Mundo
Furacão Irma deixa rasto de destruição na ilha de Barbuda
A passagem do furacão Irma pelas Caraíbas já provocou pelo menos nove mortos. É o maior furacão de sempre a atingir aquela região do globo, com ventos superiores a 300 quilómetros por hora. O Irma deverá manter-se como furacão durante vários dias.
O furacão já provocou pelo menos 10 mortos.
A mais recente vítima foi confirmada na ilha de Anguilla, de acordo com a Associated Press.
Estão ainda confirmadas uma vítima mortal em Barbuda e oito vítimas mortais em Saint-Martin e Saint-Barthelemy, onde o furacão provocou também 23 feridos, segundo os números atualizados esta manhã pelas autoridades francesas.
As autoridades de toda a região admitem que o balanço de vítimas vá subir, à medida que as equipas de socorro chegarem às localidades devastadas.
Há notícia de uma outra vítima mortal relacionada com o Irma, um surfista, em Barbados, não confirmada. Em menos de 12 horas, o furacão Irma destruiu praticamente as infraestruturas e comunidades de duas ilhas.
Varreu quase por completo a ilha de Barbuda, onde 95 por cento dos edifícios foram danificados. O primeiro-ministro de Antígua e Barbuda, Gaston Browne, salientou a destruição sem precedentes provocada pela tempestade.
O furacão de categoria cinco causou a destruição da ilha que tem 1.600 habitantes, que agora "não é mais que um monte de destroços", explicou Browne.
O aeroporto e o sistema de telecomunicações foram destruídos. A ilha está praticamente isolada do exterior.
Também nas Caraíbas, a parte francesa da ilha franco-holandesa de Saint-Martin ficou "95 por cento destruída" com a passagem do Irma, disse na quarta-feira à noite o presidente do conselho territorial local, Daniel Gibbs.

"É uma catástrofe enorme. 95 por cento da ilha está destruída. Estou em choque. É uma loucura", declarou ao telefone com a Rádio Caraíbas Internacional.
Em Porto Rico, onde passou de raspão cerca das duas da madrugada em Portugal, a 50 quilómetros ao largo, o Irma deixou um rasto de ruas inundadas, árvores caídas e de casas sem telhado. Cerca de um milhão de pessoas estarão também sem eletricidade.
Governo português acompanha
As autoridades portuguesas estão a acompanhar a situação, uma vez que há cidadãos nacionais a viver ou a visitar as Antilhas. Na quarta-feira, a Associação das Agências Portuguesas de Viagens e Turismo disse à Antena 1 que existe tranquilidade entre os turistas que estão nas Caraíbas.
Por sua vez, o secretário de Estado das Comunidades avançou já que um português que se encontra na República Dominicana pediu ajuda para regressar. José Luís Carneiro explica ainda que não há registo de vítimas nacionais, pedindo aos portugueses para seguirem as instruções das autoridades locais.
Quatro turistas portugueses que estavam em Cayo Coco, em Cuba, serão esta manhã transportados para o centro de Cuba por uma questão de prevenção, anunciou o secretário de Estado das Comunidades.
O Governo assinala ainda que o gabinete de emergência consular continua a funcionar 24 por dia para prestar todos os esclarecimentos e informações.
O Irma dirige-se esta quinta-feira para oeste e para a República Dominicana e Haiti. Deverá chegar a Cuba nas próximas 48 horas, antes de atingir o Estado norte-americano da Flórida.
Há ainda dois outros furacões a progredir em simultâneo no Oceano Atlântico, depois de as tempestades José e Katia terem passado a furacão. Uma situação relativamente rara - há sete anos que não ocorria.
O centro norte-americano de furacões avança que os ventos do furacão José podem chegar à categoria 3 numa escala de 5, com ventos que estão agora nos 120 quilómetros por hora.
O furacão Katia está do outro lado do Golfo do México com ventos de 120 quilómetros por hora com tendência a aumentar nas próximas 48 horas.
A mais recente vítima foi confirmada na ilha de Anguilla, de acordo com a Associated Press.
Estão ainda confirmadas uma vítima mortal em Barbuda e oito vítimas mortais em Saint-Martin e Saint-Barthelemy, onde o furacão provocou também 23 feridos, segundo os números atualizados esta manhã pelas autoridades francesas.
As autoridades de toda a região admitem que o balanço de vítimas vá subir, à medida que as equipas de socorro chegarem às localidades devastadas.
Há notícia de uma outra vítima mortal relacionada com o Irma, um surfista, em Barbados, não confirmada. Em menos de 12 horas, o furacão Irma destruiu praticamente as infraestruturas e comunidades de duas ilhas.
Varreu quase por completo a ilha de Barbuda, onde 95 por cento dos edifícios foram danificados. O primeiro-ministro de Antígua e Barbuda, Gaston Browne, salientou a destruição sem precedentes provocada pela tempestade.
O furacão de categoria cinco causou a destruição da ilha que tem 1.600 habitantes, que agora "não é mais que um monte de destroços", explicou Browne.
O aeroporto e o sistema de telecomunicações foram destruídos. A ilha está praticamente isolada do exterior.
Também nas Caraíbas, a parte francesa da ilha franco-holandesa de Saint-Martin ficou "95 por cento destruída" com a passagem do Irma, disse na quarta-feira à noite o presidente do conselho territorial local, Daniel Gibbs.
"É uma catástrofe enorme. 95 por cento da ilha está destruída. Estou em choque. É uma loucura", declarou ao telefone com a Rádio Caraíbas Internacional.
Em Porto Rico, onde passou de raspão cerca das duas da madrugada em Portugal, a 50 quilómetros ao largo, o Irma deixou um rasto de ruas inundadas, árvores caídas e de casas sem telhado. Cerca de um milhão de pessoas estarão também sem eletricidade.
Governo português acompanha
As autoridades portuguesas estão a acompanhar a situação, uma vez que há cidadãos nacionais a viver ou a visitar as Antilhas. Na quarta-feira, a Associação das Agências Portuguesas de Viagens e Turismo disse à Antena 1 que existe tranquilidade entre os turistas que estão nas Caraíbas.
Por sua vez, o secretário de Estado das Comunidades avançou já que um português que se encontra na República Dominicana pediu ajuda para regressar. José Luís Carneiro explica ainda que não há registo de vítimas nacionais, pedindo aos portugueses para seguirem as instruções das autoridades locais.
Quatro turistas portugueses que estavam em Cayo Coco, em Cuba, serão esta manhã transportados para o centro de Cuba por uma questão de prevenção, anunciou o secretário de Estado das Comunidades.
O Governo assinala ainda que o gabinete de emergência consular continua a funcionar 24 por dia para prestar todos os esclarecimentos e informações.
O Irma dirige-se esta quinta-feira para oeste e para a República Dominicana e Haiti. Deverá chegar a Cuba nas próximas 48 horas, antes de atingir o Estado norte-americano da Flórida.
Há ainda dois outros furacões a progredir em simultâneo no Oceano Atlântico, depois de as tempestades José e Katia terem passado a furacão. Uma situação relativamente rara - há sete anos que não ocorria.
O centro norte-americano de furacões avança que os ventos do furacão José podem chegar à categoria 3 numa escala de 5, com ventos que estão agora nos 120 quilómetros por hora.
O furacão Katia está do outro lado do Golfo do México com ventos de 120 quilómetros por hora com tendência a aumentar nas próximas 48 horas.