Semana da guerra na Ucrânia foi marcada por novo míssil balístico russo
O futuro conselheiro de segurança de Donald Trump diz que a guerra na Ucrânia tem de acabar de forma responsável. Mike Waltz conta que o presidente eleito está muito preocupado com o momento actual do conflito, marcado agora pelo lançamento de um novo míssil balístico por parte da Rússia.
Kremlin ameaça fazer chegar tecnologia nuclear a países inimigos dos EUA
A Rússia avisa a Europa que é melhor parar de apoiar a Ucrânia. As ameaças surgem depois de mais uma madrugada de ataques à capital ucraniana.
Forças ucranianas reivindicam destruição de estação de radar em Kursk
De acordo com a liderança militar ucraniana, a unidade das Forças Armadas russas efetuava bombardeamentos “principalmente dirigidos contra alvos civis e contra a população civil nas regiões da linha da frente da Ucrânia.
O exército ucraniano disse também que abateu 50 ‘drones’ russos lançados a partir das regiões de Oryol e Bryansk, segundo a agência espanhola Europa Press.
As forças de defesa aérea ucranianas abateram os ‘drones’ sobre as regiões de Kiev, Cherkassi, Kirovohrad, Chernigov, Sumy, Poltava e Yitomir.
Rússia avisa Seul sobre consequências de armas sul-coreanas matarem russos na Ucrânia
Rudenko apelou à Coreia do Norte para que não tomasse “medidas imprudentes” e para que olhe para os seus interesses nacionais a longo prazo e não para situações de curto prazo “ditadas pelo exterior”.
“Quanto a Seul associar o seu eventual fornecimento de armas a Kiev ao desenvolvimento da cooperação entre Moscovo e Pyongyang, tal atitude poderia ter consequências muito negativas. É óbvio que o conflito ucraniano não tem nada a ver com a península coreana”, sublinhou o diplomata russo.
Segundo avisou Rudenko, caso a Coreia do Sul forneça armas a Kiev, a Rússia vai “naturalmente, responder com todos os meios que considerar necessários”, o que “dificilmente reforçará a segurança da própria República da Coreia”.
O vice-ministro acusou ainda as autoridades sul-coreanas de instigarem artificialmente a controvérsia sobre a presença de soldados norte-coreanos na zona da “operação militar especial” na Ucrânia, a fim de “aumentar a pressão militar sobre Pyongyang”.
“Por sua vez, cumpre os objetivos do Ocidente Coletivo, que procura envolver a Coreia em esforços conjuntos para fornecer armas ao regime do (presidente ucraniano Volodymir) Zelensky e, assim, torná-la cúmplice dos crimes cometidos pelos ocidentais”, acrescentou.
A cooperação bilateral entre Moscovo e Pyongyang, que inclui um acordo de assistência mútua em caso de agressão, defendeu Rudenko, baseia-se no direito internacional e “não é dirigida contra qualquer país terceiro, incluindo a República da Coreia”.
C/Lusa
Rússia interceta 36 `drones` ucranianos em cinco regiões
Kursk e Bryansk foram os alvos, durante a semana, dos dois primeiros ataques ucranianos com mísseis de longo alcance fabricados nos Estados Unidos e no Reino Unido.
Zelensky volta a dizer que Ucrânia precisa de melhores defesas aéreas
Na semana passada, a Rússia usou mais de 800 bombas aéreas guiadas, cerca de 460 drones de ataque e mais de 20 mísseis de vários tipos, disse adiantou ainda o chefe de Estado ucraniano.
"A Ucrânia não é um campo de testes para armas. A Ucrânia é um Estado soberano e independente. Mas a Rússia ainda continua os esforços para matar o nosso povo, espalhar medo e pânico e nos enfraquecer".
Ucrânia perdeu mais de 40 por cento das terras que tomou na região de Kursk na Rússia
"No máximo, controlávamos cerca de 1.376 quilómetros quadrados, agora é claro que esse território é menor. O inimigo está aumentando os contra-ataques", disse a fonte, citada pela Reuters.
"Agora controlamos aproximadamente 800 quilómetros quadrados (309 milhas quadradas). Manteremos esse território pelo tempo que for militarmente apropriado".