostrou-se otimista face aos números atuais relacionados com a pandemia do novo coronavírus.
"Na região Norte os números estão perfeitamente controlados. Não existe um aumento do número de internamentos, pelo contrário, esse número tem-se mantido mais ou menos estável e em números muito reduzidos, quer ao nível do internamento geral, quer ao nível de internamento nos cuidados intensivos", disse.
António Araújo deixou, no entanto, uma mensagem cautelosa e reiterou apelos a cuidados e medidas de prevenção.
"Esta é uma situação que varia rapidamente. Há que manter o cuidado e as medidas de proteção, manter a máscara e lavar as mãos frequentemente de forma a mantermos este cuidado e os números reduzidos", sublinhou.
O presidente da Ordem dos Médicos do Norte defendeu hoje que a tutela deve preparar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) para as necessidades do inverno, sugerindo o regresso dos hospitais de campanha para dar resposta à covid-19.
"A possibilidade de (no inverno) vir a aumentar o número de infetados e também o número de doentes que necessitam de cuidados é um risco muito real. A tutela, nomeadamente a ARS-N (Administração Regional de Saúde do Norte), deveria já estar a programar o inverno. É fundamental que se comece a pensar nos internamentos no inverno, em eventuais hospitais de retaguarda para se houver um número excessivo de internamentos possamos alocar os menos graves para esses espaços. Seja pela gripe ou pela covid-19, o importante é que estejamos preparados para o inverno", disse António Araújo.
O presidente da Ordem dos Médicos do Norte, que falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Hospital Magalhães Lemos, no Porto, apelou a uma "preparação atempada" para "o que possa acontecer de pior", mas ao mesmo tempo mostrou-se otimista face aos números atuais relacionados com a pandemia do novo coronavírus.
"Na região Norte os números estão perfeitamente controlados. Não existe um aumento do número de internamentos, pelo contrário, esse número tem-se mantido mais ou menos estável e em números muito reduzidos, quer ao nível do internamento geral, quer ao nível de internamento nos cuidados intensivos", disse.
António Araújo deixou, no entanto, uma mensagem cautelosa e reiterou apelos a cuidados e medidas de prevenção.
"Esta é uma situação que varia rapidamente. Há que manter o cuidado e as medidas de proteção, manter a máscara e lavar as mãos frequentemente de forma a mantermos este cuidado e os números reduzidos", sublinhou.
13h44 - Bolsonaro volta a testar positivo
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, realizou um novo exame laboratorial na terça-feira, cujo resultado indicou que continua infetado pelo coronavírus, divulgou hoje o Palácio do Planalto.
Numa nota, o Governo brasileiro destacou que "Bolsonaro continua em boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipa médica da Presidência da República. O teste realizado pelo presidente no dia de ontem, 21, apresentou resultado positivo".
Bolsonaro anunciou no último dia 07 que recebeu diagnóstico positivo para a covid-19, afirmou que cumpriria isolamento social para não infetar outras pessoas e passou a fazer reuniões por videoconferência.
O Presidente brasileiro, de 65 anos, sempre demonstrou ceticismo sobre o perigo da doença, que chegou a comparar com uma "gripezinha".
Na terça-feira, o chefe de Estado saiu da sua residência oficial em Brasília, o Palácio do Alvorada, para conversar com um pequeno grupo de apoiantes e fez uma transmissão ao vivo na rede social Facebook.
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, realizou um novo exame laboratorial na terça-feira, cujo resultado indicou que continua infetado pelo coronavírus, divulgou hoje o Palácio do Planalto.
Numa nota, o Governo brasileiro destacou que "Bolsonaro continua em boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipa médica da Presidência da República. O teste realizado pelo presidente no dia de ontem, 21, apresentou resultado positivo".
Bolsonaro anunciou no último dia 07 que recebeu diagnóstico positivo para a covid-19, afirmou que cumpriria isolamento social para não infetar outras pessoas e passou a fazer reuniões por videoconferência.
O Presidente brasileiro, de 65 anos, sempre demonstrou ceticismo sobre o perigo da doença, que chegou a comparar com uma "gripezinha".
Na terça-feira, o chefe de Estado saiu da sua residência oficial em Brasília, o Palácio do Alvorada, para conversar com um pequeno grupo de apoiantes e fez uma transmissão ao vivo na rede social Facebook.
13h40 - Diplomacia portuguesa espera que Irlanda evolua nas restrições
O ministro dos Negócios Estrangeiros espera que a Irlanda evolua no sentido de incluir Portugal na lista de países seguros, mas explica que o país não pertence ao espaço Schengen e tem uma política muito restritiva.
O ministro dos Negócios Estrangeiros espera que a Irlanda evolua no sentido de incluir Portugal na lista de países seguros, mas explica que o país não pertence ao espaço Schengen e tem uma política muito restritiva.
13h35- Japão alivia restrições e permite entrada de alguns residentes estrangeiros
O Japão decidiu hoje permitir a entrada de mais residentes estrangeiros, aliviando as restrições de imigração devido a covid-19, começando com trabalhadores e estudantes, no dia em que círculos empresariais europeus e norte-americanos demonstraram preocupação pela situação.
A entrada no território vai ter alguns requisitos, como um teste negativo à covid-19 antes da chegada ao país, e vai ser escalonada, segundo disse o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em reunião com o grupo de trabalho de gestão da pandemia.
Abe, que não especificou desde quando vão ser aplicadas essas exceções, assinalou também que está a considerar deixar entrar de forma limitada e durante um curto período de tempo empresários da Europa e dos Estados Unidos, e que vão começar negociações com mais 12 países e regiões para retomar as viagens de negócios bilaterais.
Entre os territórios com os quais Tóquio vai negociar estão a China, Coreia do Sul, Taiwan, Hong Kong, Macau, Brunei ou Birmânia.
O Japão conseguiu chegar a acordo hoje com o Vietname e a Tailândia para aliviar as restrições e permitir a retoma de viagens "até final de julho", mas manteve a exigência de uma quarentena de 14 dias, conforme anunciado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
As negociações também estão em curso com a Austrália e Nova Zelândia, países que os nipónicos consideram ter o vírus sob controlo.
Ainda hoje, antes de Abe anunciar o alivio das medidas, os círculos empresariais europeus e norte-americanos no país lamentaram a persistência da proibição de entrada de estrangeiros, mesmo os que residem no país, acreditando que essa medida prejudica a sua atividade.
Enquanto os japoneses são convidados a observar uma quarentena de 15 dias no regresso ao país, os residentes estrangeiros no Japão não podiam regressar se tivessem saído, exceto em certos casos "humanitários" (urgência familiar, por exemplo) devidamente justificados.
O Japão decidiu hoje permitir a entrada de mais residentes estrangeiros, aliviando as restrições de imigração devido a covid-19, começando com trabalhadores e estudantes, no dia em que círculos empresariais europeus e norte-americanos demonstraram preocupação pela situação.
A entrada no território vai ter alguns requisitos, como um teste negativo à covid-19 antes da chegada ao país, e vai ser escalonada, segundo disse o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em reunião com o grupo de trabalho de gestão da pandemia.
Abe, que não especificou desde quando vão ser aplicadas essas exceções, assinalou também que está a considerar deixar entrar de forma limitada e durante um curto período de tempo empresários da Europa e dos Estados Unidos, e que vão começar negociações com mais 12 países e regiões para retomar as viagens de negócios bilaterais.
Entre os territórios com os quais Tóquio vai negociar estão a China, Coreia do Sul, Taiwan, Hong Kong, Macau, Brunei ou Birmânia.
O Japão conseguiu chegar a acordo hoje com o Vietname e a Tailândia para aliviar as restrições e permitir a retoma de viagens "até final de julho", mas manteve a exigência de uma quarentena de 14 dias, conforme anunciado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
As negociações também estão em curso com a Austrália e Nova Zelândia, países que os nipónicos consideram ter o vírus sob controlo.
Ainda hoje, antes de Abe anunciar o alivio das medidas, os círculos empresariais europeus e norte-americanos no país lamentaram a persistência da proibição de entrada de estrangeiros, mesmo os que residem no país, acreditando que essa medida prejudica a sua atividade.
Enquanto os japoneses são convidados a observar uma quarentena de 15 dias no regresso ao país, os residentes estrangeiros no Japão não podiam regressar se tivessem saído, exceto em certos casos "humanitários" (urgência familiar, por exemplo) devidamente justificados.
12h58 - Governo vai compensar CP por perdas de 150 milhões
O ministro das Infraestruturas e da Habitação afirmou esta quarta-feira, no Entroncamento, que o Estado terá de compensar a CP pelas perdas encaixadas no contexto da pandemia, montantes que a empresa avalia na ordem dos 150 milhões de euros.
Pedro Nuno Santos, que se delocou às oficinas da CP no Entroncamento, onde estão a ser recuperadas unidades, desde logo para a Linha de Sintra, afirmou que o Estado "tem de fazer justiça à CP" e pagar à empresa pelo serviço que lhe é imposto.
"A CP sofre com a Covid e com um subfinanciamento crónico. Nós normalmente vamos ouvindo que a CP é um buraco, custa muito dinheiro ao país. A verdade é que a CP tem trabalhado ao longo dos anos sem receber do Estado aquilo que é seu por direito", enfatizou.
Ao lado do presidente da CP, Nuno Freitas, antes de uma viagem numa Unidade Quádrupla Elétrica, que vai reforçar a frota de comboios ao serviço na Linha Urbana de Sintra, o governante quis destacar o facto de, "pela primeira vez na história" da empresa, existir um contrato de serviço público, que estabelece as obrigações de ambas as partes.
"O Estado não fará nenhum favor à CP. A partir de agora vai pagar à CP pelo serviço que faz. Daqui para a frente vamos ter um contrato de serviço público que vai dar um valor justo à CP".
12h28 - Fiscais das "secretas" alertam para aumento exponencial de ciberataques
O conselho de fiscalização das "secretas" admite que a pandemia fez acelerar "exponencialmente" no primeiro semestre do ano o "registo de ciberataques" até "como meio da própria espionagem, sabotagem, subversão e criminalidade organizada e grave".
A avaliação, sem mais pormenores, dado tratar-se de um documento não classificado, é feita no relatório do primeiro semestre de 2020 do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República (CFSIRP), com a data de 15 de julho, publicado no seu "site", na parte em que analisa a atuação do Serviço de Informações de Segurança (SIS).
Dado que o último relatório, referente a 2019, é de abril, e face "à situação muito peculiar" causada pela pandemia, o conselho optou por reafirmar "as avaliações, apreciações, preocupações e propostas" nesse documento, e focar a atenção nos desafios colocados aos serviços pelo surto epidémico que afeta o mundo deste o início do ano.
E reafirma que "a covid-19 deve ser encarada como um assunto de segurança nacional", com todas as consequências para a necessidade de respostas por parte dos serviços de informações, em Portugal e no mundo.
Os tempos de pandemia, lê-se no texto, "aceleraram exponencialmente (como era perfeitamente previsível) o registo de ciberataques", também como meio da própria espionagem, sabotagem, subversão e criminalidade organizada e grave".
Para o conselho, é criado "perigo real e iminente para o desempenho de processos e funcionamento de infraestruturas críticas à vida coletiva" ou para "captura ilícita de informações".
O CFSIRP tem a competência de fiscalizar a atividade dos serviços de informação portugueses - Serviço de Informações de Segurança (SIS) e Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED).
O ministro das Infraestruturas e da Habitação afirmou esta quarta-feira, no Entroncamento, que o Estado terá de compensar a CP pelas perdas encaixadas no contexto da pandemia, montantes que a empresa avalia na ordem dos 150 milhões de euros.
Pedro Nuno Santos, que se delocou às oficinas da CP no Entroncamento, onde estão a ser recuperadas unidades, desde logo para a Linha de Sintra, afirmou que o Estado "tem de fazer justiça à CP" e pagar à empresa pelo serviço que lhe é imposto.
"A CP sofre com a Covid e com um subfinanciamento crónico. Nós normalmente vamos ouvindo que a CP é um buraco, custa muito dinheiro ao país. A verdade é que a CP tem trabalhado ao longo dos anos sem receber do Estado aquilo que é seu por direito", enfatizou.
Ao lado do presidente da CP, Nuno Freitas, antes de uma viagem numa Unidade Quádrupla Elétrica, que vai reforçar a frota de comboios ao serviço na Linha Urbana de Sintra, o governante quis destacar o facto de, "pela primeira vez na história" da empresa, existir um contrato de serviço público, que estabelece as obrigações de ambas as partes.
"O Estado não fará nenhum favor à CP. A partir de agora vai pagar à CP pelo serviço que faz. Daqui para a frente vamos ter um contrato de serviço público que vai dar um valor justo à CP".
12h28 - Fiscais das "secretas" alertam para aumento exponencial de ciberataques
O conselho de fiscalização das "secretas" admite que a pandemia fez acelerar "exponencialmente" no primeiro semestre do ano o "registo de ciberataques" até "como meio da própria espionagem, sabotagem, subversão e criminalidade organizada e grave".
A avaliação, sem mais pormenores, dado tratar-se de um documento não classificado, é feita no relatório do primeiro semestre de 2020 do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República (CFSIRP), com a data de 15 de julho, publicado no seu "site", na parte em que analisa a atuação do Serviço de Informações de Segurança (SIS).
Dado que o último relatório, referente a 2019, é de abril, e face "à situação muito peculiar" causada pela pandemia, o conselho optou por reafirmar "as avaliações, apreciações, preocupações e propostas" nesse documento, e focar a atenção nos desafios colocados aos serviços pelo surto epidémico que afeta o mundo deste o início do ano.
E reafirma que "a covid-19 deve ser encarada como um assunto de segurança nacional", com todas as consequências para a necessidade de respostas por parte dos serviços de informações, em Portugal e no mundo.
Os tempos de pandemia, lê-se no texto, "aceleraram exponencialmente (como era perfeitamente previsível) o registo de ciberataques", também como meio da própria espionagem, sabotagem, subversão e criminalidade organizada e grave".
Para o conselho, é criado "perigo real e iminente para o desempenho de processos e funcionamento de infraestruturas críticas à vida coletiva" ou para "captura ilícita de informações".
O CFSIRP tem a competência de fiscalizar a atividade dos serviços de informação portugueses - Serviço de Informações de Segurança (SIS) e Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED).
12h15 - Número de mortos em África sobe para 15.600 em mais de 746 mil casos
O número de mortos em África devido à Covid-19 subiu hoje para 15.600, mais 182 nas últimas 24 horas, em cerca de 746 mil infetados, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de casos positivos subiu para 746.492, mais cerca de dez mil nas últimas 24 horas, havendo 396.781 pessoas recuperadas, mais 4.883.
A África Austral regista o maior número de casos (396.609) e 5.672 mortos, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais infetados e mais mortos em todo o continente, com 381.798 casos e 5.368 vítimas mortais.
O Norte de África é a região com mais mortes (6.025), tendo 139.891 infeções.
A África Ocidental contabiliza 1.617 mortos e 110.994 casos, a África Oriental regista 1.425 vítimas mortais em 58.428 casos, enquanto na África Central há 861 mortos e 43.570 infeções.
Depois da África do Sul, o Egito é o segundo país com mais vítimas mortais (4.339) e 89.078 casos, seguindo-se a Argélia, com 1.091 mortos e 23.671 infetados.
Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 805 mortos e 37.081 casos positivos, e o Sudão, com 693 mortes e 10.992 infetados (este último sem atualização das últimas 24 horas).
Em relação aos países africanos lusófonos e segundo dados das autoridades locais, Cabo Verde é o que tem mais infeções (2.107, dos quais 21 mortes), enquanto Angola lidera em termos de vítimas mortais - 30 mortos entre os 779 casos diagnosticados.
A Guiné-Bissau regista 1.949 casos positivos, que resultaram em 26 mortes, enquanto Moçambique contabiliza 1.536 casos e 11 vítimas mortais.
São Tomé e Príncipe tem 746 casos de infeção pelo novo coronavírus, que causou 14 mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC, embora as autoridades equato-guineenses relatem menos casos positivos (2.350) e o mesmo número de falecimentos.
O primeiro caso de Covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.
O número de mortos em África devido à Covid-19 subiu hoje para 15.600, mais 182 nas últimas 24 horas, em cerca de 746 mil infetados, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia no continente.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de casos positivos subiu para 746.492, mais cerca de dez mil nas últimas 24 horas, havendo 396.781 pessoas recuperadas, mais 4.883.
A África Austral regista o maior número de casos (396.609) e 5.672 mortos, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais infetados e mais mortos em todo o continente, com 381.798 casos e 5.368 vítimas mortais.
O Norte de África é a região com mais mortes (6.025), tendo 139.891 infeções.
A África Ocidental contabiliza 1.617 mortos e 110.994 casos, a África Oriental regista 1.425 vítimas mortais em 58.428 casos, enquanto na África Central há 861 mortos e 43.570 infeções.
Depois da África do Sul, o Egito é o segundo país com mais vítimas mortais (4.339) e 89.078 casos, seguindo-se a Argélia, com 1.091 mortos e 23.671 infetados.
Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 805 mortos e 37.081 casos positivos, e o Sudão, com 693 mortes e 10.992 infetados (este último sem atualização das últimas 24 horas).
Em relação aos países africanos lusófonos e segundo dados das autoridades locais, Cabo Verde é o que tem mais infeções (2.107, dos quais 21 mortes), enquanto Angola lidera em termos de vítimas mortais - 30 mortos entre os 779 casos diagnosticados.
A Guiné-Bissau regista 1.949 casos positivos, que resultaram em 26 mortes, enquanto Moçambique contabiliza 1.536 casos e 11 vítimas mortais.
São Tomé e Príncipe tem 746 casos de infeção pelo novo coronavírus, que causou 14 mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC, embora as autoridades equato-guineenses relatem menos casos positivos (2.350) e o mesmo número de falecimentos.
O primeiro caso de Covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.
12h00 - Espanha tem 224 surtos ativos estando a maioria deles controlados
Espanha tem 224 surtos ativos de Covid-19, mais 23 do que há dois dias, com 2.622 casos positivos da doença associados, estando a maioria deles controlados, disse hoje o ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa.
Espanha tem 224 surtos ativos de Covid-19, mais 23 do que há dois dias, com 2.622 casos positivos da doença associados, estando a maioria deles controlados, disse hoje o ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa.
O responsável governamental explicou hoje no parlamento espanhol que a maioria dos surtos estão ligados à atividade da apanha da fruta e a espaços onde as medidas de prevenção são descuidadas, tais como o ambiente familiar e a vida noturna.
"Existem instrumentos adequados para conter os surtos e a maioria deles estão controlados", disse Illa, que reconheceu que a situação é "especialmente preocupante" nas comunidades autónomas da Catalunha e de Aragão.
O ministro fez um apelo aos cidadãos para não perderem o respeito pelo vírus e assinalou que a evolução da pandemia no mundo "não está a correr bem".
Os países como Espanha, afirmou Salvador Illa, que conseguiram conter o vírus, encontram-se todos na mesma situação, com "surtos que têm de ser detetados de forma precoce", como está a ser feito "na maioria dos casos em Espanha".
"Existem instrumentos adequados para conter os surtos e a maioria deles estão controlados", disse Illa, que reconheceu que a situação é "especialmente preocupante" nas comunidades autónomas da Catalunha e de Aragão.
O ministro fez um apelo aos cidadãos para não perderem o respeito pelo vírus e assinalou que a evolução da pandemia no mundo "não está a correr bem".
Os países como Espanha, afirmou Salvador Illa, que conseguiram conter o vírus, encontram-se todos na mesma situação, com "surtos que têm de ser detetados de forma precoce", como está a ser feito "na maioria dos casos em Espanha".
11h44 - Estudo estima custos de 544 milhões de euro com a pandemia na Madeira
Os custos globais com a pandemia da Covid-19 na Madeira em 2020 e 2021 vão ascender a 544 milhões de euros, segundo um estudo encomendado pelo Governo Regional referido hoje pelo vice-presidente do executivo.
"As principais conclusões do estudo do impacto da Covid-19 na região apresentam uma estimativa global dos custos globais para 2020 e 2021 que ascendem a 544 milhões de euros", declarou Pedro Calado no plenário da Assembleia Legislativa da Madeira, no início do debate da proposta do Orçamento Suplementar da região.
A proposta de Orçamento Suplementar apresentada pelo executivo de coligação PSD/CDS-PP adiciona 287,7 milhões de euros ao valor aprovado para 2020, passando de 1.743 milhões de euros para 2.030 milhões.
O governante madeirense apontou que "a solução imposta pelo Estado para ajudar a região, apenas através do endividamento, é claramente insuficiente para fazer face às despesas previstas com o impacto nos próximos anos" desta crise pandémica.
Os custos globais com a pandemia da Covid-19 na Madeira em 2020 e 2021 vão ascender a 544 milhões de euros, segundo um estudo encomendado pelo Governo Regional referido hoje pelo vice-presidente do executivo.
"As principais conclusões do estudo do impacto da Covid-19 na região apresentam uma estimativa global dos custos globais para 2020 e 2021 que ascendem a 544 milhões de euros", declarou Pedro Calado no plenário da Assembleia Legislativa da Madeira, no início do debate da proposta do Orçamento Suplementar da região.
A proposta de Orçamento Suplementar apresentada pelo executivo de coligação PSD/CDS-PP adiciona 287,7 milhões de euros ao valor aprovado para 2020, passando de 1.743 milhões de euros para 2.030 milhões.
O governante madeirense apontou que "a solução imposta pelo Estado para ajudar a região, apenas através do endividamento, é claramente insuficiente para fazer face às despesas previstas com o impacto nos próximos anos" desta crise pandémica.
11h20 - Taxa de desemprego em Macau ascende a três por cento, com impacto sobretudo no turismo
A taxa de desemprego em Macau já ultrapassou os 3%, com impacto sobretudo no turismo, pilar da economia e gravemente afetado devido à pandemia da covid-19, disse hoje à Lusa a diretora dos Serviços de Turismo.
“A taxa de desemprego em Macau subiu durante os últimos meses”, afirmou Maria Helena de Senna Fernandes, em entrevista à Lusa.
“Sabemos nós que agora já ultrapassou os 3%”, revelou, esperando que os dados não piorem no território que sofre dos efeitos socioeconómicos causados pela pandemia desde meados de janeiro de 2020.
Os últimos dados oficiais das autoridades de Macau, em finais de junho, apontavam para uma taxa de desemprego até maio de 2,4%, sendo que os números agora revelados pela responsável da diretora dos Serviços de Turismo (DST) representam uma subida de mais de 0,6 pontos percentuais.
“Tivemos durante muito anos taxas de desemprego com menos de 2% e esta subida já é violenta para muita gente”, sublinhou Maria Helena de Senna Fernandes, acrescentando que “todos os setores foram afetados desta vez”.
No setor do turismo, detalhou, houve um grande efeito, porque está praticamente parado há mais de seis meses.
A taxa de desemprego em Macau já ultrapassou os 3%, com impacto sobretudo no turismo, pilar da economia e gravemente afetado devido à pandemia da covid-19, disse hoje à Lusa a diretora dos Serviços de Turismo.
“A taxa de desemprego em Macau subiu durante os últimos meses”, afirmou Maria Helena de Senna Fernandes, em entrevista à Lusa.
“Sabemos nós que agora já ultrapassou os 3%”, revelou, esperando que os dados não piorem no território que sofre dos efeitos socioeconómicos causados pela pandemia desde meados de janeiro de 2020.
Os últimos dados oficiais das autoridades de Macau, em finais de junho, apontavam para uma taxa de desemprego até maio de 2,4%, sendo que os números agora revelados pela responsável da diretora dos Serviços de Turismo (DST) representam uma subida de mais de 0,6 pontos percentuais.
“Tivemos durante muito anos taxas de desemprego com menos de 2% e esta subida já é violenta para muita gente”, sublinhou Maria Helena de Senna Fernandes, acrescentando que “todos os setores foram afetados desta vez”.
No setor do turismo, detalhou, houve um grande efeito, porque está praticamente parado há mais de seis meses.
11h06 - A alternativa aos apertos de mão, abraços e beijos
Numa altura em que o distanciamento social é essencial, a Organização Mundial da Saúde lançou um vídeo com as alternativas aos abraços, apertos de mão e beijos.
Numa altura em que o distanciamento social é essencial, a Organização Mundial da Saúde lançou um vídeo com as alternativas aos abraços, apertos de mão e beijos.
10h26 - Alemanha com 454 novos casos e cinco vítimas mortais num dia
A Alemanha registou 454 novos casos de Covid-19 e cinco vítimas mortais nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Instituto Robert Koch (RKI).
A entidade responsável pela prevenção e controlo de doenças da Alemanha adianta que se detetaram, desde o início da pandemia de Covid-19, 202.799 casos de covid-19, dos quais 188.600 considerados curados.
Há mais cinco vítimas mortais, em relação ao dia anterior, para um total de 9.095, e aproximadamente mais 400 pessoas que superaram a doença.
Segundo a Agência Federal de Emprego, o mercado de trabalho alemão vai demorar três anos até recuperar da crise provocada pelo novo coronavírus.
“Só deveremos conseguir voltar ao normal em 2022 ou 2023, mas acreditamos que isso poderá acontecer”, revelou o presidente Detlef Scheele à Agência de Notícias da Alemanha.
Atualmente, 2,85 milhões de pessoas na Alemanha não têm trabalho, quase 640 mil como consequência da crise.
A Alemanha registou 454 novos casos de Covid-19 e cinco vítimas mortais nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Instituto Robert Koch (RKI).
A entidade responsável pela prevenção e controlo de doenças da Alemanha adianta que se detetaram, desde o início da pandemia de Covid-19, 202.799 casos de covid-19, dos quais 188.600 considerados curados.
Há mais cinco vítimas mortais, em relação ao dia anterior, para um total de 9.095, e aproximadamente mais 400 pessoas que superaram a doença.
Segundo a Agência Federal de Emprego, o mercado de trabalho alemão vai demorar três anos até recuperar da crise provocada pelo novo coronavírus.
“Só deveremos conseguir voltar ao normal em 2022 ou 2023, mas acreditamos que isso poderá acontecer”, revelou o presidente Detlef Scheele à Agência de Notícias da Alemanha.
Atualmente, 2,85 milhões de pessoas na Alemanha não têm trabalho, quase 640 mil como consequência da crise.
10h05 - Mais 113 casos em Hong Kong
Hong Kong registou mais 113 casos de infeção por Covid-19, 105 dos quais por transmissão local.
O território está a implementar medidas mais rigorosas para evitar o contágio. O uso de máscara passa a ser obrigatório em todas as áreas públicas.
Vários locais, incluindo ginásios e centros de entretenimento, vão permanecer encerrados até 28 de julho.
Hong Kong registou mais 113 casos de infeção por Covid-19, 105 dos quais por transmissão local.
O território está a implementar medidas mais rigorosas para evitar o contágio. O uso de máscara passa a ser obrigatório em todas as áreas públicas.
Vários locais, incluindo ginásios e centros de entretenimento, vão permanecer encerrados até 28 de julho.
9h52 - Aeroporto Humberto Delgado com menos nove milhões de passageiros
O aeroporto de Lisboa perdeu nove milhões de passageiros no primeiro semestre do ano. Os números do grupo francês Vinci Airports, são divulgados hoje Jornal de Negócios.
A quebra mais acentuada registou-se no segundo trimestre do ano, com as restrições impostas pela pandemia
Entre abril e junho de 2019 tinham passado pelo aeroporto Humberto Delgado mais de oito milhões de passageiros. Este ano o número foram apenas 243 mil.
9h30 - 40 milhões de crianças em idade pré-escolar sem acesso a educação precoce
Um estudo da Unicef revela que pelo menos 40 milhões de crianças em todo o mundo, em idade pré-escolar, não tiveram acesso à educação num ano crítico para estas crianças, devido ao fecho de creches e outras instituições de ensino.
O fecho dos serviços deu também lugar a uma crise mais profunda para as famílias de crianças pequenas, principalmente em países de baixo e médio rendimento, muitas das quais deixaram de ter acesso a serviços de proteção social.
Antes da pandemia, os cuidados e a educação precoce de baixa qualidade ou inacessíveis, obrigaram muitos pais a deixar crianças pequenas em ambientes inseguros e pouco estimulantes numa altura crítica para o seu desenvolvimento – mais de 35 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade, são deixadas, por vezes, sem supervisão de adultos.
Num universo de 166 países, menos de metade (50 por cento) oferece programas pré-escolares gratuitos de pelo menos um ano. Este valor cai para apenas 15 por cento nos países de baixo rendimento.
Muitas crianças pequenas que permanecem em casa não brincam nem aprendem o suficiente para um desenvolvimento saudável. Em 54 países de baixo e médio rendimento com dados recentes, cerca de 40 por cento das crianças entre os 3 e os 5 anos de idade não estavam a receber estímulos sócio emocionais e cognitivos de nenhum adulto no seu agregado familiar.
Segundo o relatório, a falta de opções de cuidados infantis e de acesso a educação pré-escolar também deixa muitos pais, principalmente mães que trabalham no sector informal, sem outra opção, a não ser levar os seus filhos pequenos para o trabalho.
Mais de nove em cada dez mulheres em África e quase sete em cada dez na Ásia e no Pacífico trabalham no sector informal e têm acesso limitado proteção social. Muitos pais ficam presos a estes empregos pouco seguros e mal pagos, contribuindo para ciclos inter-geracionais de pobreza, alerta o relatório.
9h00 - BP Portugal acredita em resultados positivos em 2020 apesar da queda do mercado
O presidente da BP Portugal, Pedro Oliveira, disse hoje acreditar que a empresa terminará o ano com resultados positivos, depois dos meses “dramáticos” de março e abril e da quebra das vendas na sequência da pandemia de Covid-19.
“No final do ano vamos apresentar resultados positivos se o perfil de recuperação de procura for aquele que acreditamos que vai ser. Até ao momento, e depois dos meses dramáticos de março e abril, estamos a ter recuperações acima daquilo que esperávamos”, disse o responsável.
“Estamos a assumir perdas até ao final do ano, convergentes, mas não estamos a assumir que em nenhum mês consigamos igualar as vendas do ano passado, até ao final do ano. Vamos ter resultados menos positivos”, acrescentou.
O presidente da BP Portugal, Pedro Oliveira, disse hoje acreditar que a empresa terminará o ano com resultados positivos, depois dos meses “dramáticos” de março e abril e da quebra das vendas na sequência da pandemia de Covid-19.
“No final do ano vamos apresentar resultados positivos se o perfil de recuperação de procura for aquele que acreditamos que vai ser. Até ao momento, e depois dos meses dramáticos de março e abril, estamos a ter recuperações acima daquilo que esperávamos”, disse o responsável.
“Estamos a assumir perdas até ao final do ano, convergentes, mas não estamos a assumir que em nenhum mês consigamos igualar as vendas do ano passado, até ao final do ano. Vamos ter resultados menos positivos”, acrescentou.
8h40 - Índia com mais de 37 mil casos em 24 horas
A Índia registou 37.724 novos casos de infeção por Covid-19. o número de casos no país é agora de 1.192.915, o terceiro mais alto do mundo.
Morreram mais 684 pessoas, o que eleva o total de vítimas mortais para 28.732.
A Índia registou 37.724 novos casos de infeção por Covid-19. o número de casos no país é agora de 1.192.915, o terceiro mais alto do mundo.
Morreram mais 684 pessoas, o que eleva o total de vítimas mortais para 28.732.
8h20 - Japão aprova uso de esteróide para tratamento de doentes
O Governo japonês aprovou o uso da dexametasona como tratamento contra a Covid-19, depois de um ensaio clínico britânico ter demonstrado que o esteróide pode reduzir a mortalidade em casos graves, de acordo com a imprensa local.
A dexametasona é um esteróide de baixo custo facilmente acessível em todo o mundo.
Em junho, um grupo de investigadores da Universidade de Oxford publicou um estudo que indica que o tratamento com baixas doses de dexametasona poderia reduzir o risco de morte num terço dos pacientes graves com covid-19.
Após a descoberta, a Organização Mundial de Saúde (OMS) instou os países a aumentar a produção e distribuição em massa do medicamento.
A dexametasona é o segundo medicamento aprovado como tratamento para a covid-19 no Japão, depois do Remdesivir, aprovado em maio passado.
A dexametasona é um esteróide de baixo custo facilmente acessível em todo o mundo.
Em junho, um grupo de investigadores da Universidade de Oxford publicou um estudo que indica que o tratamento com baixas doses de dexametasona poderia reduzir o risco de morte num terço dos pacientes graves com covid-19.
Após a descoberta, a Organização Mundial de Saúde (OMS) instou os países a aumentar a produção e distribuição em massa do medicamento.
A dexametasona é o segundo medicamento aprovado como tratamento para a covid-19 no Japão, depois do Remdesivir, aprovado em maio passado.
8h10 - China deteta mais nove casos de contágio local no noroeste do país
A China diagnosticou mais nove casos de contágio local de Covid-19 na região de Xinjiang, no extremo noroeste do país, e cinco oriundos do exterior, indicaram hoje as autoridades chinesas.
Urumqi, a capital de Xinjiang, com 3,5 milhões de habitantes, detetou um surto na semana passada, interrompendo um período de quase duas semanas sem novos casos na China.
A cidade implementou medidas de prevenção, incluindo a suspensão do metropolitano local e o cancelamento de centenas de voos, e iniciou uma campanha maciça de testes para tentar conter o surto o mais rapidamente possível, noticiou a imprensa local.
Pequim, onde um novo surto detetado no mês passado levou a medidas parciais de confinamento, está há mais de duas semanas sem novas infeções.
As autoridades de saúde acrescentaram que, até à meia-noite (17h00 de terça-feira em Lisboa), 23 pacientes tiveram alta, fixando o número total de casos ativos no país asiático em 233.
De acordo com os dados oficiais, desde o início da epidemia a China registou 83.707 infetados e 4.634 mortos devido à Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
A China diagnosticou mais nove casos de contágio local de Covid-19 na região de Xinjiang, no extremo noroeste do país, e cinco oriundos do exterior, indicaram hoje as autoridades chinesas.
Urumqi, a capital de Xinjiang, com 3,5 milhões de habitantes, detetou um surto na semana passada, interrompendo um período de quase duas semanas sem novos casos na China.
A cidade implementou medidas de prevenção, incluindo a suspensão do metropolitano local e o cancelamento de centenas de voos, e iniciou uma campanha maciça de testes para tentar conter o surto o mais rapidamente possível, noticiou a imprensa local.
Pequim, onde um novo surto detetado no mês passado levou a medidas parciais de confinamento, está há mais de duas semanas sem novas infeções.
As autoridades de saúde acrescentaram que, até à meia-noite (17h00 de terça-feira em Lisboa), 23 pacientes tiveram alta, fixando o número total de casos ativos no país asiático em 233.
De acordo com os dados oficiais, desde o início da epidemia a China registou 83.707 infetados e 4.634 mortos devido à Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
8h02 - Estado australiano de Victoria com recorde diário de casos
As autoridades do Estado australiano de Victoria registaram dois mortos e 484 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, uma nova marca diário desde o novo surto na capital regional, Melbourne.
Desde o passado dia 7 de julho, Victoria reportou 3810 infeções com o novo coronavírus, o que equivale a 29 por cento do total de casos registados na Austrália desde o início da pandemia.
O responsável médico de Victoria, Brett Sutton, considera possível que o número de casos aumente nos próximos dias, prevendo "entre 500 a 600" novos contágios diários.
A Austrália iniciou na segunda-feira uma investigação judicial ao novo surto de Covid-19 em Melbourne, tendo em vista apurar se houve violações das regras de segurança nos hotéis designados para realizar a quarentena obrigatória de viajantes vindos do estrangeiro.
De acordo com a imprensa local, os seguranças terão deixado os viajantes sair dos seus quartos ou mesmo tido relações sexuais com pessoas confinadas.
A 8 de julho, Melbourne, a segunda cidade mais populosa do país, foi colocada novamente em confinamento até 20 de agosto, após o fracasso das medidas para evitar a propagação do vírus.
7h58 - Irlanda dispensa de confinamento 13 países. Portugal excluído
O Governo de Dublin tornou pública esta quarta-feira uma lista verde de 13 países cujos viajantes estão isentos de cumprir o confinamento ao chegar à Irlanda e que exclui países como Portugal, Espanha, França e o vizinho Reino Unido.
A lista é composta por 13 países europeus e dois territórios (Gibraltar e Groenlândia) que possuem um número de casos de coronavírus por 100 mil habitantes igual ou menor do que a Irlanda: Malta, Finlândia, Noruega, Itália, Hungria, Estónia, Letónia, Lituânia, Chipre, Eslováquia, Grécia, Mónaco e São Marino.
7h54 - EUA acusam chineses de atacarem empresas que desenvolvem vacinas
O Departamento de Justiça norte-americano anunciou as primeiras acusações criminais contra piratas informáticos suspeitos de atacarem empresas que desenvolvem vacinas contra a Covid-19, alegadamente em colaboração com o Governo chinês.
Os hackers, identificados como Li Xiaoyu e Dong Jiazhi, são acusados de roubarem centenas de milhões de dólares em propriedade inteletual e segredos comerciais, informações que sabiam de valor para o governo chinês, afirmaram os procuradores, além de conspiração para cometer fraude informática.
Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), a acusação aponta que em janeiro Li conduziu um reconhecimento na rede informática de uma empresa de biotecnologia de Massachusetts, conhecida por estar a investigar uma potencial vacina, e procurou vulnerabilidades na rede de uma empresa de Maryland, menos de uma semana depois de a empresa ter anunciado estar a conduzir um trabalho científico semelhante.
7h00 - Ponto de situação
A pandemia da Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2, já fez mais de 610 mil vítimas mortais e infetou mais de 14,7 mil milhões de pessoas em 196 países e territórios. É o que estabelece, por agora, o balanço em permanente atualização por parte da France Presse, suportado em fontes oficiais.À Europa, que se tornou o epicentro pandémico em fevereiro, depois da China, onde o novo coronavírus foi identificado no final de 2019, sucedeu o Continente Americano - com Estados Unidos e Brasil à cabeça.
Pelo oitavo dia consecutivo, os Estados Unidos - mais concretamente, a Universidade Johns Hopkins, de Baltimore - reportam mais de 60 mil casos de Covid-19.
Em 24 horas, o país de Donald Trump acumulou 68.525 novas infeções, o que fez subir para 3,89 milhões o total de casos positivos desde o início da pandemia.
O número de mortes em solo norte-americano aumentou em 961 desde terça-feira, para um total de 141.883.
Estes dados fazem dos Estados Unidos, de longe, o país mais atingido pela pandemia em valores absolutos.
O próprio Presidente norte-americano, que nos últimos meses se desdobrou em declarações que desvalorizaram a severidade da pandemia, veio ontem reconhecer que a situação "vai segura e infelizmente piorar antes de melhorar".
Na primeira conferência de imprensa inteiramente dedicada à crise sanitária, desde abril, Trump recomendou mesmo a utilização de máscaras, "quando o distanciamento físico não for possível": "Quer gostem ou não das máscaras, elas têm um impacto".
Já o Brasil registou 41.008 casos e 1367 mortes decorrentes da Covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o final de fevereiro, mês em que foi reportada a primeira infeção, o país sul-americano soma 2.159.654 casos e 81.487 óbitos.
Segundo os dados do Ministério brasileiro da Saúde, 1.465.970 pessoas foram dadas como recuperadas. Outras 612.197 estão a ser acompanhadas.Um outro balanço, divulgado por um consórcio de órgãos da comunicação social brasileira, com base em dados das secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal do país, aponta para 1346 mortes em 24 horas, para um total de 81.597.
Infetado pelo SARS-CoV-2, o Presidente brasileiro aguarda esta quarta-feira o resultado laboratorial de um novo teste. A expensas do confinamento a que, em teoria, estaria obrigado, Jair Bolsonaro deixou, ao final da tarde de terça-feira, o Palácio de Alvorada para conversar com apoiantes, o que foi transmitido ao vivo no Facebook.
Dizendo-se saudável, Bolsonaro condiciou o "retorno à normalidade" ao resultado do novo teste.
As autoridades do Brasil autorizaram também ontem o ensaio clínico para o desenvolvimento de duas vacinas contra a Covid-19, criadas pela farmacêutica norte-americana Pfizer num consórcio com a empresa alemã BioNTech.
O país encontra-se já a realizar testes de um imunizante produzido pela Universidade de Oxford e a empresa farmacêutica AstraZeneca e de outra vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac.
O quadro em Portugal
Portugal registava ontem mais seis mortes e 127 novos casos de infeção desde segunda-feira, de acordo com o ultimo boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.
Desde o início da pandemia, registam-se 48.898 casos e 1697 mortes.
Lisboa e Vale do Tejo, onde há mais surtos ativos, somava na terça-feira 24.470 casos, mais 101 do que na véspera. Todas os óbitos destas 24 horas ocorreram na região.
Em número de casos, Lisboa e Vale do Tejo lidera com 24.470, seguida do Norte (18.372, com 11 novos casos), do Centro (4367, com seis novos casos), do Algarve (792 e dois casos novos) e do Alentejo (636, mais um caso).
O número de pessoas internadas recuou em 15 para 439 e, em unidades de cuidados intensivos, estão 62 pessoas.
Nos Açores foi reportado mais um caso de Covid-19, passando agora para os 159, mantendo-se o número de óbitos em 15. Na Madeira não houve aumento de casos (mantém-se nos 102) e ou registo de mortes.
É, todavia, o Norte que continua a registar o maior número de mortes (827), à frente de Lisboa e Vale do Tejo (570), do Centro (251), do Alentejo (19), do Algarve (15) e dos Açores (15).
Por faixas etárias, o maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos (1139), seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (327), entre 60 e 69 anos (151) e entre 50 e 59 anos (55). Há notícia 20 mortos entre os 40 e 49 anos, três entre os 30 e 39 e dois entre os 20 e 29 anos. Em termos globais, há mais infetados na faixa etária entre 40 e 49 anos (8.077, mais 15 casos do que na segunda-feira) depois entre 30 e 39 anos (7.968, um aumento de 25 casos), 50 a 59 anos (7.466, mais 16), 20 e 29 anos (7.429, mais 27 casos) e mais de 80 anos (5.703, mais 13 do que no dia anterior).
As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 35.077 contactos de pessoas infetadas e 1616 casos aguardam resultado laboratorial. O número de recuperados aumentou para 33.769 - mais 222.
As autoridades do Estado australiano de Victoria registaram dois mortos e 484 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, uma nova marca diário desde o novo surto na capital regional, Melbourne.
Desde o passado dia 7 de julho, Victoria reportou 3810 infeções com o novo coronavírus, o que equivale a 29 por cento do total de casos registados na Austrália desde o início da pandemia.
O responsável médico de Victoria, Brett Sutton, considera possível que o número de casos aumente nos próximos dias, prevendo "entre 500 a 600" novos contágios diários.
A Austrália iniciou na segunda-feira uma investigação judicial ao novo surto de Covid-19 em Melbourne, tendo em vista apurar se houve violações das regras de segurança nos hotéis designados para realizar a quarentena obrigatória de viajantes vindos do estrangeiro.
De acordo com a imprensa local, os seguranças terão deixado os viajantes sair dos seus quartos ou mesmo tido relações sexuais com pessoas confinadas.
A 8 de julho, Melbourne, a segunda cidade mais populosa do país, foi colocada novamente em confinamento até 20 de agosto, após o fracasso das medidas para evitar a propagação do vírus.
7h58 - Irlanda dispensa de confinamento 13 países. Portugal excluído
O Governo de Dublin tornou pública esta quarta-feira uma lista verde de 13 países cujos viajantes estão isentos de cumprir o confinamento ao chegar à Irlanda e que exclui países como Portugal, Espanha, França e o vizinho Reino Unido.
A lista é composta por 13 países europeus e dois territórios (Gibraltar e Groenlândia) que possuem um número de casos de coronavírus por 100 mil habitantes igual ou menor do que a Irlanda: Malta, Finlândia, Noruega, Itália, Hungria, Estónia, Letónia, Lituânia, Chipre, Eslováquia, Grécia, Mónaco e São Marino.
7h54 - EUA acusam chineses de atacarem empresas que desenvolvem vacinas
O Departamento de Justiça norte-americano anunciou as primeiras acusações criminais contra piratas informáticos suspeitos de atacarem empresas que desenvolvem vacinas contra a Covid-19, alegadamente em colaboração com o Governo chinês.
Os hackers, identificados como Li Xiaoyu e Dong Jiazhi, são acusados de roubarem centenas de milhões de dólares em propriedade inteletual e segredos comerciais, informações que sabiam de valor para o governo chinês, afirmaram os procuradores, além de conspiração para cometer fraude informática.
Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), a acusação aponta que em janeiro Li conduziu um reconhecimento na rede informática de uma empresa de biotecnologia de Massachusetts, conhecida por estar a investigar uma potencial vacina, e procurou vulnerabilidades na rede de uma empresa de Maryland, menos de uma semana depois de a empresa ter anunciado estar a conduzir um trabalho científico semelhante.
7h00 - Ponto de situação
A pandemia da Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2, já fez mais de 610 mil vítimas mortais e infetou mais de 14,7 mil milhões de pessoas em 196 países e territórios. É o que estabelece, por agora, o balanço em permanente atualização por parte da France Presse, suportado em fontes oficiais.À Europa, que se tornou o epicentro pandémico em fevereiro, depois da China, onde o novo coronavírus foi identificado no final de 2019, sucedeu o Continente Americano - com Estados Unidos e Brasil à cabeça.
Pelo oitavo dia consecutivo, os Estados Unidos - mais concretamente, a Universidade Johns Hopkins, de Baltimore - reportam mais de 60 mil casos de Covid-19.
Em 24 horas, o país de Donald Trump acumulou 68.525 novas infeções, o que fez subir para 3,89 milhões o total de casos positivos desde o início da pandemia.
O número de mortes em solo norte-americano aumentou em 961 desde terça-feira, para um total de 141.883.
Estes dados fazem dos Estados Unidos, de longe, o país mais atingido pela pandemia em valores absolutos.
O próprio Presidente norte-americano, que nos últimos meses se desdobrou em declarações que desvalorizaram a severidade da pandemia, veio ontem reconhecer que a situação "vai segura e infelizmente piorar antes de melhorar".
Na primeira conferência de imprensa inteiramente dedicada à crise sanitária, desde abril, Trump recomendou mesmo a utilização de máscaras, "quando o distanciamento físico não for possível": "Quer gostem ou não das máscaras, elas têm um impacto".
Já o Brasil registou 41.008 casos e 1367 mortes decorrentes da Covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o final de fevereiro, mês em que foi reportada a primeira infeção, o país sul-americano soma 2.159.654 casos e 81.487 óbitos.
Segundo os dados do Ministério brasileiro da Saúde, 1.465.970 pessoas foram dadas como recuperadas. Outras 612.197 estão a ser acompanhadas.Um outro balanço, divulgado por um consórcio de órgãos da comunicação social brasileira, com base em dados das secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal do país, aponta para 1346 mortes em 24 horas, para um total de 81.597.
Infetado pelo SARS-CoV-2, o Presidente brasileiro aguarda esta quarta-feira o resultado laboratorial de um novo teste. A expensas do confinamento a que, em teoria, estaria obrigado, Jair Bolsonaro deixou, ao final da tarde de terça-feira, o Palácio de Alvorada para conversar com apoiantes, o que foi transmitido ao vivo no Facebook.
Dizendo-se saudável, Bolsonaro condiciou o "retorno à normalidade" ao resultado do novo teste.
As autoridades do Brasil autorizaram também ontem o ensaio clínico para o desenvolvimento de duas vacinas contra a Covid-19, criadas pela farmacêutica norte-americana Pfizer num consórcio com a empresa alemã BioNTech.
O país encontra-se já a realizar testes de um imunizante produzido pela Universidade de Oxford e a empresa farmacêutica AstraZeneca e de outra vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac.
O quadro em Portugal
Portugal registava ontem mais seis mortes e 127 novos casos de infeção desde segunda-feira, de acordo com o ultimo boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.
Desde o início da pandemia, registam-se 48.898 casos e 1697 mortes.
Lisboa e Vale do Tejo, onde há mais surtos ativos, somava na terça-feira 24.470 casos, mais 101 do que na véspera. Todas os óbitos destas 24 horas ocorreram na região.
Em número de casos, Lisboa e Vale do Tejo lidera com 24.470, seguida do Norte (18.372, com 11 novos casos), do Centro (4367, com seis novos casos), do Algarve (792 e dois casos novos) e do Alentejo (636, mais um caso).
É, todavia, o Norte que continua a registar o maior número de mortes (827), à frente de Lisboa e Vale do Tejo (570), do Centro (251), do Alentejo (19), do Algarve (15) e dos Açores (15).
Por faixas etárias, o maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos (1139), seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (327), entre 60 e 69 anos (151) e entre 50 e 59 anos (55). Há notícia 20 mortos entre os 40 e 49 anos, três entre os 30 e 39 e dois entre os 20 e 29 anos. Em termos globais, há mais infetados na faixa etária entre 40 e 49 anos (8.077, mais 15 casos do que na segunda-feira) depois entre 30 e 39 anos (7.968, um aumento de 25 casos), 50 a 59 anos (7.466, mais 16), 20 e 29 anos (7.429, mais 27 casos) e mais de 80 anos (5.703, mais 13 do que no dia anterior).
As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 35.077 contactos de pessoas infetadas e 1616 casos aguardam resultado laboratorial. O número de recuperados aumentou para 33.769 - mais 222.