Mundo
França critica participação da Comissão Europeia no Conselho da Paz de Trump
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, defendeu hoje que a Comissão Europeia "nunca deveria ter participado" na reunião inaugural do Conselho da Paz instituído por Donald Trump, pois não foi mandatada.
A Comissão, insistiu Barrot numa mensagem no X, "não tinha recebido um mandato do Conselho" de ministros da União Europeia (UE) para participar no organismo promovido pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, como uma alternativa às Nações Unidas na resolução de conflitos internacionais.
Bruxelas "deve respeitar escrupulosamente o direito europeu e o equilíbrio institucional em todas as circunstâncias", frisou o chefe da diplomacia francesa.
O Conselho da Paz reuniu-se hoje pela primeira vez em Washington, congregando responsáveis de quase 50 países, dos quais 27 integram formalmente o organismo e os restantes participaram como observadores, incluindo a UE.
A Comissão enviou um dos seus comissários à capital norte-americana com a única missão de discutir o plano de paz e a reconstrução de Gaza.
A sessão inaugural foi aberta por Trump que anunciou que nove membros do Conselho prometeram um total de sete mil milhões de dólares (cerca de cinco mil milhões de euros) para ajuda à Faixa de Gaza, devastada pela guerra.
Entre os países membros do Conselho da Paz figuram Albânia, Argentina, Arménia, Azerbaijão, Bahrein, Bulgária, Camboja, Egito, El Salvador, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Cazaquistão, Kosovo, Kuwait, Mongólia, Marrocos, Paquistão, Paraguai, Qatar, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão e Vietname.
Participaram como observadores Áustria, Croácia, Chipre, República Checa, UE, Finlândia, Alemanha, Grécia, Índia, Itália, Japão, México, Países Baixos, Noruega, Omã, Polónia, Coreia do Sul, Roménia, Eslováquia, Suíça, Tailândia e Reino Unido.
O Conselho da Paz foi criado no âmbito do plano apresentado por Trump para consolidar o cessar-fogo na Faixa de Gaza e apoiar a reconstrução do território, podendo vir a assumir um mandato mais amplo na mediação de conflitos internacionais.
Bruxelas "deve respeitar escrupulosamente o direito europeu e o equilíbrio institucional em todas as circunstâncias", frisou o chefe da diplomacia francesa.
O Conselho da Paz reuniu-se hoje pela primeira vez em Washington, congregando responsáveis de quase 50 países, dos quais 27 integram formalmente o organismo e os restantes participaram como observadores, incluindo a UE.
A Comissão enviou um dos seus comissários à capital norte-americana com a única missão de discutir o plano de paz e a reconstrução de Gaza.
A sessão inaugural foi aberta por Trump que anunciou que nove membros do Conselho prometeram um total de sete mil milhões de dólares (cerca de cinco mil milhões de euros) para ajuda à Faixa de Gaza, devastada pela guerra.
Entre os países membros do Conselho da Paz figuram Albânia, Argentina, Arménia, Azerbaijão, Bahrein, Bulgária, Camboja, Egito, El Salvador, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Cazaquistão, Kosovo, Kuwait, Mongólia, Marrocos, Paquistão, Paraguai, Qatar, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão e Vietname.
Participaram como observadores Áustria, Croácia, Chipre, República Checa, UE, Finlândia, Alemanha, Grécia, Índia, Itália, Japão, México, Países Baixos, Noruega, Omã, Polónia, Coreia do Sul, Roménia, Eslováquia, Suíça, Tailândia e Reino Unido.
O Conselho da Paz foi criado no âmbito do plano apresentado por Trump para consolidar o cessar-fogo na Faixa de Gaza e apoiar a reconstrução do território, podendo vir a assumir um mandato mais amplo na mediação de conflitos internacionais.