Trump fala a partir de Casa Branca
Teerão diz que ainda não há data definida para segunda ronda de negociações com Washington
Forças de Defesa de Israel confirmam ataques no sul do Líbano durante cessar-fogo
As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram que a força aérea e tropas terrestres "atacaram os terroristas em diversas áreas do sul do Líbano" para "eliminar a ameaça".
Líder supremo do Irão elogia capacidades militares iranianas
Avanços e recuos do conflito ditam subidas e descidas do petróleo
Com avanços e recuos no conflito do Médio Oriente, os preços do petróleo variam entre subidas e descidas.
Foto: Abedin Taherkenareh - EPA
Ainda assim, em Portugal, O Governo decidiu aproveitar a maior descida do preço do petróleo desde o início da guerra para reduzir o desconto do ISP sobre o gasóleo.
O preço do gasóleo desce, assim, 11,5 cêntimos, em vez dos anunciados 13 cêntimos.
No caso da gasolina, o Governo decidiu não mexer no desconto, o que quer dizer que o preço por litro cai três cêntimos.
Cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão pode terminar dentro de dias
O alerta é deixado por Donald Trump, que admite o fim da trégua, já na próxima quarta-feira, caso não seja alcançado um acordo final.
Foto: Nathan Howard - Reuters
Macron anuncia morte de soldado francês ao serviço da FINUL
"O sargento-mor Florian Montorio, do 17.º Regimento de Engenheiros Paraquedistas em Montauban, foi morto esta manhã no sul do Líbano durante um ataque contra a UNIFIL", lê-se numa publicação de Emmanuel Macron na rede social X..
"Três dos seus camaradas ficaram feridos e foram retirados", acrescenta o chefe de Estado francês.
Le Sergent-chef Florian Montorio du 17eme régiment du génie parachutiste de Montauban est tombé ce matin au sud-Liban lors d’une attaque contre la FINUL.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) April 18, 2026
Trois de ses frères d’armes sont blessés et ont été évacués.
La Nation s’incline avec respect…
"A nação presta as suas homenagens e expressa apoio às famílias de nossos soldados e a todos os nossos militares comprometidos com a paz no Líbano", escreve ainda Macron.
"Tudo indica que o Hezbollah é o responsável por este ataque. A França exige que as autoridades libanesas prendam imediatamente os responsáveis e assumam a responsabilidade juntamente com a FINUL", remata.
Desconto no ISP sobre o gasóleo sofre redução
"Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida significativa do preço do gasóleo rodoviário e uma ligeira redução do preço da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos) em vigor aplicável ao gasóleo mantendo o valor do desconto aplicável à gasolina sem chumbo", lê-se em portaria publicada em suplemento do Diário da República, na noite de sexta-feira.
Nos termos da portaria, "a taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo (...) é fixada no valor de 293,21 euros por 1000 l", ao passo que a "taxa do ISP aplicável, no continente, à gasolina com teor de chumbo igual ou inferior a 0,013 g por litro, (...) , é fixada no valor de 451,68 euros por 1000 l".
Estreito de Ormuz. Navios atingidos após Irão encerrar rota
- Pelo menos dois navios mercantes terão sido atingidos por disparos quando procuravam cruzar o Estreito de Ormuz, pouco depois de o Irão ter anunciado um novo encerramento da rota. Um dos navios visados pela Guarda Revolucionária do Irão era um petroleiro britânico;
- A Organização Mundial de Agricultores prevê uma descida da produção de alimentos em 2027 de até 15 por cento, caso não seja reposto de forma estável o comércio de fertilizantes. O presidente da organização, Arnold Puech d'Alissac, destacou, em entrevista à agência EFE, que o impacto da crise está a ser “muito desigual”, em função das zonas;
- O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Hakan Fidan, acusou, no Fórum Diplomático de Antalya, Israel de usar a segurança como pretexto para adquirir "mais território". “Israel não está preocupada com a própria segurança, Israel está a tentar conquistar mais território”, disse, citado pela AFP;
- O Irão anunciou que voltou a encerrar o Estreito de Ormuz, menos de 24 horas depois de anunciar a reabertura da rota, devido ao bloqueio norte-americano aos portos iranianos. A Guarda Revolucionária do Irão declarou que o controlo do estreito "voltou ao seu estado anterior";
- Em comunicado divulgado pelos media iranianos, o comando operacional das Forças Armadas iranianas, Khatam Al-Anbiya, descreveu o bloqueio norte-americano em curso como "pirataria". "Por esse motivo, o controlo do Estreito de Ormuz voltou ao seu estado anterior e essa via navegável estratégica está sob a estrita gestão e controlo das Forças Armadas";
- O presidente dos Estados Unidos avisa que o cessar-fogo com o Irão pode terminar na próxima quarta-feira se não for alcançado um acordo. Donald Trump afirmou ter recebido boas notícias, mas deixa a ameaça de novos ataques. "Talvez não o prolongue [ao cessar-fogo]. Mas o bloqueio vai continua. Há um bloqueio e, infelizmente, teremos de voltar a lançar bombas", aventou.
Navio-tanque atingido pela Guarda Revolucionária Islâmica
"A UKMTO recebeu um relatório de um incidente a 20 milhas náuticas a nordeste de Omã", lê-se no comunicado.
O petroleiro e a tripulação estão a salvo. As autoridades britânicas estão a investigar.
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Navios mercantes atingidos no Estreito de Ormuz
Turquia acusa Israel de usar segurança como desculpa para conseguir "mais território"
“O governo Netanyahu está a usar a segurança como desculpa para ocupar mais território”, acrescentou, referindo-se ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.
“Israel precisa de saber que a única maneira de viver em paz na região (...) é deixar que os outros países desfrutem da sua própria segurança, integridade territorial e liberdade, e não usar o poder sobre esses países".
A Turquia, membro da NATO e vizinha do Irão, posicionou-se como um potencial mediador-chave no conflito do Médio Oriente, mas a retórica, por vezes intensa, contra Israel, levantou dúvidas sobre sua capacidade de permanecer neutra.
Irão voltou a encerrar Estreito de Ormuz devido ao bloqueio norte-americano
Num comunicado divulgado pelos media iranianos, o comando operacional das Forças Armadas iranianas, Khatam Al-Anbiya, descreveu o bloqueio norte-americano em curso como "pirataria".
"Por esse motivo, o controlo do Estreito de Ormuz voltou ao seu estado anterior, e essa via navegável estratégica está sob a estrita gestão e controlo das forças armadas".
“Enquanto os EUA não restabelecerem a completa liberdade de navegação para embarcações de origem iraniana (...) a situação no Estreito de Ormuz permanecerá estritamente controlada e no seu estado anterior".
Queda dos preços do petróleo após reabertura do Estreito de Ormuz
O Brent, referência para Portugal, estava a negociar nos 95 dólares por barril, antes de ser conhecida a decisão de reabrir o estreito. E, assim que a decisão foi divulgada, o preço desceu para os 89 dólares por barril.
A cotação manteve-se em torno dos 88 dólares, ao longo da tarde, com algumas oscilações.
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"Há um bloqueio e, infelizmente, teremos de voltar a lançar bombas".
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Tóquio promete "todas as medidas possíveis" em relação a Ormuz
"O Japão continuará a trabalhar em estreita colaboração com a comunidade internacional, incluindo os países e organizações internacionais envolvidos, e mantém o compromisso de adotar todas as medidas possíveis ao seu alcance", disse Sanae Takaichi numa reunião virtual de líderes sobre a navegação no estreito de Ormuz, organizada na sexta-feira por França e Reino Unido.
Takaichi expressou reconhecimento pelas iniciativas empreendidas por Paris e Londres, enfatizando que "é fundamental" que a estabilidade seja restabelecida na passagem estratégica "o mais rapidamente possível" e que seja garantida a liberdade e a segurança de navegação para os navios de todos os países.
"Continua a ser uma prioridade urgente", acrescentou.
C/Lusa
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Ponto de situação
- O Irão diz que voltará a fechar o Estreito de Ormuz se os Estados Unidos não levantarem o bloqueio. O aviso veio do próprio presidente da República Islâmica;
- O presidente norte-americano, Donald Trump, insistiu que o urânio enriquecido armazenado pelo Irão seria "transferido para os Estados Unidos", pouco depois de ter indicado que um acordo com Teerão para travar a guerra está muito próximo;
- O presidente do parlamento iraniano afirmou que as negociações com os Estados Unidos já não estão centradas na questão nuclear mas no fim da guerra e num quadro mais amplo de questões regionais;
- declarações e esclarecimentos de ambos os lados deixaram incertezas sobre a rapidez com que o transporte marítimo poderia voltar ao normal, e algumas embarcações puderam ser observadas a fazer tentativas frustradas de cruzar o estreito na sexta-feira antes de retornarem;
- Trump afirmou que o bloqueio dos EUA aos navios que navegam para portos iranianos permanecerá em vigor até que "nossa transação com o Irão esteja 100 por cento concluída".