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Exército das Filipinas diz ter matado elemento próximo do Estado Islâmico

por Lusa
O sul das Filipinas tem sido palco de violentos combates EPA

Uma troca de tiros causou a morte de 12 rebeldes armados numa ilha no sul das Filipinas, incluindo o líder de um movimento aliado ao grupo extremista Estado Islâmico (EI), anunciou o exército filipino.

As forças armadas filipinas disseram que o incidente aconteceu na segunda-feira, na província de Maguindanao del Sur, na ilha de Mindanao, refúgio de vários grupos armados, desde insurgentes comunistas até rebeldes islâmicos, de acordo com um comunicado.

O brigadeiro-general José Vladimir Cagara disse que o líder do Bangsamoro Islamic Freedom Fighters-Karialan Faction (BIFF), Mohiden Animbang, conhecido como Karialan, foi morto, juntamente com o irmão, Saga Animbang, e 10 membros do grupo aliado ao EI.

A operação levou ainda à apreensão de 12 armas de elevada potência, incluindo cinco espingardas automáticas M16.

"Este grupo é conhecido há muito tempo por bombardeamentos, ataques a postos avançados do exército e da polícia e extorsão de empresas de autocarro", disse o porta-voz regional do exército, tenente-coronel Dennis Almorato, à agência de notícias Associated Press.

O sul do arquipélago das Filipinas tem sido palco de violência de grupos rebeldes separatistas e extremistas que declararam lealdade ao EI.

Em 2014, Manila assinou um acordo de paz com o maior grupo rebelde do país, a Frente de Libertação Islâmica Moro, que pôs fim a décadas de confrontos armados.

Mas a região continua a servir de base para grupos de combatentes islâmicos e rebeldes comunistas que se opõem ao acordo de paz, incluindo o BIFF, que se separou da Frente Moro.

 

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