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Guerra comercial. China promete resistir à pressão de Washington
A China nunca se vai render a pressões externas, enfatizou nas últimas horas o Governo daquele país asiático. Pequim não detalhou, todavia, como vai responder depois de Washington ter renovado a ameaça de impor tarifas sobre todas as importações chinesas.
O Presidente dos Estados Unidos instou a China a não retaliar contra o aumento nas tarifas.
A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo intensificou-se na última sexta-feira, depois de Donald Trump ter dito que Pequim "quebrou o acordo", ao voltar atrás em compromissos assumidos durante meses de negociações.
Pequim promete responder
"Quanto aos detalhes, esperem para ver", disse o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Geng Shuang, em declarações à imprensa.
"Dissemos muitas vezes que acrescentar tarifas não vai resolver qualquer problema. A China nunca vai se render à pressão externa. Temos a confiança e a capacidade de proteger nossos direitos legítimos e legais", explicou Geng, respondendo a uma pergunta sobre a ameaça de Trump de colocar tarifas sobre todas as importações chinesas.
c/ agências
A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo intensificou-se na última sexta-feira, depois de Donald Trump ter dito que Pequim "quebrou o acordo", ao voltar atrás em compromissos assumidos durante meses de negociações.
Trump ordenou também que o representante dos EUA para o Comércio, Robert Lighthizer, comece a impor tarifas sobre todas as importações restantes da China, medida que vai afetar uma gama alargada de produtos.
O correspondente da RTP nos Estados Unidos, João Ricardo Vasconcelos, revela os últimos detalhes deste diferendo.
"Quanto aos detalhes, esperem para ver", disse o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Geng Shuang, em declarações à imprensa.
"Dissemos muitas vezes que acrescentar tarifas não vai resolver qualquer problema. A China nunca vai se render à pressão externa. Temos a confiança e a capacidade de proteger nossos direitos legítimos e legais", explicou Geng, respondendo a uma pergunta sobre a ameaça de Trump de colocar tarifas sobre todas as importações chinesas.
c/ agências