Montenegro aponta aumentos para a Defesa em mil milhões de euros
Gastar 2 por cento do PIB na Defesa vai custar a Portugal mil milhões de euros. Na Haia, o primeiro-ministro garantiu que o reforço nesta área vai manter intocáveis as contas públicas e o Estado Social.
Sete soldados israelitas mortos num atentado à bomba em Gaza
Sete soldados israelitas morreram num atentado à bomba na Faixa de Gaza. O primeiro-ministro de Israel diz que é um dia difícil para o país.
Países da NATO acordam aumento de gastos em Defesa até 5 por cento
Num acordo histórico, os países da NATO concordaram num aumento inédito nos gastos com Defesa. O compromisso é atingir os 5 por cento do PIB nos próximos 10 anos. Donald Trump diz que foi uma grande vitória.
Trump anuncia reatar das conversações entre Washington e Teerão
Donald Trump anunciou que os Estados Unidos e o Irão vão começar conversações na próxima semana e que está fora de causa retomarem o desenvolvimento de tecnologia nuclear. O chefe de Estado-Maior das forças armadas de Israel revelou que o seu país destacou "comandos terrestres" para o interior do Irão durante esta guerra de 12 dias.
Ministro da Defesa do Irão na China para fórum de segurança
Deverá participar numa reunião em Qingdao com ministros da Defesa da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), um bloco fundado pela China e pela Rússia que inclui também a Índia, o Paquistão e a Bielorrússia.
Um vídeo da chegada de Nasirzadeh foi publicado pelo Yuyuantantian, uma publicação ligada à emissora estatal chinesa CCTV.
O fórum de dois dias, organizado pelo ministro da Defesa chinês, Dong Jun, realiza-se na quarta e quinta-feira. O Irão aderiu à OCS em 2023.
Espanha responde a Trump. Comissão Europeia é responsável pelas negociações comerciais
Trump disse após uma cimeira da NATO em Haia que faria Espanha pagar "o dobro" por um acordo comercial após a recusa do país membro da NATO em cumprir a meta de gastos com a defesa da aliança de 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Em Paris, o ministro da Economia, Carlos Cuerpo, disse ainda à agência de notícias estatal espanhola EFE: "A Europa também tem ferramentas para se defender caso não seja alcançado nenhum acordo."
Rutte. NATO, incluindo os EUA, "totalmente empenhada" em manter Ucrânia na luta
Falando no final de uma cimeira de líderes da NATO em Haia, Rutte acrescentou que ninguém na NATO é ingénuo quanto à Rússia e que os membros da Aliança "têm mais ou menos a mesma avaliação".
Chefe do Estado-Maior de Israel revela que "comandos terrestres" operaram no Irão
Elogiando os sucessos das suas tropas, o Sr. Zamir disse que foram alcançados pela "nossa força aérea e comandos terrestres", acrescentando que "estas forças operaram secretamente nas profundezas do território inimigo e deram-nos total liberdade operacional".
Irão pede "regresso à lógica da diplomacia"
A declaração surge numa altura em que o parlamento iraniano aprovou um projeto de lei para suspender a cooperação com a Agência Internacional de Energia Atómica da ONU, embora esta ainda necessite da aprovação do Conselho de Segurança Nacional do país.
"A lógica de ameaças, intimidação e uso de força militar para obrigar o Irão a abandonar o seu programa nuclear pacífico tornou-se ainda mais fútil após a recente derrota sofrida pelos belicistas", acrescentou.
"A lógica da guerra falhou – regresso à lógica da diplomacia", rematou.
Macron frisou a Netanyahu necessidade de respeitar cessar-fogo com o Irão
Macron acrescentou que também reafirmou a Netanyahu a necessidade de um acordo de cessar-fogo em Gaza.
Presidente turco apela a cessar-fogo permanente entre Irão e Israel
Recep Tayyip Erdogan apelou também a um cessar-fogo em Gaza para aliviar a crise humanitária na região.
A Turquia, membro da NATO, tem criticado duramente Israel e o seu ataque contra os militantes palestinianos do Hamas em Gaza, que ficou reduzida a escombros após dois anos de guerra e viu a sua população deslocada.
"O nosso presidente disse que acolheu com satisfação o cessar-fogo entre Israel e o Irão, que a situação precisa de facto de se transformar numa calma duradoura o mais rapidamente possível, que a crise humanitária em Gaza continua cada vez mais persistente e que um cessar-fogo duradouro é também urgentemente necessário", afirmou o gabinete de Erdogan após o seu encontro com o presidente francês, Emmanuel Macron.
Repetiu este apelo ao ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Friedrich Merz, acrescentando que é necessário encontrar uma solução para a crise humanitária em Gaza.
Erdogan disse ainda ao primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que "estas tensões não devem deixar esquecida a crise humanitária em Gaza – que atingiu um nível desastroso".
Erdogan afirmou que os problemas entre Teerão e Washington só poderiam ser resolvidos através da diplomacia, acrescentando que todos devem contribuir para alcançar uma paz duradoura no Médio Oriente.
"Aplaudimos o cessar-fogo alcançado pelos esforços do presidente norte-americano Trump", disse numa conferência de imprensa após a cimeira. "Esperamos que as partes atendam incondicionalmente ao apelo do meu amigo Trump".
Chefe da Mossad agradece à CIA a "acção conjunta" contra o Irão
Num vídeo transmitido pelos meios de comunicação israelitas, Barnea, que raramente fala em público, elogiou a cooperação entre o Mossad e a sua congénere americana.
"Quero também expressar a minha gratidão e apreço ao nosso principal parceiro, a CIA, pela ação conjunta e pelas operações bem-sucedidas, bem como ao seu diretor, que apoiou a Mossad na tomada das decisões corretas, as mesmas decisões que, em última análise, levaram ao sucesso desta operação", disse.
Hezbollah felicita Irão por "vitória divina" sobre Israel
A vitória, afirmou o Hezbollah, foi "manifestada nos ataques precisos e dolorosos que lançou" contra Israel durante 12 dias de guerra, bem como "na resposta relâmpago à agressão americana contra as suas instalações nucleares".
"Isto não é mais do que o início de uma nova fase histórica no confronto entre a hegemonia americana e a arrogância sionista na região", afirmou o Hezbollah.
Comissão de Energia Atómica de Israel afirma que capacidade nuclear do Irão atrasou "muitos anos"
"Esta conquista será preservada enquanto o Irão não recuperar o acesso a material nuclear", disse Netanyahu.
Balanço de Teerão. Ataques de Israel mataram pelo menos 627 pessoas no Irão
Numa publicação no X, Hossein Kermanpour afirmou que pelo menos 627 pessoas foram mortas e 4.870 ficaram feridas nos ataques israelitas.
Teerão registou o maior número de vítimas, seguida de Kermanshah, com o Khuzistão, Lorestão e Isfahan a reportarem perdas significativas, afirmou.
"Não faço julgamentos", escreveu Kermanpour. "Não descrevo as cenas dolorosas da chegada de crianças, mães e civis feridos, e deixo isso ao critério da consciência da humanidade de hoje."
Cerca de 86,1% das vítimas morreram no local, enquanto 13,9% sucumbiram aos ferimentos nos hospitais.
NATO. Trump saudou compromisso alcançado em matéria de Defesa
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saudou o compromisso alcançado pelos aliados de gastar 5 por cento do PIB em defesa.
Robin van Lonkhuijsen - EPA
Erdogan admite desenvolvimentos positivos em relação aos jatos Eurofighter
A Turquia já tinha informado que estava em negociações para a compra dos jatos Eurofighter Typhoon, construídos por um consórcio formado pela Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha, representado pelas empresas Airbus, BAE Systems e Leonardo.
Morte de Shadmani. Guarda Revolucionária promete "vingança severa"
O centro de comando da guarda prometeu "vingança severa" pela sua morte, acrescentou os meios de comunicação estatais.
As Forças Armadas de Israel declararam a 17 de junho que mataram Shadmani, que identificaram como o chefe do Estado-Maior do Irão em tempo de guerra e o seu comandante militar mais graduado.
UE esgotou possibilidades de sanções contra a Rússia, diz Merz
A União Europeia (UE) esgotou as possibilidades de aplicar sanções à Rússia, afirmou hoje o chanceler alemão, pedindo aos Estados Unidos para exercer pressão sobre Moscovo para que se sente à mesa das negociações com Kiev.
"Na UE esgotámos objetivamente o que podemos fazer", declarou Friedrich Merz em conferência de imprensa no final da cimeira da NATO em Haia, Países Baixos.
Merz explicou que determinadas sanções podem ser impostas a solo pelos Estados Unidos, algo que o governante alemão também voltou a comunicar, na quarta-feira, ao Presidente norte-americano, afirmando "estar nas mãos" de Donald Trump.
"Há um processo de formação de opinião que a meu ver ainda não foi concluído", respondeu o chanceler, ao ser questionado sobre a possibilidade de Washington impor finalmente estas sanções.
Merz reiterou que "não haverá uma solução militar" para a guerra na Ucrânia, mas o que a UE pode fazer neste sentido "não é suficiente".
Por outro lado, realçou a ameaça procedente de Moscovo não só para a Ucrânia, mas também para os países europeus e da NATO, advertindo: "Não sabemos se um dia a nossa preparação não vai ser posta à prova".
Merz atribuiu à Rússia "ataques diários" contra redes de dados, bem como a difusão de notícias falsas, desinformação e ações de sabotagem no mar Báltico.
O chanceler alemão também mencionou voos de drones documentados na Alemanha para espiar instalações militares, de acordo com as autoridades alemãs.
"Já nos estão a atacar desta maneira", disse Merz, ao considerar que neste século a diferença entre guerra e paz se tornou mais difusa.
Sobre a reunião dos chefes de Estado e Governo da NATO, Merz afirmou tratar-se de uma "cimeira histórica".
Os líderes da NATO concordaram hoje com um aumento nos gastos com defesa, na sequência da pressão de Trump, expressando um "compromisso inabalável" de ajuda mútua em caso de ataque.
Os 32 Estados-membros da Aliança Atlântica aprovaram uma declaração final, na qual afirmaram: "Os aliados comprometem-se a investir 5% do PIB [Produto Interno Bruto] anualmente em requisitos essenciais de defesa, bem como em gastos relacionados com a defesa e segurança até 2035, para garantir obrigações individuais e coletivas".
Trump. Estados Unidos vão falar com o Irão "na próxima semana"
O chefe de Estado norte-americano rejeitou que o encontro tenha em vista a assinatura de um acordo que mantenha o cessar-fogo com Telavive: "Podemos ou não assinar um acordo, não sei".
"A minha interpretação é que eles já lutaram o que tinham de lutar, a guerra acabou", comentou.
Ao longo da conferência de imprensa de mais de uma hora, Trump rejeitou todas as alegações de que o Irão poderia ter movido o urânio enriquecido para outra localização antes dos bombardeamentos norte-americanos, no último fim de semana.
E considerou que o cessar-fogo, anunciado na rede social do próprio Presidente dos EUA, vai continuar a ser cumprido.
"O dobro". Trump ameaça aplicar tarifas adicionais a Espanha por recusar investir mais em Defesa
O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA) ameaçou hoje aplicar a Espanha tarifas mais severas pela recusa de Madrid em investir mais na área da defesa no âmbito da NATO.
"Acho terrível o que fez Espanha, vamos negociar com eles e vão pagar o dobro. Vamos obrigá-los a pagar, Espanha quer uma viagem grátis e eu vou obrigá-la a pagar de outra forma", disse Donald Trump.
O Presidente dos EUA acrescentou que vai "negociar diretamente" com o Governo de Pedro Sánchez e que Madrid "vai pagar mais assim".
A posição surge numa altura em que os EUA negoceiam com a União Europeia a aplicação de tarifas recíprocas de 20%, que Bruxelas espera conseguir baixar, e só no âmbito das quais se poderia abranger Madrid.
Holanda: Líder de extrema-direita Wilders celebra "excelente encontro" com Trump
"Muito obrigado, senhor presidente Donald Trump, pelo excelente encontro que acabámos de ter e pela nossa discussão sobre a necessidade de leis de imigração mais rígidas!", escreveu na rede social X.
Por sua vez, o residente na Casa Branca disse à imprensa que "não se incomodou" com a postura anti-islâmica de Geert Wilders.
"É apenas um ponto de vista. Ele não concorda com a forma como as coisas estão neste país", acrescentou.
Trump anuncia "grande progresso" rumo a um cessar-fogo em Gaza
A Defesa Civil do território palestiniano sitiado e devastado informou que 20 pessoas foram mortas por disparos israelitas.
Num dos incidentes mais mortíferos para Israel nesta guerra, sete soldados foram mortos na terça-feira enquanto operavam na cidade de Khan Yunis, no sul de Gaza, anunciaram os militares.
"Estão a ser feitos grandes progressos em Gaza", disse Trump à margem de uma cimeira da NATO na Holanda, acrescentando que o seu enviado especial, Steve Witkoff, lhe disse que "Gaza está muito perto" de uma solução.
Relacionou o seu otimismo em relação às "grandes notícias" para Gaza com o cessar-fogo que entrou em vigor na terça-feira entre Israel e o Irão, apoiante do Hamas, após 12 dias de guerra.
Trump diz que reunião com Zelensky "foi boa"
Donald Trump diz que o encontro com o seu homólogo ucraniano "foi boa". "Ele não podia ter sido mais simpático e o que eu retiro deste encontro é que ele quer pôr um ponto final neste conflito", disse o presidente norte-americano, afirmando que vai falar com Vladimir Putin para cessar as hostilidades.
No final de fevereiro, o primeiro encontro desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca terminou com uma altercação verbal entre os dois líderes no Salão Oval.
Trump elogia aumento das despesas em defesa e reclama louros do acordo alcançado
Questionado sobre o fim do conflito entre Israel e o Irão, Donald Trump disse que ambos os países estão "exaustos" e "cansados" do conflito e adiantou que "vamos falar" com Teerão na próxima semana, sugerindo que "podem assinar um acordo", sem achar que "seja necessário".
No final da sua declaração, o presidente dos EUA disse que foi comovente ver os líderes dos diferentes países a quererem defender os seus países. "Foi inacreditável. Nunca tinha visto nada assim. Eles querem proteger o seu país", afirmou.
"Saí daqui a dizer que estas pessoas amam realmente os seus países, que não é uma fraude. E nós estamos aqui para os ajudar a proteger o seu país", acrescentou.
Zelensky diz que encontro com Trump foi "substantivo"
O presidente ucraniano disse que teve um encontro "longo e substantivo" com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump.
“Falámos sobre todos os assuntos importantes. Agradeci ao presidente, aos Estados Unidos. Discutimos como alcançar o cessar-fogo e uma paz efetiva”, disse Volodymyr Zelensky numa publicação na rede social X.
I had a long and substantive meeting with President Trump @POTUS.
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) June 25, 2025
We covered all the truly important issues.
I thank Mr. President, I thank the United States.
We discussed how to achieve a ceasefire and a real peace.
We spoke about how to protect our people.
We appreciate the…
“Falámos sobre como proteger o nosso povo. Aprecio a atenção e a prontidão para ajudar a trazer a paz”, disse o presidente da Ucrânia, que promete “detalhes para breve”.
Pedro Sánchez declara que tenciona recandidatar-se em 2027
Reino Unido promete gastar 4,1% do PIB em defesa até 2027
O Reino Unido vai gastar pelo menos 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa e segurança até 2027, de acordo com as regras aprovadas esta quarta-feira pela NATO, afirmou hoje o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
Numa conferência de imprensa no final da cimeira da Aliança Atlântica em Haia, Países Baixos, Starmer referiu que "de acordo com as novas definições da NATO, estimamos que vamos alcançar pelo menos 4,1% do PIB até 2027 a manter os britânicos seguros".
Starmer afirmou que o compromisso de gastar 5% do PIB em medidas de defesa e segurança até 2035, alcançado hoje pelos 32 Estados-membros da NATO reunidos em cimeira, irá tornar a Aliança Atlântica "mais forte, mais justa e mais letal do que nunca".
"Isto inclui despesas militares, bem como investimentos vitais na nossa segurança e resiliência, como a proteção da nossa segurança cibernética e das nossas redes de energia", vincou o líder britânico.
O Reino Unido gasta atualmente cerca de 2,3% do PIB com a defesa.
Zelensky e Trump reunidos à margem da cimeira da NATO
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, está nesta altura reunido com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, à margem da cimeira da NATO em Haia, disse o porta-voz de Zelensky.
NATO obriga a gastar mais mil milhões este ano, "sem orçamento retificativo", promete Montenegro
Luís Montenegro avalia em mil milhões de euros o reforço financeiro que será preciso aplicar para cumprir a meta dos 2% do PIB em investimento no setor da Defesa até ao final do ano, mas assegura que essa despesa adicional não implica um orçamento retificativo.
EPA
Irão considera "vergonhosas" felicitações de Rutte a Trump após ataques dos EUA
Mark Rutte diz que acordo marca "um salto quântico" nas despesas com a defesa
Macron diz que Europa vai gastar mais em defesa devido à ameaça russa
Protestos em Haia contra aumento da despesa em defesa
Centenas de pessoas manifestam-se em Haia. Contestam o aumento das despesas militares e a expansão da influência global da NATO. Os manifestantes questionam as verdadeiras intenções quanto ao aumento do orçamento da defesa, num contexto de inflação crescente global e de desafios económicos cada vez maiores.
O protesto acontece à porta do local onde decorre a cimeira da NATO. Foi montado um forte dispositivo de segurança.
Portugal vai acompanhar o esforço da NATO de aumentar a despesa em defesa
À chegada à cimeira da NATO, o primeiro-ministro garantiu que Portugal vai acompanhar o esforço de aumentar a despesa em defesa. E traçou metas... 2% do PIB já este ano e 3,5% de gastos em 10 anos.
Trump compara ataque ao Irão com Hiroxima e Nagasaki
Donald Trump afirma que infligiu um retrocesso de décadas ao programa nuclear iraniano. O presidente dos Estados Unidos diz que o ataque americano ao Irão permitiu acabar com a guerra. e compara-o mesmo aos bombardeamentos atómicos de Hiroxima e Nagasaki.
Despesas com a defesa. NATO aprova meta de 5% do PIB até 2035
Os países da NATO anunciaram um acordo histórico para um aumento inédito nos gastos com a defesa. Nos próximos dez anos, o compromisso é o de atingir os 5 por cento do PIB, divididos em 3,5 por cento para despesas militares, e 1,5 por cento para despesas em infraestruturas que possam ser usadas em contexto de crise.
Irão diz que instalações nucleares foram "gravemente danificadas" pelos ataques dos EUA
Reconstrução das Infraestruturas nucleares iranianas são uma possibilidade, diz AIEA
O diretor da Agência Internacional de Energia Atómica não conhece a extensão dos danos provocados pelos ataques norte-americanos às instalações nucleares do Irão, mas diz que a reconstrução não é impossível, porque os iranianos têm a capacidade industrial e tecnológica para isso.
Foto: Max Slovencik - EPA
Ainda dentro deste contexto, o presidente francês Emmanuel Macron vai reunir-se esta tarde com o diretor-geral da AIEA, no Palácio do Eliseu, em Paris.
Em cima da mesa deste encontro, está o programa nuclear iraniano e as consequências dos ataques norte-americanos do fim-de-semana, às bases iranianas.
No comunicado em que anuncia a reunião, a presidência francesa diz que vão ser debatidas também as formas de assegurar o total cumprimento das normas de não proliferação.
Este comunicado refere também o papel que esta agência tem para garantir a segurança nuclear em todo o mundo.
Suíça quer parceria de segurança e defesa com a União Europeia
O Governo suíço anunciou esta quarta-feira a intenção de iniciar conversações com a União Europeia (UE) para uma parceria de segurança e defesa, alegando que o acordo não seria incompatível com a sua neutralidade. O anúncio surge em plena cimeira da NATO, à qual a Suíça não pertence, e dois dias depois de a UE e o Canadá terem assinado um acordo semelhante.
Irão anuncia suspensão das restrições à Internet após cessar-fogo
O Irão anunciou esta quarta-feira que o endurecimento das restrições à Internet, implementado há uma semana devido à guerra em curso com Israel, seria suspenso gradualmente.
O endurecimento das restrições foi anunciado a 18 de junho, com as autoridades a referirem o facto de Israel ter usurpado a rede para fins militares.
Defesa NATO a 5%. Trump clama "grande vitória" e diz que "NATO vai ficar muito forte"
Em Haia, Mark Rutte e Donald Trump apresentaram-se juntos, esta manhã, numa conferência de imprensa. O presidente norte-americano ouviu Rutte a dizer o que andou a pedir desde o período em que ainda era candidato presidencial - cinco por cento do PIB para a defesa da NATO - e clamou que esta decisão é "uma grande vitória".
Foto: Koen Van Weel - Reuters
Rússia considera "muito cedo" para avaliar danos causados pelos ataques dos EUA nas instalações nucleares iranianas
O Kremlin diz ser demasiado cedo para se ter uma perceção precisa da extensão dos danos infligidos nas instalações nucleares iranianas pelos bombardeamentos norte-americanos do passado fim de semana.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse no fim de semana que os ataques tinham "eliminado" as instalações nucleares do Irão. No entanto, um relatório preliminar dos serviços secretos dos EUA conclui que os ataques não destruíram o programa nuclear do Irão e apenas o atrasaram alguns meses.
Chefe da AIEA diz que regresso às instalações iranianas é prioridade máxima
O chefe da agência nuclear da ONU, Rafael Grossi, disse esta quarta-feira que a sua principal prioridade é enviar os seus inspetores de volta às instalações nucleares do Irão para avaliar o impacto dos ataques militares dos EUA e de Israel e verificar os seus stocks de urânio enriquecido.
Questionado sobre se o Irão o tinha informado sobre a situação dos seus stocks de urânio enriquecido, particularmente o urânio enriquecido com até 60% de pureza, próximo do grau de armamento, Grossi mencionou uma carta recebida do Irão a 13 de junho, onde afirmava que o Irão iria tomar "medidas especiais" para proteger os seus materiais e equipamentos nucleares.
"Não entraram em detalhes sobre o que isso significava, mas claramente esse era o significado implícito. Podemos imaginar que esse material esteja lá", disse Grossi, sugerindo que grande parte desse material sobreviveu aos ataques.
Esta quarta-feira, o Parlamento iraniano aprovou um projeto de lei para suspender a cooperação com a AIEA, argumentando que a agência “se recusou a condenar o ataque às instalações nucleares iranianas”.
Donald Trump afirma que programa nuclear iraniano "está morto" e que ataque permitiu acabar com a guerra
O presidente dos EUA afirmou esta quarta-feira que o programa nuclear do Irão foi atrasado em "décadas" devido aos ataques dos EUA às instalações nucleares iranianas. Numa conferência de imprensa na cimeira da NATO, em Haia, Donald Trump insistiu na destruição total das instalações nucleares que permitiram acabar com o conflito entre Israel e o Irão e permitiram trazer Teerão para a mesa de negociações.
"Não quero usar o exemplo de Hiroshima e Nagasaki, mas é mais ou menos a mesma coisa que fizemos lá, o nosso ataque acabou com a guerra. Se não tivesse acabado, teríamos continuado os ataques", afirmou.
"Os serviços secretos foram muito inconclusivos. Os serviços secretos dizem que não sabemos. Os danos podem ter sido muito graves. É isso que os serviços secretos sugerem", disse Donald Trump aos jornalistas antes de se reunir com os líderes mundiais numa cimeira da NATO.
"Foi muito grave. Houve destruição", declarou. Na mesma ocasião, Trump disse que "tudo está debaixo da terra, mas se tirarmos fotografias antes e depois à superfície, tudo ficou preto. Acho que tudo foi demolido", acrescentou.
Despesas Defesa. Primeiro-ministro garantiu que Portugal “acompanhará esse esforço”
Em conferência de imprensa à margem da cimeira da NATO, que decorre em Haia, o primeiro-ministro disse que Portugal acompanhará o esforço de aumentar a despesa na defesa e que esta atingirá os 2% do PIB este ano. Luís Montenegro ressalvou, no entanto, que o Governo fará isto "com equilíbrio" e garante que não irá colocar em causa "as nossas responsabilidades com todos os serviços públicos".
Espera-se desta cimeira saia um compromisso dos países membros da aliança com um aumento de até 5% do PIB em defesa até 2035, após as pressões do presidente norte-americano nesse sentido.
“O investimento continuará nos próximos anos, dentro de um contexto de equilíbrio que não porá em causa a nossa situação financeira nem as nossas responsabilidades com todos os serviços públicos que constituem as respostas sociais aos nossos cidadãos”, disse.
"Portugal está preparado para ser parte de uma cimeira que marca uma nova fase, que garante a unidade da Aliança Atlântica, que garante a solidariedade entre Europa, os Estados Unidos, o Canadá", disse Luís Montenegro em declarações aos jornalistas.
"[A aposta na área da Defesa] garante que nós, em conjunto, poderemos continuar a assegurar aos nossos cidadãos que os seus direitos, liberdades e garantias estão salvaguardados, que podemos ter as nossas democracias a funcionar e que podemos ter uma capacidade coletiva de enfrentarmos as ameaças que pairam sobre nós a vários níveis, não só do ponto de vista territorial, mas também do ponto de vista tecnológico", elencou o chefe de Governo, sublinhando a necessidade de "solidariedade" entre os aliados.
"Todos teremos de fazer um esforço", adiantou Luís Montenegro, afirmando que encara esta nova etapa “não como a assunção de maior despesa, mas de maior investimento”. “Não queremos apenas gastar mais dinheiro, queremos investir mais”, asseverou.
“Faremos isto com equilíbrio, de forma progressiva, conciliando todas as nossas responsabilidades, nomeadamente a estabilidade financeira”, ressalvou.
Serviços secretos dizem que ataques dos EUA não destruíram programa nuclear do Irão. Trump acusa CNN e NYT de desvalorizarem ataque militar histórico
Segundo uma avaliação preliminar dos serviços secretos norte-americanos, divulgada pela CNN e pelo New York Times, os bombardeamentos dos EUA destruíram apenas uma pequena parte do material nuclear, uma vez que a maior parte das reservas de urânio enriquecido do Irão foi deslocada antes da ofensiva. O presidente dos EUA acusa a CNN e o New York Times de tentarem desvirtuar o ataque, ao divulgarem um relatório que revela que o programa nuclear iraniana foi atrasado em apenas alguns meses.
Rutte afirma que não "há alternativa" ao reforço do investimento da NATO
O secretário-geral da NATO defendeu esta quarta-feira que “não há alternativa” a investir 5% do Produto Interno Bruto (PIB) na área da defesa e considerou que os políticos “têm de fazer escolhas na escassez”.
O secretário-geral da NATO reconheceu que ainda há nove países que só alcançarão os 2% de investimento do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa no final de 2025, mas rejeitou que a recusa de Espanha em ir além desta percentagem quebre a unidade da organização político-militar.
“Não estou preocupado com isso. Claro que é uma decisão difícil, mas vamos ser honestos: os políticos têm de fazer escolhas na escassez”, apreciou.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse no fim de semana que não iria além de 2,1% do PIB, mas Mark Rutte considerou que não há isenções de qualquer país.
Em Portugal, o Governo anunciou que iria antecipar a meta de 2% do PIB em defesa para 2025.
Em 2024, Portugal investiu cerca de 4.480 milhões de euros em defesa, aproximadamente 1,58% do seu PIB, o que colocou o país entre os aliados da NATO com menor despesa militar - abaixo da meta dos 2% -, segundo estimativas do Governo.
Portugal está representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, Paulo Rangel e Nuno Melo, respetivamenteCimeira da NATO em Haia
Os chefes de Estado e de Governo dos 32 países que compõem a Organização do Tratado do Atlântico Norte encontram-se esta quarta-feira em Haia para firmar um acordo de investimento para a próxima década, em princípio, que deverá fixar a meta de dedicar 5% do PIB à defesa (3,5% de investimento direto e 1,5% em projetos civis que também podem ter uma utilização militar).
Os responsáveis da NATO esperam que o conflito entre Israel e o Irão e o bombardeamento americano de instalações nucleares iranianas no fim de semana não ensombrem o encontro, organizado por Rutte na sua cidade natalAliados esperam um compromisso claro de Trump Os líderes de 31 dos 32 países da NATO esperam que a promessa de aumentar os gastos com a defesa leve o presidente norte-americano a dissipar as dúvidas de Donald Trump e o seu compromisso com a aliança.
Trump ameaçou não proteger os membros da NATO se estes não cumprirem os objetivos de despesa e levantou novamente dúvidas sobre o seu compromisso a caminho da cimeira, evitando endossar diretamente a cláusula de defesa mútua do Artigo 5 da aliança.
Falando aos jornalistas a bordo do Air Force One, afirmou que havia “numerosas definições” da cláusula. "Estou empenhado em salvar vidas. Estou empenhado na vida e na segurança. E vou dar-vos uma definição exata quando lá chegar", afirmou.
Trump deu uma visão invulgar desses esforços na terça-feira, ao publicar uma mensagem privada em que Rutte o elogiava e o felicitava pela “ação decisiva no Irão”.
“Vai conseguir algo que nenhum presidente americano em décadas conseguiu fazer”, disse Rutte a Trump.
“A Europa vai pagar em GRANDE como deve, e será a sua vitória”.
Para satisfazer Trump, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, também manteve a cimeira e a sua declaração final curtas e centradas na promessa de despesa.
Zelensky e os seus assessores disseram que querem falar com Trump sobre a compra de armas americanas, incluindo os sistemas de defesa antimísseis Patriot, e aumentar a pressão sobre Moscovo através de sanções mais duras.
O Kremlin acusou a NATO de estar num caminho de militarização desenfreada e de retratar a Rússia como um “demónio do inferno”, a fim de justificar o seu grande aumento nas despesas de defesa.
Pagos com juros dos ativos russosO Reino Unido enviará 350 mísseis avançados de defesa aérea, construídos na Grã-Bretanha e adaptados em tempo recorde para lançamento em terra, utilizando 70 milhões de libras de juros obtidos através do esquema de aceleração extraordinária de receitas (ERA) do governo. Esta iniciativa marca a primeira vez que o Reino Unido utiliza fundos ligados à Rússia para financiar diretamente armamento para Kiev.
Os mísseis serão utilizados através de sistemas Raven fornecidos pelo Reino Unido - mais cinco dos quais estão a caminho da Ucrânia, elevando o total para 13. Originalmente concebidos como mísseis ar-ar, os ASRAAM foram adaptados por engenheiros da RAF e pela MBDA UK para disparar a partir da traseira de um camião de fabrico britânico. A conversão demorou apenas três meses.
Israel diz que "ainda é cedo" para avaliar danos nas instalações nucleares iranianas
Crise política e militar no Irão está a impor centenas de detenções e execuções sumárias
Durante estes 12 dias de guerra aberta entre Israel e o Irão as perseguições intensificaram-se, com centenas de detenções e execuções sumárias.
Foto: Abedin Taherkenareh - EPA
Parlamento iraniano aprova suspensão da cooperação com a AIEA
O Parlamento iraniano aprovou esta quarta-feira um projeto de lei para suspender a cooperação com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).
"A Organização de Energia Atómica do Irão suspenderá a sua cooperação com a AIEA até que a segurança das instalações nucleares seja garantida", acrescentou Ghalibaf, citado pela televisão estatal.
Relatório dos serviços secretos diz que ataques dos EUA não destruíram programa nuclear do Irão
Um relatório preliminar dos serviços secretos dos EUA diz que o ataque norte-americano às instalações nucleares do Irão não destruiu o programa nuclear do país e provavelmente apensas o atrasou em alguns meses.
As centrifugadoras de urânio do Irão estão em grande parte “intactas” e o impacto dos ataques do passado fim de semana foi limitado às estruturas acima do solo, diz o relatório.
O presidente norte-americano já veio desmentir as conclusões do relatório, classificando-as como “notícias falsas”.
"Notícias falsas da CNN, juntamente com o falhado New York Times, uniram-se para tentar desvalorizar um dos ataques militares mais bem sucedidos da história - as instalações nucleares do Irão foram completamente destruídas", afirmou Donald Trump, numa mensagem publicada na rede social Truth Social.
Irão e nuclear. Debate intenso em Haia com o dia de hoje a ser um marco para a NATO
É o dia das decisões da Cimeira da NATO em Haia. A primeira liderada por Mark Rutte, secretário-geral da organização. Os 32 aliados devem formalizar o compromisso para gastar cinco por cento do Produto Interno Bruto em defesa. Um valor que vai ao encontro do proposto por Donald Trump.
Reuters
Estão também montados vários quilómetros de vedações e baterias antiaéreas instaladas.
Os voos estão proibidos num raio de 16 quilómetros.
Nesta Cimeira, os conflitos globais são inevitavelmente os temas em debate, Ucrânia e Médio Oriente.
Cresce também a discussão sobre se o ataque americano às bases nucleares do Irão resolveu a ameaça nuclear que o mundo temia, ou se apenas a atrasou e por quanto tempo.
Na reunião ontem à noite do Conselho de Seguranças das Nações Unidas sobre o programa nuclear iraniano, o debate foi intenso.
Agora há que por as negociações com Teerão de novo nos caminhos do não confronto e o enviado de Donald Trump para o Médio Oriente - Steve Witkoff - já disse ontem à noite na Fox News, o que é o que está a acontecer.
As negociações entre os Estados Unidos e o Irão são promissoras e Washington espera alcançar um acordo de paz duradouro.
Teerão executa três homens que identifica como agentes da Mossad
As autoridades do Irão executaram três homens que acusam de ter sido agentes da Mossad, os serviços secretos de Israel, noticiou o canal de língua inglesa Press TV.
A execução teve lugar na cidade de Urmia, no noroeste do Irão e, de acordo com a emissora, os homens "estavam a contrabandear material para assassinar pessoas no país".
Desde que Israel começou a atacar o Irão, na madrugada de 13 de junho, o Irão já executou várias pessoas que acusou serem agentes da Mossad, escreveu a agência de notícias Efe.
Desde 13 de junho, as autoridades iranianas lançaram uma série de buscas contra alegados colaboradores da Mossad no território, tendo efetuado centenas de detenções.
Entretanto, `média` iranianos anunciaram hoje um funeral nacional para os oficiais de alta patente e cientistas mortos durante a guerra de 12 dias desencadeada por Israel.
"Um funeral nacional (...) para os oficiais de alta patente e cientistas que morreram como mártires durante a agressão do regime sionista será realizado no sábado a partir das 08:00" em Teerão (05:30 em Lisboa), informou a agência de notícias Irna.
Além disso, uma cerimónia fúnebre realiza-se na quinta-feira, no centro do país, em homenagem a Hossein Salami, chefe da Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, que foi morto no primeiro dia da guerra.
A região tem vivido uma escalada de violência desde que Israel iniciou uma ofensiva contra instalações militares e o programa nuclear iraniano, numa série de ataques a que Teerão retaliou.
A tensão aumentou quando os Estados Unidos se juntaram aos ataques contra o território iraniano, no fim de semana, bombardeando três instalações nucleares, uma agressão à qual o país persa respondeu atacando, na segunda-feira, a base norte-americana de Al-Udeid, no Qatar, a maior que Washington mantém no Médio Oriente.
Mark Rutte diz que EUA apoiam “plenamente” o artigo 5º sobre a defesa mútua
Ponto de situação
A tensão entre Israel e o Irão abrandou depois dos dois países terem reconhecido o cessar-fogo. Entrou em vigor na manhã de terça-feira, mas acabou por ser violado por ambas as partes, logo às primeiras horas do dia. O Presidente norte-americano, que tem mediado o conflito, fez duas críticas a Israel e ao Irão. Donald Trump acabou mesmo por ter uma conversa telefónica com o primeiro-ministro israelita.
Irão e Israel clamam vitória
O presidente dos Estados Unidos partilhou uma mensagem privada que Mark Rutte lhe enviou. Rutte afirma que Trump conduziu um momento muito importante para a América, para a Europa e para o mundo.
Um feito nunca alcançado por nenhum presidente norte-americano, e que levará a que todos os países concordem com os 5% do PIB para a Defesa.
Portugal faz-se representar pelo primeiro-ministro, o ministro dos Negócios Estrangeiros e o ministro da Defesa.
O dia de ontem foi dedicado à discussão dos gastos com a defesa.
Trump teve "enorme honra" em conseguir cessar-fogo entre Israel e Irão
Israel e Irão concordaram com o cessar-fogo, embora ambos clamem vitória. Donald Trump admitiu "enorme honra" por ter posto termo a este conflito. Apesar dos conflitos do últimos dias, a liderança política do Irão mantém-se.
NATO tem insistido para que Portugal gaste mais em Defesa
Todos estes desenvolvimentos aconteceram na véspera da cimeira da Nato em Haia. Nos planos da Cimeira estava um único ponto em discussão: a meta de 5% do PIB para o investimento em defesa.
Os Estados Unidos gastam 3,4 % do PIB em Defesa. Portugal está no terço mais baixo da tabela dos países aliados da NATO, gasta 1,6% do PIB.
O Governo português promete agora chegar já aos 2% este ano e admite ir até aos 3,5% no futuro.
Israel-Irão. Como fica a Rússia após o acordo de cessar-fogo?
Evegueni Mouravitch, correspondente da RTP na Rússia, explica como fica Moscovo depois do cessar-fogo entre Israel e Irão e quando vê Donald Trump na cimeira de Haia a reforçar os laços com os parceiros da Aliança Atlântica.
Putin "não alinha com os planos de Teerão contra os Estados Unidos e Israel", acrescenta.
Cimeira da NATO. Aliados fixam meta de 5% do PIB para Defesa
Na cimeira da NATO, tudo foi pensado para evitar imprevistos e dissonâncias. O compromisso dos 5% em Defesa já foi acordado. A Ucrânia é um dos temas desta cimeira, onde os aliados defendem que pode vencer a Rússia.
Cessar-fogo Israel-Irão. Republicanos congratulam-se com vitória de Trump
O cessar-fogo entre Irão e Israel está a ser considerado como uma grande vitória de Donald Trump entre os republicanos nos Estados Unidos.
Guerra Israel-Irão. Cessar-fogo mantém-se após acusações
O cessar-fogo entre Israel e o Irão manteve-se durante este primeiro dia depois de nas primeiras horas terem sido trocadas acusações reciprocas de violação das tréguas. Teerão ainda lançou uma vaga de bombardeamentos nos últimos minutos antes da hora marcada. Telavive respondeu com nova retaliação. E agora ambos clamam vitória.